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IV Escola Latino Americana de Neurociência Computacional (LASCoN 2012)

IV Latin American School on Computational Neuroscience - LASCON 2012

University of São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brazil

January 15 – February 10 2012

The fourth edition of the Latin American School on Computational Neuroscience – LASCON IV will be held at the University of Sao Paulo at Ribeirao Preto, Sao Paulo State, Brazil. The school will last for four weeks and will cover topics as: biophysically detailed single neuron models;  simplified neuron models; neural network models; synaptic plasticity and memory models; system-level brain models; information theory and spike train analysis; and computational cognitive neuroscience. These models will be illustrated with the use of programs like NEURON, neuroConstruct, XPP-AUTO, NEST and Matlab. The faculty is composed of an international team of world-renowned researchers in the field of computational neuroscience.

Students should be fluent in English (written/spoken) and have a solid background in life and/or hard sciences (some experience in computer programming is also desirable). Applications should be made electronically using the application form in this website. Applicants are also requested to submit a detailed CV (in English) and to provide two letters of recommendation. The number of students is limited to 28 so that student selection will be competitive and based on the information provided. Costs for accommodation and meals will be covered by the school organization. There is no registration fee for the school. The school will not give travel support for students, who are encouraged to apply for this to both national and international funding agencies.

At the end of the school students will present preliminary results of simulation projects developed during the school. These projects will be made in groups of two students, and the decisions on the project themes will be made during interviews of students and the school organizer and lecturers in the middle of the second week of school. Student groups will work on the chosen projects during the rest of the school, in parallel with the other activities, and make a first presentation of the progress achieved at a poster session in the beginning of the final week of school. Then, based on suggestions and comments made by lecturers and other students during the poster session, student groups will resume their work and present their final results orally on the last day of school.

Before arriving at LASCON, students are encouraged to study the material under the “Resources for Students” link in the LASCON webpage. It contains basic stuff that students will need to know to follow the classes.

Application Deadline: September 10, 2011

Organizing Committee

Organizer

Antonio Roque
(University of Sao Paulo, Ribeirao Preto, SP, Brazil)

Local Organizers

Denise Arruda
Diogo Vieira
Julian Tejada
Lucas Figueira
Rafael Arantes
(University of Sao Paulo, Ribeirao Preto, SP, Brazil)

Scientific Committee

Antonio Roque
(University of Sao Paulo, Ribeirao Preto, SP, Brazil)

Arnd Roth
(University College, London, UK)

Osame Kinouchi
(University of Sao Paulo, Ribeirao Preto, SP, Brazil)

Reynaldo Pinto
(University of Sao Paulo, Sao Carlos, SP, Brazil)

Rodrigo Oliveira
(Champalimaud Neuroscience Programme, Lisbon, Portugal)

Rodrigo Publio
(University of Sao Paulo, Ribeirao Preto, SP, Brazil)

Volker Steuber
(University of Hertfordshire, Hatfield, UK)

 

Avanços na pesquisa em depressão (2011)

VICENT VAN GOGH

Vincent Willem Van Gogh (Zundert, 30 de Março de 1853 – Utrecht, 29 de Julho de 1890) foi um pintor neerlandês, considerado o maior de todos os tempos desde Rembrandt, apesar de durante a sua vida ter sido marginalizado pela sociedade.

A sua vida foi toda ela um malogro. Ele falhou em todos os aspectos importantes para o seu mundo, em sua época. Foi incapaz de constituir família, incapaz de custear a sua própria subsistência, mesmo incapaz de manter contactos sociais. Sucumbiu a uma doença mental.

A sua fama póstuma cresceu especialmente após a exibição de 71 das suas obras em Paris, a 17 de Março de 1901. Somente após a sua morte lhe tributaram reconhecimento. Com o conceito do gênio, o público burguês, cujos valores durante toda a sua existência o haviam desprezado, encontrou apreço a ele e à obra.

Vincent van Gogh, que sofria de depressão e cometeu suicídio, pintou o quadro acima em 1890 de um homem que emblematiza o desespero e falta de esperança sentida na depressão.

