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Homenagem ao Radialista e Professor Curió (Herbis Gonçalves)

Morte de radialista tem repercussão em redes sociais

Sepultamento será nesta sexta-feira, às 16h, no cemitério Bom Pastor

16/12/2011 – 09:18

Da redação

A morte do radialista e professor Herbis Gonçalves, conhecido como Curió, está sendo repercutida em redes sociais como Twitter e Facebook. Amigos, autoridades e ex-alunos registram mensagem de apoio à família e agradecimentos. Curió morreu na tarde de quinta-feira (15), em Ribeirão Preto, após sofrer uma parada cardiorrespiratória.
Entre as homenagens feitas ao radialista, a prefeita Dárcy Vera publicou em seu twitter que a morte de Curió foi “uma grande perda para Ribeirão. Curió foi um grande comunicador e professor”. O promotor de Justiça Carlos Cezar Barbosa também lamentou o fato. “Estou comovido com o falecimento do radialista Curió. Hora difícil para a família”. Várias homenagens também foram registradas no Facebook.Durante a sessão da Câmara, na quinta-feira (15), os vereadores fizeram um minuto de silêncio em homenagem ao radialista.Segundo a filha de Curió, Gabriela Gonçalves, o radialista teve aneurisma pela segunda vez há três meses e estava afastado de suas funções, além disso, vinha sentindo falta de ar com frequência. “Minha madrasta o levou ao médico duas vezes e diagnosticaram que era crise de ansiedade. Ele ia ao médico no final da tarde, mas por volta das 14h, ligou para ela dizendo que estava morrendo. O Samu foi chamado, mas ele morreu a caminho do hospital”, afirma.SepultamentoCurió está sendo velado no velório da Paz, ao lado do cemitério Bom Pastor, em Ribeirão Preto, onde será sepultado, às 16h.

Ceticismo anti-científico

The Science of Why We Don’t Believe Science

How our brains fool us on climate, creationism, and the vaccine-autism link.

by Chris Mooney

Jonathon Rosen cartoon of man's brain contending with beliefs & truths

“A MAN WITH A CONVICTION is a hard man to change. Tell him you disagree and he turns away. Show him facts or figures and he questions your sources. Appeal to logic and he fails to see your point.” So wrote the celebrated Stanford University psychologist Leon Festinger [1] (PDF), in a passage that might have been referring to climate change denial—the persistent rejection, on the part of so many Americans today, of what we know about global warming and its human causes. But it was too early for that—this was the 1950s—and Festinger was actually describing a famous case study [2] in psychology.

Festinger and several of his colleagues had infiltrated the Seekers, a small Chicago-area cult whose members thought they were communicating with aliens—including one, “Sananda,” who they believed was the astral incarnation of Jesus Christ. The group was led by Dorothy Martin, a Dianetics devotee who transcribed the interstellar messages through automatic writing.

Through her, the aliens had given the precise date of an Earth-rending cataclysm: December 21, 1954. Some of Martin’s followers quit their jobs and sold their property, expecting to be rescued by a flying saucer when the continent split asunder and a new sea swallowed much of the United States. The disciples even went so far as to remove brassieres and rip zippers out of their trousers—the metal, they believed, would pose a danger on the spacecraft. Read more [+]

Cherchez la Femme IV: reportagem de Bernardo Esteves na Piauí

Para os outros post da série, ver aqui.

Via @Besteves:

besteves Bernardo Esteves

O post conta a história do plágio do qual foram vítimas cientistas da UFRJ e da Unifesp (e não da USP, como divulguei antes por aqui)
Bernardo Esteves
besteves Bernardo Esteves

O post da semana no questões da ciência, pra continuar no tema da fraude científica, tratado em matéria da piauí: is.gd/Zrg2ZB
Bernardo Esteves
besteves Bernardo Esteves

PhD Comics vai virar filme: wired.com/wiredscience/2…

Trechos da reportagem:

Aflito com as consequências que o episódio pode ter para os outros pesquisadores envolvidos, Guerra também registrou no 1º Serviço Notarial e Registral de Cuiabá uma declaração de três páginas na qual sustenta ser o único responsável pela “interpretação, apresentação, submissão e correção desses trabalhos”.

Guerra também eximiu de culpa a geólogaRúbia Ribeiro Viana, professora da UFMT e coautora de dez dos onze trabalhos retirados de circulação. Coube à sua colega coletar em campo muitas das argilas que o engenheiro químico modificou em laboratório. Numa entrevista por telefone, Rúbia afirmou não ter participado da redação dos artigos. “Minha função era ceder amostras de material geológico e o uso do laboratório que coordeno para a preparação inicial dessas amostras”, explicou. “Honestamente, eu não lia todos os trabalhos, mesmo porque eu não entendia muitos detalhes, são coisas muito específicas de química. Quando a gente trabalha multidisciplinarmente, espera-se que cada um faça a sua parte.”

