Meio século atrás, os cientistas encaravam com ironia a possibilidade de existirem outros universos além deste que habitamos. Tal hipótese não passava de um delírio digno de Alice no País das Maravilhas - e que, de todo modo, jamais poderia ser comprovada experimentalmente. Os desafios propostos pela Teoria da Relatividade e pela física quântica para o entendimento de nosso próprio universo já eram suficientemente complexos para ocupar gerações e gerações de pesquisadores. Entretanto, diversos estudos independentes entre si, conduzidos por cientistas respeitados em suas áreas de atuação – teoria das cordas, eletrodinâmica quântica, teoria da informação -, começaram a convergir para o mesmo ponto: a existência de universos paralelos – o multiverso – não só é provável como passou a ser a explicação mais plausível para diversos enigmas cosmológicos.
Em A realidade oculta, Brian Greene – um dos maiores especialistas mundiais em cosmologia e física de partículas – expõe o fantástico desenvolvimento da física do multiverso ao longo das últimas décadas. O autor de O universo elegante passa em revista as diferentes teorias sobre os universos paralelos a partir dos fundamentos da relatividade e da mecânica quântica. Por meio de uma linguagem acessível e valendo-se de numerosas figuras explicativas, Greene orienta o leitor pelos labirintos da realidade mais profunda da matéria e do pensamento.
“Se extraterrestres aparecessem amanhã e pedissem para conhecer as capacidades da mente humana, não poderíamos fazer nada melhor que lhes oferecer um exemplar deste livro.” – Timothy Ferris, New York Times Book Review
Você pode fazer um exercício para entender como as metáforas linguísticas (“a máquina econômica” etc.) revelam a presença de metáforas cognitivas (“a Economia é um tipo de máquina”). Para tanto, basta examinar um texto jornalístico ao acaso e grifar, com aquelas canetas coloridas, as metáforas linguísticas presentes.
Restringindo às metáforas científicas (ou seja, não dando atenção às onipresentes metáforas futebolísticas, esportivas ou guerreiras), eu sugiro usar as cores violeta para metáforas matemáticas, azul para metáforas físicas, verde para metáforas biológicas, amarelo para metáforas sociológicas e vermelho para outras metáforas coloquiais, não científicas.. Você vai ficar espantado ao verificar como o texto escolhido, se for relativamente grande, ficará pintado em diversas cores metafóricas.
Isso se dá porque as pessoas tanto pensam metaforicamente como se expressam usando metáforas, e estas são facilmente compreensíveis pelos leitores ou receptores. Em um nível mais profundo, Lakoff e Johnson afirmam que o próprio pensamento humano, a própria cognição, se baseia em metáforas fundamentais.
Uma mensagem a todos os membros de Movimento Marina Silva
Nova Política em Movimento
O site novapolitica.com.br, lançado há 2 semanas, já conta com 850 participantes!
Na nova plataforma do Movimento por uma Nova Política é possível acompanhar a agenda dos coletivos estaduais e temáticos, que estão começando a se organizar.
O Movimento lançou o seu primeiro coletivo estadual em São Paulo no último sábado, dia 19 de novembro, possibilitando o encontro e o diálogo de pessoas de diferentes partidos e setores da sociedade, comprometidas com o aprofundamento da democracia e da sustentabilidade.
Estiveram presentes Marina Silva, o Senador Eduardo Suplicy (PT) , os Deputados Federais Alfredo Sirkis (PV) e Ricardo Tripoli (PSDB), Muna Zein – representando a Deputada Federal Luiza Erundina (PSB) – Ricardo Young, Fábio Feldman, Sérgio Xavier, Soninha Francine, Walter Feldmann, Célio Turino, Oded Gragew, José Eli da Veiga e mais de 300 sonhátic@s.
Em seu discurso, Marina Silva disse que quer continuar sendo uma mantenedora de utopias. Com relação ao Movimento, enfatizou que deve ser maior do que pretensões de partido, deve ser amplo, com pessoas de diferentes partidos ou sem partido, unidas por princípios: “vamos espalhar glóbulos vermelhos e glóbulos brancos na defesa do planeta, na defesa da sustentabilidade”.
Marina utilizou uma “fita de Möbius” para demonstrar que, ligados por princípios, seremos capazes de conviver com as diferenças e permanecer unidos e maiores: “nós somos uma superfície de sustentação para os sonhos, para as causas, para os projetos, para as novas utopias”.
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