Editorial

Molecular Psychiatry (2011) 16, 686–687; doi:10.1038/mp.2011.74

Advances in depression research: 2011

J Licinio1 and M-L Wong1

This is a special issue of Molecular Psychiatry dedicated to advances in depression research. Major depressive disorder (MDD) is a substantial public health problem; it is the second cause of disability worldwide and it costs the US economy over 100 billion dollars annually. In the US, suicide, mostly a consequence of depression, is the 11th cause of death; it is the third cause of death in the 15–24 age group and the fourth cause of death in the 25–44 age group.1 In Australia depression represents the number 1 cause of non-fatal disease burden and the third fatal disease burden in Australian men. Antidepressants represent the second most widely sold class of drugs in America, the first one being analgesics. In 2008, more than 164 million prescriptions were written for antidepressants in the United States. Research in depression is therefore a public health priority.2 We are very pleased that in this issue ofMolecular Psychiatry, eight outstanding papers bring together the latest advances in this exciting and critically important area of investigation. These fall into three broad domains: (i) potential causes, (ii) pathways and mechanisms, and (iii) prevention and treatment.

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Chineses e hispânicos compartilham igreja a contragosto em Nova York

janeiro 12th, 2011 at 8:53


» by O Bruxo in: Religião

Via G1

A Igreja Metodista Unida, no bairro de Sunset Park, no Brooklyn, é tudo, menos unida.
Dois pastores pregam do mesmo púlpito e moram na mesma residência paroquial, mas mal se falam e criticam abertamente a abordagem da fé um do outro. Na ala social da igreja, dois grupos espiam um ao outro, desconfiados – um termina a refeição de arroz com feijão, enquanto o outro prepara frango asiático.
Duas congregações bem diferentes dividem o mesmo prédio: um pequeno edifício com cerca de 30 pessoas que falam espanhol e rezam aqui há décadas e uma multidão novata de mais de mil imigrantes chineses que aumenta toda semana – a congregação metodista que mais cresce em Nova York.

Os latinos dizem se sentir oprimidos e sob ameaça, enquanto os chineses, que são os locadores, afirmam se sentir reprimidos e subestimados. Mediadores foram enviados, mas com pouco sucesso. Na temporada de final de ano, houve até duas árvores de Natal.

“Este pastor é muito grosso conosco”, disse o reverendo Zhaodeng Peng, que lidera a congregação chinesa com a esposa.

O reverendo Hector Laporta, líder da igreja latina, respondeu: “Ele realmente tem um problema com a raiva.”

Esse impasse reflete um cabo de guerra que ocorre há várias gerações em Nova York, onde grupos de imigrantes -alguns estabelecidos, outros recém-chegados- se acotovelam em calçadas lotadas e em moradias apertadas, disputando espaço, casa e emprego.

Agora, essa luta está chegando até os silenciosos santuários das igrejas, à medida que congregações com restrições financeiras -especialmente aquelas de denominações mais populares, como as metodistas- encontram solução no compartilhamento do espaço. No Queens, uma igreja metodista dividida entre congregações latino-americanas e caribenhas acaba de dar espaço a uma pequena congregação paquistanesa.

Como colegas de quarto de qualquer lugar do mundo, os grupos metodistas que dividem o espaço entram em conflito quanto a banheiros sujos, música alta e luzes acesas, disse o reverendo Kenny Yi, coordenador do distrito da congregação que tentou intermediar a disputa em Sunset Park.

A igreja, construída há mais de um século por imigrantes noruegueses, oferece muita oportunidade para tensões. Há a barreira do idioma: poucos chineses falam inglês, e menos ainda falam espanhol. O espaço é apertado e precisa de reparos, e cada grupo tem uma missão diferente.

Laporta, de 55 anos, vem de uma tradição religiosa de ação social. Ele participar de reuniões para o controle do aluguel e pede a reforma da imigração em seus sermos. Laporta diz que Peng ignora o problema dos imigrantes ilegais em sua congregação. Peng, de 48 anos, foca mais nos livros sagrados. “As pessoas precisam da palavra de Deus”, ele disse.
Peng argumenta que Laporta deixa seus membros com fome espiritual. “Se a congregação precisa aprender política, pode ler o jornal”, disse Peng. “É por isso que a congregação não cresce.”