ão há registro de qualquer benefício econômico direto auferido por Denis Guerra e coautores com a publicação dos onze artigos. Os estudos mostram o potencial de certos materiais para o uso no tratamento de resíduos industriais, mas daí até o seu aproveitamento de fato vai uma distância grande. Os resultados precisariam apontar para uma relação custo-benefício atraente e despertar o interesse de alguma empresa, o que nem sempre é automático. Os investimentos da iniciativa privada brasileira em 2009 somam 46% dos gastos com ciência no país. Guerra garantiu nunca ter sido procurado pela indústria.

Ganhos houve para os três pesquisadores, mas de outra natureza. No Brasil, como no resto do mundo, a publicação de artigos é um dos principais indicadores usados para medir a produtividade dos cientistas. O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o CNPq, por exemplo, oferece uma bolsa a seus pesquisadores mais prolíficos. Tanto Denis Guerra como Rúbia Viana são bolsistas de nível 2 e recebem, além do salário, um complemento de 1 100 reais ao fim do mês. Como pesquisador 1A, Claudio Airoldi recebe 1 500 reais mensais, mais uma taxa de bancada de 1 300 reais para a compra de equipamentos e material de laboratório.

Também na avaliação dos programas de pós-graduação feita pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, a Capes, é levado em conta o número de artigos publicados por instituição. De três em três anos, os programas de mestrado e doutorado recebem uma nota que vai de 1 até 7, da qual dependem os recursos destinados a cada um pelo governo. Na avaliação de 2010, o mestrado em geociências da UFMT recebeu a nota 3. Para que cresça e receba mais verbas, seus professores precisam publicar mais. “Havia esse sentimento pela nossa nota na Capes”, admitiu Denis Guerra. “Não temos doutorado ainda por causa dela. Já que eu tinha os dados, por que não publicar?”, questionou com convicção, fornecendo munição aos detratores das avaliações quantitativas de produtividade.

Antes da denúncia dirigida a Guerra e seus colegas, nenhuma outra acusação de fraude em grande escala havia sido feita a cientistas brasileiros. “O Brasil está chegando lá”, ironizou o físico Silvio Salinas, pesquisador da uspque já lidou com casos de fraude como editor de uma publicação da sua área. “É a globalização, por que ficaríamos de fora?” Salinas acredita que, com o aumento da participação nacional na ciência mundial, é de se esperar que mais casos venham à tona. Em 2008, o Brasil se tornou o 13º país com maior número de artigos publicados em revistas científicas – pouco mais de 30 mil trabalhos naquele ano, ou 2% de toda a ciência mundial.

Ciência tolinha e Ruth de Aquino de novo

A explicação do Orsi sobre o jornalismo de Ciencia Tolinha e suas motivações jornalísticas me fez entender melhor o Ruth de Aquino affair. Nada contra a moça, afinal fui eu que escreveu a página dela na Wikipedia (e olha que tive que brigar com uns editores e consegui provar que ela era importante o suficiente sim pra ter sua própria página na Wiki…).

Side observation: Hummmm… Relendo a página da Wiki, verifico agora que ela tem exatamente a minha idade (ou seja, assistimos a exatamente os mesmas séries de TV, tipo Rin-Tim-Tim, Viagem ao Fundo do Mar, A Feiticeira, Perdidos no Espaço e Túnel do Tempo – tenho gravado os primeiros três episódios, se alguém quiser uma cópia é só pedir. A moça me parece bastante bonita (além de inteligente). Pena que não é baixinha nem deve gostar do TBBT… E editoras-chefes devem ser um bocado mandonas, senão não sobrevivem… E eu detesto mulher mandona! (Lembrete: perguntar para a Alessandra de Carvalho de a Ruth está solteira…rs).

Alienígenas ecoterroristas ameaçam a Terra?

Semana passada foi marcada pelo bafafá em torno deste paper, uma revisão de cenários a respeito de um eventual contato entre a Terra e inteligências extraterrestres. O trabalho explora diversas possibilidades — todas, em princípio, de baixo nível de probabilidade, mas algumas mais baixas (ou muito mais baixas) que outras — e menciona a ideia de que as mudanças abruptas no ecossistema terrestre podem chamar a atenção de uma civilização alienígena.

Mais precisamente, lá pela página 21 (de um total de 28, sem contar as mais de dez páginas de referências bibliográficas) os autores lançam a seguinte hipótese:

O aumento na concentração de CO2 na atmosfera da Terra altera a assinatura espectrográfica do planeta (em linhas gerais, uma mudança no equilíbrio dos gases que compõem nossa atmosfera faz com que o planeta passe a ter uma “cor” diferente) e essa mudança pode ser captada pelos instrumentos de astrônomos ETs.

