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Espírito Natalino: Doe para o SETI@HOME

Alguns teóricos da conspiração acham que Jesus era um ET e a estrela de Belém era um UFO. Já outros conspiracionistas creem firmemente que Jesus nunca existiu. OK, também tem aqueles que acham que Jesus era filho de Maria com um soldado romano. E, por que não, ele poderia ser um viajante do tempo também! Bom, eu sei que você tem que escolher entre alguma das teorias (e dizer por que a sua é melhor que a do vizinho), mas em todo caso, com espírito Natalino, doe para o…

SETI@home
 

 


Winter 2012
Dear OsameKinouchi:In 2012, Americans spent more than $6 billion on political campaigns. (That’s 15,000 times the annual SETI@home budget). And during the presidential campaign, none of the candidates mentioned SETI@home even once.

That’s OK. We understand that SETI isn’t a federal priority, and that no flood of federal dollars will be headed our way. But we hope that we’re still one of your priorities. SETI@home and the rest of the Berkeley SETI projects depend on your donations in order to keep going.

If you’ve already donated this fall, we thank you. If you haven’t, or if you liked the process so much you’d do it again, please consider making a donation by going to this link:

http://setiathome.berkeley.edu/sah_donate.php

We promise we won’t spend it on commercials.

- Eric Korpela, SETI@home Project Scientist

 

 

 

 

 

 


The University of California is a nonprofit educational and research organization governed by the provisions of Section 501(c)(3) of the Internal Revenue Code. Donations are tax deductible for residents of the United States and Canada.

A importância dos agradecimentos no paper

27/09/2012 - 08h00

Pesquisador prestativo melhora produção científica dos colegas

RICARDO BONALUME NETO
DE SÃO PAULO

O cientista discreto, mas que ajuda os colegas com conselhos e dicas, pode estar fazendo mais pela ciência do que aquele pouco colaborativo mas que é uma estrela na profissão. Um comentário baseado em um estudo curto publicado na revista “Nature” nesta quinta, 27 de setembro, deixa claro o motivo.

O pesquisador Alexander Oettl, do Instituto de Tecnologia da Geórgia (EUA), estudou os “agradecimentos” a cientistas que não eram coautores em artigos científicos na área de imunologia desde 1950. E descobriu que, quando esses cientistas, todos líderes e “pesquisadores principais” (ou seja, chefes de sua equipe de pesquisa), morriam de repente, os artigos dos seus colegas mais jovens perdiam qualidade — medida pelo “impacto”, isto é, o número de citações que geravam em artigos de outros pesquisadores.

Já os cientistas cujos colegas seniores eram pouco colaborativos não chegavam a perder qualidade, ou “impacto”, na sua produção científica.

“Tradicionalmente, a ciência tem sido uma busca individual, em que as pessoas têm sido avaliadas pela sua produção pessoal e realizações. Mas a descoberta depende cada vez mais do trabalho em equipe, e ainda assim os cientistas estão sendo julgados apenas pelo que eles mesmos realizam”, escreveu Oettl em artigo na “Nature”.

Graças às modernas ferramentas de computação, ele conseguiu garimpar dados de qualidade. Checou em detalhes os arquivos de uma revista científica da área de imunologia, o “Journal of Immunology”, entre 1950 e 2007; ou seja, mais de 50 mil artigos. E, para saber quais pesquisadores teriam morrido no período, extraiu dados de mais de 400 mil notas na “newsletter” da Associação Americana de Imunologistas.

Ele achou 149 “pesquisadores principais” que morreram no meio da carreira. E 63 deles estavam entre os 20% que mais recebiam agradecimentos. Eram os que mais ajudavam seus colegas mais jovens.

“Meus resultados sugerem que os cientistas que são prestativos têm um impacto importante sobre as carreiras dos seus colegas – e têm sido subestimados por um empreendimento científico que premia o desempenho individual acima de tudo. É hora de olhar mais de perto quais qualidades que mais valorizamos nos cientistas. Os pesquisadores que geram inúmeros trabalhos de alto impacto podem ter pouco tempo para discutir os problemas, criticar manuscritos ou serem mentores de estudantes. Aqueles que produzem um fluxo de artigos medianos podem ter um impacto muito mais positivo sobre as carreiras das pessoas ao seu redor. Pesquisadores que procuram colaboradores podem, por vezes, optar por um colega prestativo que não é uma grande força em seu campo em vez de um cientista estrela de rock que raramente responde a e-mails”, escreveu o pesquisador.