No meio estão Yi e outros membros da metodista, que devem decidir se mantêm a situação atual, intranquila, ou levam a congregação latina para outro local e dão o prédio a Peng e sua esposa e co-pastora, a reverenda Qibi She.
“Estamos apelando para Deus, para ver em que direção Ele aponta as duas congregações”, disse Yi. “Descobriremos mais cedo ou mais tarde.”

Enquanto isso, altos membros da metodista vêm tentando interferir no processo. Em 2009, Yi trouxe um mediador de fora, Kenneth J. Guest, professor de antropologia da Baruch College que estuda a religião em Chinatown, Nova York.
Guest ajudou a intermediar um contrato que estabelecia regras básicas: a igreja dos latinos teria uso exclusivo do hall social aos domingos das 12h30 às 14h. A congregação chinesa usaria o local das 14h às 19h. Nenhum dos grupos interromperia os sermos do outro.

Não funcionou. Recentemente, Laporta pegou o contrato e apontou para cada compromisso que, segundo ele, os chineses tinham violado. Eram muitos. “Eles não seguem nenhuma regra”, disse Laporta, com a voz cheia de resignação.
Peng contou que a igreja atraía tantos novos chineses que muitas pessoas não sabiam das regras. A vizinhança do lado de fora, um dos bairros mais vibrantes da cidade, de alguma forma reflete a divisão da igreja. Uma rua abriga barraquinhas de taco, bodegas equatorianas e igrejas mexicanas -enquanto na parte de cima vemos mercados de peixe e lojas de remédios de ginseng formando Chinatown.

Nos últimos anos, as empresas chinesas têm se expandido, chegando até o local da igreja. A população chinesa da área cresceu de 24 mil, no ano 2000, para 31 mil em 2009, de acordo com dados do censo.

“Eles estão por toda parte”, disse Laporta, nascido no Peru. “O que acontece aqui é o mesmo que acontece lá fora.”  A congregação latina está no prédio há cerca de 30 anos, mas diminuiu bastante passou de 60 membros para pouco menos da metade. Há seis anos a congregação começou a alugar o local para o grupo chinês.

A igreja chinesa paga a Laporta cerca de US$ 50 mil em aluguel, mais do dobro do que a congregação hispânica tem conseguido arrecadar por sua própria conta. Peng disse que pagaria mais de bom grado, e ajudaria a consertar a igreja desgastada, se pudesse expandir para o porão.

“Eles têm um prédio enorme, mas poucas pessoas”, disse Peng. “Temos as pessoas, mas não o prédio.” Read more [+]

O Despotismo de Guerra nas Estrelas e o Populismo de Jornada nas Estrelas

David Brin

A mitologia futurista elaborada por George Lucas está difundindo uma visão elitista e antidemocrática sob o disfarce de diversão escapista, em tudo diferente do universo em que navega a espaçonave Enterprise.


Página inicial A História do Futuro

Este artigo é de autoria do físico e escritor David Brin, autor de O Carteiro (The Postman), Maré Alta Estelar (Startide Rising), A Guerra da Elevação (Uplift War), Fundação – O Triunfo (Foundation’s Triumph) e outros clássicos da Ficção Científica. Foi escrito em 1999, por ocasião do lançamento do Episódio I de Guerra nas Estrelas. A versão em português foi publicada originalmente na Folha de São Paulo, de domingo, 4 de julho de 1999, caderno Mais!, páginas 8 e 9 e também pode ser lida no Centro de Mídia Independente, desde fevereiro de 2004.


“É provável que não exista nenhuma forma de governo que seja melhor do que o despotismo benévolo.”

George Lucas, a The New York Times (março de 1999)

Eu, pessoalmente, boicotei Guerra nas Estrelas – Episódio I – A Ameaça Fantasma durante uma semana inteira.

Por quê? O que existe no filme que mereça ser boicotado? Afinal, Guerra nas Estrelas (Star Wars) não é apenas uma obra de ficção científica divertida? Algumas pessoas a definem como “doce para os olhos” – uma chance de voltar à infância e passar duas horas longe das preocupações normais da idade adulta, vivendo num universo onde a distinção entre o bem e o mal é traçada de maneira inequívoca, sem todas as distinções inconvenientes que pontilham a vida diária das pessoas.