A partir daí, surgem dois cenários desagradáveis:

(a) Essa mudança no matiz da Terra pode alertar extraterrestres para a presença de uma civilização tecnológica no planeta, e alguns povos “lá de fora” poderiam se sentir tentados a lançar um ataque preventivo contra nós, antes que viremos uma ameaça para eles;

(b) É possível (no sentido de plausível, concebível, etc.) que exista uma espécie alienígena dotada de uma ética “universalista”, que encare a preservação de ecossistemas como um valor supremo (os autores mencionam, como indicativo dessa possibilidade, o surgimento de movimentos ecoterroristas aqui mesmo entre nós) e, por isso, nos desprezem, ou odeiem.

A apresentação da hipótese e a delineação dos cenários consomem menos de três parágrafos em uma única página. Mas ganhou manchetes pelo mundo por causa de uma matéria publicada online pelo jornal britânico The Guardian. O texto do Guardian usa a especulação em torno dos eco-aliens como ponto principal de seu título e, num erro de informação — já corrigido, e bem explicado aqui – atribui o estudo à Nasa.

Há dois fenômenos envolvidos aí: um é o apego que a mídia — principalmente a britânica mas, com a expansão do serviço online da BBC, cada vez mais influente no resto do mundo — tem por pautas que podem ser descritas comosilly science, ou “ciência tolinha”, em que temas científicos são apresentados em um tom que não é exatamente de ridículo, mas que junta um tanto de ironia a um outro tanto de condescendência.

Este é o tipo de coisa que apela à vaidade do leitor comum, que vê reforçada a noção de que os cientistas, com seus graus acadêmicos e linguajar difícil, na verdade não passam de um bando de tapados brincando num grande jardim de infância universitário; enquanto que ele, o leitor apedeuta, é um homem (ou mulher) sério e prático, lançado à luta renhida do mundo real. É reconfortante poder imaginar que qualquer pessoa que saiba de coisas de que você nunca ouviu falar é, na verdade, um idiota incapaz de reunir o bom-senso necessário para atravessar a rua.

O outro fenômeno, intimamente ligado ao primeiro, é a indignação com o desperdício de recursos nesses autistas sociais que ficam brincando de caçar ET enquanto <<insira aqui seu problema social favorito>>. A menção errônea à Nasa agravou o problema, já que se trata de uma agência pública. Indignação é um sentimento muito fácil de manipular, e cai muito bem nas mãos de populistas em geral.

No caso específico do paper sobre contato alienígena, no entanto, não havia verba da Nasa envolvida. Mas, e se houvesse? Seria realmente algo escandaloso?

Como não sou contribuinte nos EUA, creio que não tenho muita legitimidade para palpitar, mas mesmo assim digo que não, não seria nada escandaloso. O artigo completo, Would Contact with Extraterrestrials Benefit or Harm Humanity? A Scenario Analysis, é competente, bem escrito e articula ideias de vários campos do conhecimento de forma inteligente.

Escandalosos, mesmo, são o jornalismo de silly science, o populismo que o motiva e o orgulho irresponsável na própria ignorância que o referenda e reforça.

Encicoplédia Geek

SÁBADO, 9 DE JULHO DE 2011, 14H19

Resenha: Enciclonérdia: Almanaque de Cultura Nerd

Roberto de Sousa Causo
De São Paulo

Enciclonérdia: Almanaque de Cultura Nerd. São Paulo: Panda Books, 2011, 248 páginas. Ilustrado. ISBN: 978-85-7888-11-4

Eu não comemorei o “Dia do Orgulho Nerd” ou “Dia da Toalha” em 24 de maio deste ano, porque não sou nerd. Sou esquisito.

Era o que minha mãe dizia – assim como muitos parentes e amigos durante a infância e adolescência. Afinal, eu passava tempo demais mergulhado em livros e gibis, vendo filmes de ficção científica até altas horas da madrugada, e, que horror, levando o conteúdo dessas coisas a sério: a conquista do espaço, a existência de extraterrestres e a importância do avanço científico. Mais do que isso, sou de uma época em que era comum se ouvir que ler demais leva à loucura, e que ler fora da escola é coisa de ocioso…

Mesmo quando outros esquisitos conseguiam se encontrar para trocar idéias e informações, formando por exemplo o que hoje é chamado de “fandom de ficção científica”, isso acontecia sob o peso de certas tensões sociais. Dois fãs que formassem um casal sofreriam inveja mortal daqueles que não encontravam apoio e partilha de interesse entre namoradas, familiares ou amigos. Há também relatos de esposas e filhos prometendo pais de queimarem postumamente suas coleções de livros e gibis, e até histórias de liquidações furtivas de bibliotecas pessoais, quando o sujeito estava em viagem… Suprema traição!