Yankee Go Home

Ianques vão para casa, brinca esta imagem. Em outra placa: Marte para os marcianos  Foto: Reprodução

A batalha dos cientistas

Para participar dca votação, ver aqui. Tem algum defeito nas votações do Hawking, pois eu votei várias vezes nele mas continua com zero vitórias…

CLASSIFICAÇÃO

Albert Einstein (1879 – 1955)
12473 duelos vencidos
1

Isaac Newton (1643 – 1727)
11642 duelos vencidos
2

Louis Pasteur (1822 – 1895)
8804 duelos vencidos
3

Charles Darwin (1809 – 1882)
8705 duelos vencidos
4

James Clerk Maxwell (1831 – 1879)
7884 duelos vencidos
5

Marie Curie (1867 – 1934)
7500 duelos vencidos
6

Dmitri Ivanovich Mendeleev (1834 – 1907)
7153 duelos vencidos
7

Ernest Rutherford (1871 – 1937)
7136 duelos vencidos
8

Linus Pauling (1901 – 1994)
7096 duelos vencidos
9

Max Planck (1858 – 1947)
6558 duelos vencidos
10

Paul Dirac (1902 – 1984)
5894 duelos vencidos
11

Werner Heisenberg (1901 – 1976)
5801 duelos vencidos
12

Peter Higgs (1929)
5674 duelos vencidos
13

Henry Cavendish (1731 – 1810)
5259 duelos vencidos
14

Antonie van Leeuwenhoek (1632 – 1723)
4998 duelos vencidos
15

Erwin Schrodinger (1887 – 1961)
4936 duelos vencidos
16

Ivan Pavlov (1849 – 1936)
4510 duelos vencidos
17

Luc Montagnier (1932)
4347 duelos vencidos
18

Stephen Hawking (1942)
0 duelos vencidos
19

 

História de Tudo em 1 min e 44 segundos, Barenaked Ladies, TBBT

Via Ciênsinando, de Gabriel Cunha:

Link para o YouTube > http://youtu.be/e0p04CLd0gk?hd=1

The History of Everything / A História de Tudo (Barenaked Ladies)

(letra traduzida de The Big Bang Theory Brasil; original em Inglês no site)

Todo o nosso universo estava em um estado quente e denso
Então há uns 14 bilhões de anos a expansão começou.
Espera…

A Terra começou a esfriar,
Os autótrofos começaram a babar,
Neandertais criaram ferramentas,
Construímos a muralha (construímos as pirâmides),
Matemática, ciência, história, desvendando os mistérios,
Tudo começou com o Big Bang!

“Desde o começo da humanidade” nem faz tanto tempo,
Já que cada galáxia foi formada em menos tempo do que leva pra cantar essa música.

Uma fração de segundo e os elementos foram feitos.
Os bípedes ficaram de pé,
Os dinossauros todos chegaram ao seu fim,
Eles tentaram escapar mas se atrasaram
E todos morreram (congelaram o rabo)
Os oceanos e a pangéia
Até mais, não ia querer ser você
Postos em movimento pelo mesmo Big Bang
Tudo começou com o Big Bang!

Está expandindo infinitamente mas um dia
fará as estrelas irem para o lado contrário
Colapsando para dentro, não estaremos aqui, não seremos feridos
Nossos melhores e mais brilhantes acham que fará um Bang maior ainda!

Australopithecus ficaria de saco cheio de nós
Discutindo enquanto pegavam veados (nós pegamos vírus)
Religião ou astronomia, Encarta, Deuteronômio
Tudo começou com o Big Bang!

Música e mitologia, Einstein e astrologia
Tudo começou com o Big Bang!

Por que os estudantes se desanimam com a Universidade?

Acho que quadros similares poderiam ser feitos para outras disciplinas…

Literatura Nerd – #1 – Space Opera

O Meme do Meme do Meme

Quando eu li o Gene Egoísta de Richard Dawkins na década de 80, eu não imaginava que um dia o Meme estaria na Globo…

Homenagem a Kim Jong II

A Evolução dos Evangélicos