Você está com um problema? Sem problemas! É só cortá-lo ao meio com um sabre de luz. Você não adoraria, pelo menos uma vez na vida, poder penetrar na maior fortaleza de seu pior inimigo numa nave veloz e desencadear uma reação em cadeia, explodindo a estrutura inteira desde seu podre interior, enquanto você mesmo foge, em segurança, à velocidade da luz? A idéia é tão sedutora que se repete em três dos quatro filmes da série Guerra nas Estrelas.

Ganho a vida razoavelmente bem escrevendo livros e roteiros de filmes de ficção científica. Logo, Guerra nas Estrelas deveria ser um prato cheio para mim, certo?

Um dos problemas do chamado entretenimento descomprometido de hoje é que de algum modo, em meio a todos os efeitos especiais espetaculares, as pessoas tendem a perder de vista coisas simples como trama e sentido. Elas deixam de tomar nota das lições morais que o diretor está tentando transmitir. Mas essas coisas são importantes.

Já está bastante claro que George Lucas tem uma pauta de prioridades ideológicas que defende e que a leva muito a sério. Depois de quatro [atualmente cinco] filmes da série Guerra nas Estrelas, esse é um fato que já deveria ter sido percebido, mesmo por quem não vai ao cinema com o intuito de identificar a moral dos filmes. Quando a principal característica que distingue o “bem” do “mal” é até que ponto cada personagem é ou não bonitinho, existe um indicativo de que talvez valha a pena reavaliarmos a saga inteira.

Exatamente que produto nos está sendo vendido entre um take e outro?

1) As elites têm o direito inerente de governar de maneira arbitrária. Os cidadãos comuns não precisam ser consultados. Podem escolher apenas a elite que vão seguir.

2) As elites “boas” devem agir com base em seus caprichos subjetivos, independentemente de provas, argumentos ou responsabilidades.

3) Qualquer pecado pode ser perdoado se quem o cometeu for suficientemente importante.

4) Os verdadeiros líderes já nascem líderes. É uma coisa genética. O direito de governar é herdado.

5) Emoções humanas justificadas podem fazer uma pessoa boa virar má.

Esse é apenas o começo da longa lista de lições “morais” que são promovidas incansavelmente por Guerra nas Estrelas. São lições que diferenciam completamente essa saga de outras que, à primeira vista, podem dar a impressão de lhe serem semelhantes, como Jornada nas Estrelas.

Nunca gostei, sobretudo, de toda a coisa nietzschiana do Übermensch (Super-homem): a idéia (subjacente a muitos mitos e lendas) de que uma história, para ser boa, precisa ter como sujeito semideuses que são muito maiores, piores e melhores do que os comuns mortais. Trata-se de uma tradição de narrativas que vem da Antiguidade, e que acho odiosa na obra de A. E. Van Vogt, E. E. Smith, L. Ron Hubbard e qualquer outro autor no qual se vêem superseres decidindo o destino de bilhões de pessoas sem nunca parar para levar em conta quais seriam as vontades delas.

Você dirá: “Uau! Se seu ponto de vista com relação a esse assunto é tão contundente, por que fazer um boicote com duração já prevista de apenas uma semana? Para que assistir ao último filme Guerra nas Estrelas?”. Porque sou forçado a reconhecer que histórias sobre semideuses encontram eco profundo no coração humano.

Antes de passarmos para coisas divertidas, tenha um pouco de paciência comigo – quero falar a sério um pouquinho.

Em O Herói de Mil Faces, Joseph Campbell mostrou como praticamente toda cultura antiga e pré-moderna utilizava uma técnica ritmada própria para contar histórias, retratando os protagonistas e antagonistas com certas motivações e traços de personalidade constantes, num padrão que transcende as fronteiras de língua e cultura.

Nessas narrativas clássicas o herói começa relutante, mas há augúrios e sinais que antevêem sua grandeza predestinada. Ele recebe conselhos sábios de um mentor, ganha companheiros inesperados, porém leais, enfrenta uma série de crises cada vez mais críticas, explora o poço de seus próprios medos e emerge vitorioso, levando a vitória ou o talismã de volta a sua tribo, seu povo ou sua nação, que o admira profundamente.