As coisas parecem que começam a mudar quando nerds e geeks prototípicos como Bill Gates e Steve Jobs se tornam bilionários da era digital, procurando no mercado de trabalho gente semelhante para trazerem novas idéias e desenvolverem novos produtos, que passaram ser comercializados no mundo todo. Nerds e geeks entraram na cultura popular em séries de TV como The Big Bang Theory e em filmes como A Rede Social (2010). Ao mesmo tempo, os agentes produtores dessa literatura, quadrinhos ou cinema passaram a ser o assunto de obras literárias sérias e premiadas como As Incríveis Aventuras de Cavalier & Klay (2000), romance de Michael Chabon ganhador do Prêmio Pulitzer, e A Fantástica Vida Breve de Oscar Wao (2007), outro ganhador do Pulitzer, escrito por Junot Diaz. Agora mesmo, na edição de julho/agosto da revista americana The Magazine of Fantasy & Science Fiction, a escritora de FC Elizabeth Hand resenha os livros de e sobre cultura nerdMy Best Friend Was a Wookie, de Tony Pacitti; How To Live Safely in a Science Fiction Universe, romance de Charles Yu; e Jar Jar Binks Must Die… and Other Observations About Science Fiction Movies, de Daniel M. Kimmel. Títulos que dizem tudo… Read more [+]

A Lei de Godwin

From Wikipedia, the free encyclopedia

Mike Godwin, formulator of the “law”

Godwin’s law (also known as Godwin’s Rule of Nazi Analogies or Godwin’s Law of Nazi Analogies)[1][2] is a humorous observation made by Mike Godwin in 1989 which has become an Internet adage. It states: “As an online discussion grows longer, the probability of a comparison involving Nazis or Hitler approaches 1.”[3][2] In other words, Godwin put forth the sarcastic observation that, given enough time, alldiscussions—regardless of topic or scope—inevitably end up being about Hitler and the Nazis.

Godwin’s law is often cited in online discussions as a deterrent against the use of arguments in the widespread reductio ad Hitlerem form. The rule does not make any statement about whether any particular reference or comparison to Adolf Hitler or the Nazis might be appropriate, but only asserts that the likelihood of such a reference or comparison arising increases as the discussion progresses. It is precisely because such a comparison or reference may sometimes be appropriate, Godwin has argued[4] that overuse of Nazi and Hitler comparisons should be avoided, because it robs the valid comparisons of their impact.

Although in one of its early forms Godwin’s law referred specifically to Usenet newsgroup discussions,[5] the law is now often applied to anythreaded online discussion, such as chat rooms and blog comment threads, and has been invoked for the inappropriate use of Nazi analogies in articles or speeches.[6]

Shortcut:
WP:GODWIN

Contents

[hide]

[edit]Corollaries and usage

There are many corollaries to Godwin’s law, some considered more canonical (by being adopted by Godwin himself)[3] than others.[1] For example, there is a tradition in many newsgroups and other Internet discussion forums that once such a comparison is made, the thread is finished and whoever mentioned the Nazis has automatically “lost” whatever debatewas in progress. This principle itself is frequently referred to as Godwin’s law. It is considered poor form to raise such a comparison arbitrarily with the motive of ending the thread. There is a widely recognized corollary that any such ulterior-motive invocation of Godwin’s law will be unsuccessful.[7]

Godwin’s law applies especially to inappropriate, inordinate, or hyperbolic comparisons of other situations (or one’s opponent) with Hitler or Nazis or their actions. The law and its corollaries would not apply to discussions covering genocidepropagandaeugenics (racial superiority) or other mainstays of Nazi Germany, nor, more debatably, to discussion of othertotalitarian regimes, since a Nazi comparison in those circumstances may be appropriate. Whether it applies to humorous use or references to oneself is open to interpretation, since this would not be a fallacious attack against a debate opponent.

However, Godwin’s law itself can be abused, as a distraction, diversion or even censorship, that fallaciously miscasts an opponent’s argument as hyperbole, especially if the comparisons made by the argument are actually appropriate. A 2005 Reason magazine article argued that Godwin’s law is often misused to ridicule even valid comparisons.[8] Similar criticisms of the “law” (or “at least the distorted version which purports to prohibit all comparisons to German crimes”) have been made by Glenn Greenwald.[9]

[edit]History

Godwin has stated that he introduced Godwin’s law in 1990 as an experiment in memetics.[2]

Godwin’s law does not claim to articulate a fallacy; it is instead framed as a memetic tool to reduce the incidence of inappropriate hyperbolic comparisons. “Although deliberately framed as if it were a law of nature or of mathematics, its purpose has always been rhetorical and pedagogical: I wanted folks who glibly compared someone else to Hitler or to Nazis to think a bit harder about the Holocaust,” Godwin has written.[10]

O Tea Party Brasileiro

Do BLOG DO ROVAI (Update devido ao Karl: Renato Rovai é editor da revista Fórum outro mundo em debate.):

A estudante de Direito Mayara Petruso atendendo ao chamado da campanha tucana que transformou a campanha numa guerra entre gente limpinha e a massa fedida, principalmente a que reside no Nordeste e vive do Bolsa Família, escreveu as mensagens reproduzidas acima na noite de domingo, logo após o anúncio da vitória de Dilma Roussef.

A estudante é uma típica paulistana de classe média alta. Um tipo que não gosta de estudar, adora consumir e que considera nordestino um ser inferior. Nada mais comum em almoços de domingo nos ambientes dessa elite branca paulistana do que ouvir gente falando coisas semelhantes ao que escreveu Mayara Petruso na sua conta no tuiter. Na cabeça da menina, ela não deve ter falado nada demais. Afinal, é isso que deve ouvir desde criança entre familiares e amigos.

Fui ao orkut de Mayara para checar minhas desconfianças. E confirmei tudo que imaginava. Ela deve morar na região Oeste de São Paulo, onde vive este blogueiro há muito tempo e onde este preconceito é ainda mais latente do que em outras bandas da cidade. Digo isto porque uma de suas comunidades é a do “Parque Villa Lobos”. Se morasse na Mooca provavelmente nem se lembraria de tal parque. Se vivesse nos Jardins, citaria o do Ibirapuera.

Mas há outras comunidades que revelam mais profundamente a alma da “artista” que escreveu o post mais famoso do pós-campanha. Um post que levou o debate sobre a questão do preconceito ao Nordeste ao TT mundial no tuiter.

A elas: “Perfume Hugo Boss, Eu acho sexy homens de terno, Rede Globo, CQC, MTV, Magoar te dá Tesão? e FMU Oficial”.

Não vou comentar suas comunidades “Eu acho sexy homens de terno” e nem “Magoar te dá tesão?” por considerar tais opções muito particulares. Mas em relação ao fato da moça estudar na FMU, a Faculdade Metropolitanas Unidas, queria fazer algumas considerações. Nada contra a instituição ou aos que nela estudam, mas pela situação social da garota, ela deve ter estudado em escola particular a vida inteira e se fosse um pouco mais esforçada teria entrado numa faculdade onde a relação candidato/vaga é um pouco mais dura.

Ou seja, como boa parte dessa classe média alta paulistana, Mayara é arrogante, mas não se garante. Muita garota da periferia, sem as mesmas condições econômicas que ela deve ter conseguido vôos mais altos, deve já ter obtido mais conquistas do que a de poder consumir o que bem entende por conta da boa situação financeira da família.

Ontem, Mayara pediu desculpas pelo “erro”. Disse que afinal de contas “errar é humano” e que “era algo pra atingir outro foco” e que “não tem problema com essas pessoas”. Não desceu do salto alto nem pra se penitenciar. Preferiu fazer de conta que era uma coisa menor, ao invés de pedir perdão, afirmar que era um erro injustificável e que entendia toda a revolta que seu post produzira.

“MINHAS SINCERAS DESCULPAS AO POST COLOCADO NO AR, O QUE ERA ALGO PRA ATINGIR OUTRO FOCO, ACABOU SAINDO FORA DE CONTROLE. NÃO TENHO PROBLEMAS COM ESSAS PESSOAS, PELO CONTRARIO, ERRAR É HUMANO, DESCULPA MAIS UMA VEZ.”

Ela foi criada para isso. Para dispensar esse tipo de tratamento a nordestinos e pobres e por isso a dificuldade de ser mais humilde. É difícil para esse grupo social entender que preconceito é crime por ensejar um tipo de xenofobia que coloca quem o pratica no mesmo patamar de um tipo como Hitler. Ela odeia nordestinos. Ele odiava judeus. A diferença é que ela não pode afogar de fato aqueles que vivem na parte de cima do mapa. Já o alemão pôde fazer o que bem entendia com aqueles que julgava ser um estorvo na sociedade que governava.

Mas Mayara é o produto de um tipo de discurso. Ela não merece ser responsabilizada sozinha por isso. Talvez seja o caso de alguma entidade vinculada à cultura nordestina mover um processo contra a estudante. Menos pra tirar dinheiro ou coisa do gênero, mais para utilizar o caso como exemplo. E fazer com que ela atue em espaços vinculados à cultura da região para aprender a ter mais respeito com a história e com o povo dessa parte do Brasil.

Os verdadeiros culpados são outros. São aqueles que com seus discursos preconceituosos têm alimentado esse separatismo brasileiro. E em boa medida isso se dá pela nossa “linda e bela” mídia comercial e mesmo pela manifestação de um certo setor da política que sempre que pode busca justificar a vitória da aliança liderada pelo PT como produto do “dinheiro dado a essa gente ignara e preguiçosa que vive no Nordeste a partir do Bolsa Família”. Ou Bolsa 171, nas palavras de Mayara.

Mas esse comportamente também é produto de um tipo de preconceito velhaco que nunca foi combatido de forma educativa e que é alimentado diariamente nos ambientes familiares dessa elite branca. Cláudio Lembo sabia do que estava falando quando usou essa expressão. Ou começamos a discutir esse preconceito com seriedade, tentando combatê-lo com leis claras, educação e cultura ou corremos o risco de mesmo avançando em aspectos econômicos, retroceder do ponto de vista de outras conquistas democráticas.