Ao lançar luz sobre essa tradição venerada dos contadores de histórias, Campbell de fato trouxe à tona alguns traços espirituais que parecem ser comuns a todos os humanos. E sou o primeiro a admitir que é uma fórmula fantástica.

Campbell, infelizmente, destacou apenas qualidades positivas, ignorando por completo um lado muito mais sombrio – como, por exemplo, esse modelo padronizado de fábula acabou sendo cooptado por reis, sacerdotes e tiranos que o utilizaram para tecer loas à importância suprema das elites que se erguem acima dos homens e das mulheres comuns. Ou, então, a idéia implícita de que devemos sempre nos restringir a traçar variações sobre uma única história, um único tema, repetindo à exaustão a mesma trama previamente prescrita. Read more [+]

Do Veganismo Utópico ao Veganismo Científico – F. Engels

  • Regisnaldo Morais Moreira Corrigindo-me: Mônica, vc já “viu” a cara do Moby? Ele é Vegan. Tem um físico de uma samambaia com hepatite. 

    sexta às 18:44 · 
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    Mônica Guimarães Campiteli hummm… imagino que isso seja pq ele não como a “proteína animaaaaal!!!!”, né? 

    sexta às 18:44 · 
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    Regisnaldo Morais Moreira é 

    sexta às 18:45 · 
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    Regisnaldo Morais Moreira sim 

    sexta às 18:45 · 
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    Regisnaldo Morais Moreira e acho que não come ninguem, tbem! 

    sexta às 18:45 · 
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    Regisnaldo Morais Moreira Mas, admito que é vc que tem razão. Não eu. E, tbem, tenho que admitir que não consigo deixar de comer carne. 

    sexta às 18:46 ·  ·  1 pessoa
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    Mônica Guimarães Campiteli Sabe a Alícia Silverstone? Sabe a Natalie Portman? Sabe o vocal do Red Hot? Sabe o Joaquim Phoenix? Eles não têm cara de samambaia… e tem mais um monte de outros gostosos por aí!
    http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_vegans
    Acho que a proteína animal não é assim tão importante neste quesito!!
    Talvez comer alguém, seja!!! 

    sexta às 18:49 · 
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    Regisnaldo Morais Moreira Sim. Comer alguém é sempre mto importante! 

    sexta às 19:21 · 
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    Regisnaldo Morais Moreira À tempo: não vou procurar fotos de gostosões vegans, Monica. Isso é mais estranho do que não comer carne! 

    sexta às 19:22 · 
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    Rogério Gomes E planta não tem direito a vida também não???kkk 

    sábado às 00:12 · 
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    Mônica Guimarães Campiteli Afffff……. 

    sábado às 00:14 · 
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    Rogério Gomes Ue mas é verdade… só porque não chora e grita não quer dizer não sofra também…. 

    sábado às 00:15 · 
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    Mônica Guimarães Campiteli 

    Afff, Rogério, eu vou responder essa só pq vc é Biomédico, tá?!!! 

    Tudo bem que eu sei que há indícios de condução nervosa em plantas, mas pq cargas d’água, a evolução iria caminhar no sentido de causar qquer coisa que se assemelhe a sofrimen…Ver mais

    sábado às 00:27 · 
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    Rogério Gomes Eu também só estou te enchendo o saco… mas planta também tem vida? 

    sábado às 00:29 · 
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    Mônica Guimarães Campiteli Tem, sim… mas eu não tenho problema com isso, não. Eu comeria carne humana sem problemas!!! rsrsrs 

    sábado às 00:42 · 
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    Daniel Gerardi Essa é a minha prima… 

    sábado às 10:17 · 
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    Rogério Gomes Churrasco de carne humana…hum… delicia..kkk 

    sábado às 13:24 · 
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    Luis Perles Não sabia que a Natalie Portman era vegan também. Essas duas são bem gostosas… 

    sábado às 14:34 · 
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    Regisnaldo Morais Moreira Resuma esse problema sobre consumir tudo o que é vivo (e não entrar nesse impasse sobre plantas): não coma o que para vc tem cara. Ou seja, empatia de mamífero. 