Afinal, ainda há quem ache que pregar a morte daqueles que pensam diferente é apenas um problema de foco.

Atualizando: A Juliana Freitas me envia um vídeo feito por ela que demonstra como Mayara é muitos. É um vídeo triste, mas merece ser visto.

Leonard sim, Holowitz não, e o canal YOUTUBE do ABC

Recebi hoje estes links do Balu (Lucas Hypolito, gerente do Anel de Blogs Científicos):

Professor, consegui colocar sua entrevista da thathi tv no youtube.
Abaixo segue os links das 4 partes.

Esse é o nosso canal no youtube:

http://www.youtube.com/ldccabc

O que o senhor achou?

[]`s
Balu

Daqui a pouco o pessoal vai achar que eu gosto de dar entrevista e aparecer na mídia. Não, eu não gosto, isso já me causou muitos problemas, mas faz parte do Projeto de Divulgação Científica aprovado pelo CNPq (preciso fazer o relatório em dezembro!) e eu preciso me acostumar.

A explicação de por que os cientistas tem um pé atrás com entrevistas é dada na própria entrevista. Por exemplo, ao me entrevistar, Ricardo Mioto perguntou se eu preferia uma entrevista por telefone ou uma entrevista por escrito. Bom, eu não entendo essa obsessão dos jornalistas por entrevista por telefone (como é que eles gravam?) e respondi que preferia responde por email.

Eu entendo e concordo que a reportagem da Folha só podia pegar algumas frases de cada pesquisador mas… se você olhar bem, todas as minhas frases falam de mulher! Depois vão achar que eu sou um Feynman pegador (não, eu não sou!) ou um Wolowitz desesperado (OK, eu sei que coloquei o perfil desejado aqui, mas acho que estou mais para Leonard…).

Sendo assim, reproduzo a minha resposta completa ao Mioto:

Oi Mioto,

Bom, acho que o pessoal de ciências gosta do TBBT por causa justamente da caricatura (caricaturas são melhores do que fotos realistas para ressaltar as características de uma pessoa). Dado que o Gleiser nao é um geek tipico (definicao de geek = nerd com namorada), acho que ele nao se identifica com a série. Fazer o quê?

Outro elemento interessante é que, dado que a série tem a assessoria de um físico profissional, as piadas possuem vários níveis de leitura, desde o nerdsexualismo (como diria PC Siqueira) explicito que todo mundo entende até sutilezas sobre brigas sobre a ordem dos autores em papers, ou a discussao da Leslie com o Sheldon sobre qual teoria é melhor, se Superstrings ou Quantum Loop Gravitiy, que só quem é de dento ou lê Scientific American poderia entender, suponho.

Lembro também que Leslie não aceitou o argumento de Leonard de que as duas teorias tem seu mérito. Ela respondeu: “sim, mas criaremos nossas crianças acreditando em qual teoria?”, uma piada muito inteligente sobre o papel da fé na física de fronteira…

Minhas filhas adoram o Sheldon, embora me digam que não entendem nada do que ele fala. Riem de como ele fala… Ou seja, tem vários níveis de leitura, é diferente, neste aspecto, do Two and Half Man (do mesmo produtor).

Outro aspecto é que os nerds ali são arrogantes o suficiente para estarem por cima, ao contrário de Friends, por exemplo, onde o cientista (o paleontólogo Ross) era um coitado (embora tenha ficado com a Jennifer Aniston!)

Vamos fazer o seguinte: eu faço um post no SEMCIENCIA perguntando para meus amigos fisicos do por que eles gostam da TBBT, envio pra eles, eles respondem e se vc quiser, você coleta os dados na janela de comentários.

Sobre outras séries, sou fã da Galactica (acho uma ótima discussao do sistema democrático, da guerra do Iraque etc – vc viu o primeiro episódio da terceira temporada onde os mocinhos são os homens bomba???)

Aprecio O Mentalista, House, CSI e outros dessa leva de séries onde “Smart is the new sexy”. É um refresco, depois de décadas de Charming, Buffy e outras séries New Age.

Mas, Galactica realmente precisaria de uma análise mais aprofundada (ela ganhou o EMMY de melhor série dramatica, acho). E tem agora o prequel CAPRICA, que ainda não assiti.

Se precisar de mais opiniões, estou por aqui, por que vc sabe que sou cheio das opiniões…. ahahahah

Abracos, e diga ao Reinaldo que não esqueci, pago o livro amanha!

Osame

PS: Ainda bem que reli o email… Agora lembrei que ainda não paguei o livro do Reinaldo Lopes!

Eu apareci na Folha! Obrigado Mioto…

 

Físicos aprovam “séries nerds” de TV como cientificamente precisas

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RICARDO MIOTO
DE SÃO PAULO

“Todo mundo na faculdade de física adora “The Big Bang Theory”, a gente fala “bazinga!” toda hora, pra tudo”, diz Luiza Maurutto, 19, aluna de física na USP.

“Bazinga!” é a marca registrada de Sheldon Cooper, físico nerd que é protagonista dessa série de televisão. Ele usa a expressão sempre que quer deixar claro que está sendo irônico –físico estereotipado, entre as suas limitações sociais está o fato de ele não compreender o sarcasmo, e por isso achar que ninguém mais consegue.

Cientistas desenvolveram juntos fita adesiva inspirada em patas de lagartos
Físicos desvendam mistério das bolhas de sabão

Impressiona, então, que, em vez de irritar os físicos, a nerdice e a incapacidade de Sheldon de se relacionar com outros seres humanos normalmente tenham feito que ele ganhasse uma vasta legião de fãs nos departamentos de física.

Paulo Nussenzveig, professor de física da USP, conta, por exemplo, que é fã da série e já ter até levou cenas para a sala de aula.

A admiração pelo personagem e pelo programa de TV, que já vai para a sua quarta temporada nos EUA, tem ao menos dois grandes motivos.

PIADA, MAS COM RIGOR

O primeiro é que os físicos consideram –e eles se importam tremendamente com isso– que a série é cientificamente precisa. Os personagens, dizem, não cometem uma única impropriedade, e mesmo as piadas não perdem o rigor científico.

O grande responsável por isso é David Saltzberg, físico da Universidade da Califórnia em Los Angeles e consultor da série. Ele decide quais equações estarão nas lousas, quais livros-texto os personagens vão carregar e quais comentários científicos farão.

“The Big Bang Theory” é a série mais popular, mas outras com temática científica têm consultores semelhantes –e também conquistaram os pesquisadores. Uma delas é “Numb3rs”, em que um gênio da matemática usa o seu conhecimento para resolver crimes, mas há várias.

“Aprecio “The Mentalist”, “House”, “CSI” e outras dessa leva de séries no estilo “smart is the new sexy” [algo como "sexy agora é ser inteligente']“, diz o professor de física da USP Osame Kinouchi. “É um refresco, depois de décadas de séries como “Buffy, a Caça-Vampiros”.”

ABRAÇO DE CIENTISTA

No caso de “The Big Bang Theory”, o segundo motivo pelo qual os físicos gostam da série é que, afinal, eles têm mesmo muitos colegas que lembram o Sheldon.

“Tenho vários amigos assim, a série é muito verdade. Bem nerds, que só falam de física. Amigos que, quando todos estão almoçando, ficam fazendo conta num papelzinho, que têm dificuldade para se relacionar, para abraçar, até para falar com mulher”, diz Maurutto.

Saltzberg, o consultor da série, comentou para a Folha esse fenômeno da onipresença de sheldons nas turmas de físicos pelo mundo.

“Todo mundo diz conhecer um Sheldon, mas ninguém diz ser um. A matemática não bate”, brinca. “Mas talvez surpreenda que aqui na minha universidade, a UCLA, eu tenho visto muitas jovens mulheres totalmente apaixonadas pelo Sheldon.”

FÍSICO NÃO É COITADO

Os físicos apontam, ainda, mais fatores que agradam nessas séries.

“Os nerds em “The Big Bang Theory”, por exemplo, são arrogantes o suficiente para estarem por cima. É diferente de Friends, em que o cientista, o paleontólogo Ross, era um coitado… embora ele tenha ficado com a Jennifer Aniston”, diz Kinouchi. “E acho que os físicos gostam também porque (quase) todos estamos procurando nossa Penny, não?”, brinca, em referência à atraente garçonete loira que é personagem da série e acaba se envolvendo com o físico que mora com Sheldon.

Alguns cientistas, porém, até gostam da série, mas fazem algumas ressalvas sobre a criação de estereótipos.

Um deles é o colunista da Folha e professor do Dartmouth College (EUA) Marcelo Gleiser, que acha que levar à televisão a imagem do cientista como um ser com dificuldades para se ajustar socialmente pode acabar ridicularizando a carreira.

A maioria dos cientistas ouvidos pela Folha, porém, discorda. “Estereótipo é parte da comédia. É ele que provê todo o pilar da piada. Eu não levo seu uso tão a ferro e fogo assim”, diz Daniel Doro Ferrante, físico brasileiro da Syracuse University (EUA).

Saltzberg segue essa linha. “Os físicos de “The Big Bang Theory” mostram uma profunda paixão pelo que eles fazem, a mesma paixão que os melhores cientistas têm.”

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Divulgação

THE BIG BANG THEORY
Sinopse: Dois físicos, Sheldon e Leonard, dividem um apartamento. Eles são vizinhos de Penny, uma garçonete que não sabe nada de ciência, mas têm habilidades sociais bem maiores do que eles. A dupla tem dois amigos nerds, Howard e o indiano Raj, que não consegue falar com mulheres. Estreou em 2007, nos EUA. No Brasil, é transmitido pela Warner Channel

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HOUSE
Sinopse: Gregory House é um médico mal humorado que faz os diagnósticos mais difíceis de um hospital dos EUA. Médicos reais, porém, lembram que “House”, apesar de dar uma boa ideia de como funciona um hopital, tem uma boa quantidade de “licenças poéticas”. Estreou em 2004 nos EUA. No Brasil é transmitido pela Universal Channel e pela Record

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CSI
Sinopse: É uma das séries mais tradicionais com temática científica. Ela gira em torno das investigações realizadas por cientistas forenses nos EUA, que desvendam crimes e mortes em circunstâncias misteriosas. Estreou em 2000 nos EUA. No Brasil é transmitido pelo canal AXN e pela Record

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THE MENTALIST
Sinopse: Patrick Jane vive na Califórnia e ajuda a agência de investigações local a resolver crimes. Para isso, usa e abusa da observação e do raciocínio lógico. Antes de ter esse trabalho, ele ganhava a vida como médium, mas não acreditava ter nenhum poder especial –tinha consciência que era uma fraude. Estreou em 2008 nos EUA. No Brasil, é transmitido pela Warner Channel e pelo SBT.

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NUMB3RS
Sinopse: Charlie Eppes ajuda seu irmão Don Eppes, que é agente do FBI, a resolver crimes. Charlie é um gênio de matemática e, com seu brilhantismo, sempre encontra uma forma de solucionar o caso utilizando seu conhecimento. Estreou em 2005 nos EUA e deixou de ser produzido em maio de 2010. No Brasil, é transmitido pelo canal A&E

Por que você gosta do The Big Bang Theory?

Foi a pergunta que Ricardo Mioto da Folha me fez (acho que ele está fazendo uma reportagem sobre o tema). Dado que não posso responder pelos meus colegas físicos, abro o espaço (nos comentários) para suas respostas.

Engraçado que, pelo que percebi, os biólogos não gostam de TBBT. Por que será?

Minha resposta a Mioto:

Oi Mioto,

Tinha escrito uma resposta enorme, mas o Google Chrome travou!

Bom, acho que o pessoal de ciências gosta do TBBT por causa justamente da caricatura (caricaturas sao melhores do que fotos realistas para ressaltar as características de uma pessoa). Dado que o Gleiser não é um geek típico (definição de geek = nerd com namorada), acho que ele não se identifica com a série. Fazer o que?

Outro elemento interessante é que, dado que a série tem a assessoria de um físico profissional, as piadas possuem vários níveis de leitura, desde o nerdsexualismo (como diria PC Siqueira) explícito que todo mundo entende até sutilizas sobre brigas sobre a ordem dos autores em papers, ou a discussão da Leslie com o Sheldon sobre qual teoria é melhor, se Superstrings ou Quantum Loop Gravitiy, que só quem é de dento ou lê a Scientific American poderia entender, suponho.

Lembro também que Leslie não aceitou o argumento de Leonard de que as duas teorias tem seu mérito. Ela respondeu: “sim, mas criaremos nossas crianças acreditando em qual teoria?”, uma piada muito inteligente sobre o papel da fé na física de fronteira…

Minhas filhas adoram o Sheldon, embora me digam que não entendem nada do que ele fala. Riem de como ele fala… Ou seja, tem vários níveis de leitura, é diferente, neste aspecto, do Two and Half Man (do mesmo produtor).

Outro aspecto é que os nerds ali são arrogantes o suficiente para estarem por cima, ao contrário de Friends, por exemplo, onde o cientista (o paleontólogo Ross) era um coitado (embora tenha ficado com a Jennifer Aniston!)

Vamos fazer o seguinte: eu faço um post no SEMCIENCIA perguntando para meus amigos físicos do por que eles gostam da TBBT, envio pra eles, eles respondem e se você quiser, você coleta os dados na janela de comentários.

Sobre outras séries, sou fã da Galactica (acho uma ótima discussão do sistema democrático, do terrorismo, da guerra do Iraque etc – você viu o terceiro episódio da terceira temporada onde os mocinhos são os homens bomba???)

Aprecio O Mentalista, House, CSI e outros dessa leva de séries onde “Smart is the new sexy”. É um refresco, depois de décadas de Charming, Buff e outras séries New Age.

Mas, Galactica realmente precisaria de uma análise mais aprofundada (ela ganhou o EMMY de melhor série dramática, acho). E tem agora o prequel CAPRICA, que ainda não assiti.

Se precisar de mais opiniões, estou por aqui, por que você sabe que sou cheio das opiniões…. ahahahah

Abraços, e diga ao Reinaldo que não esqueci, pago o livro amanhã!

Osame 

 PS: Esqueci de dizer, acho que os físicos gostam também porque (quase) todos estamos procurando nossa Penny, não?