    sábado às 14:39 ·  ·  1 pessoa
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    Luis Perles Pena que os seres humanos não botam ovo, seria tão mais fácil ser pró-gemada ou pró-omelete que ser pró-aborto. E mais útil também ;)  

    sábado às 14:39 ·  ·  3 pessoas
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    Regisnaldo Morais Moreira hahahaha! 

    sábado às 14:40 · 
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    Rogério Gomes O povo vai vai me criticar aqui com certeza… mas eu acho que esse lance todo de ser vegetariano, vegan, carnívoro, canibal…. é tudo um luxo daqueles que tem a possibilidade de ter um prato de comida todo dia…. quem já tem fome mesmo ta nem ai de onde ta vindo a comida…. 

    sábado às 15:03 ·  ·  1 pessoa
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    Mônica Guimarães Campiteli Sim, Rogério Gomes, certamente. Mas a questão é justamente essa! Eu tenho a opção! 

    Ontem às 00:02 · 
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    Mônica Guimarães CampiteliLuis Perles… Ridículoooooooooo!!!!!!!!!!! rsrsrsrsrsrsrrs 

    Ontem às 00:02 ·  ·  2 pessoas
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    Luis Perles ahhh, pelo menos sou coerente, rsrsrsrs 

    Ontem às 01:42 ·  ·  1 pessoa
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    Rogério Gomes 

    Seu amigo chato onívoro volto kkkk… Concordo que devemos que reduzir o sofrimento no animal durante o abate, da mesma forma existem regulamentações para uso de animais na pesquisa. Eu acho Veganismo uma filosofia bonita mas utópica, voc…Ver mais
    há 16 horas · 
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    Rogério Gomes Mas discussão sobre o assunto é boa quem sabe mude alguns hábitos… 

    há 16 horas · 
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    Mônica Guimarães Campiteli 

    Eu não acho utópica de jeito nenhum. Nem uma filosofia bonita. Apenas ética. Para mim, algumas coisas são por princípio. Não importa o quanto a ciência avançaria com cobaias humanas, não se vai inocular câncer numa pessoa saudável para estudar uma nova droga anticancer. Não importa qtas vidas serão salvas por isso. Não se faz por princípio! Não interessam os fins! No caso dos animais, (deveria ser) a mesma coisa.
    Há muitas coisas que utilizam componentes de origem animal no nosso dia-a-dia? Sim, mas elas não são insubstituíveis. São apenas mais custosas. Do meu lado, eu prefiro pagar mais caro por produtos que não contêm componentes de origem animal e não testam em animais. É o que posso fazer. Se sou a única no mundo fazendo isso, não me faz muita diferença. Eu nunca roubei o supermercado só pq os meus amigos roubavam!
    há 15 horas · 
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    Mônica Guimarães Campiteli 

    Pode me chamar de iludida, mas eu realmente acredito que as coisas estão mudando neste sentido… Hoje em dia se encontram muitos produtos organicos, veganos etc nos supermercados. Há diversos projetos de lei sendo discutidos frequentemente abordando o tema – uso de peles de animais no vestuário, uso de testes em animais na indústria de cosméticos e até na ciência. Isso em nível mundial. Acredito que um dia nós vamos ser capazes de estender nossa ética a outras espécies…
    Espero!
    há 15 horas · 
  • Osame Kinouchi Veganismo Científico vs Veganismo Utópico: no Veganismo cietifico se analiza as condições economicas objetivas para a viabilização do Veganismo. POr exemplo, é mais fácil eliminar o consumo de Tatu, Macados e Tartarugas no Brasil do que agroindustrias de carne. Feito isso, deve-se atacar a suinocultura, pois os suinos sao fontes de viroses mortais (gripe suina) e o porco é, segundo estudos recentes, mas inteligente que o cachorro (e ninguem come cachorro no Brasil). Finalmente, o combate contra a suinocultura contaria com o apoio das diversas religioes para as quais comer porco é um taboo, por exemplo, o Momonismo(?), o Adventismo e o Judaismo (e os caras sao inflouentes na sociedade). O motivo dessas religioes serem contra consumo de porco é que a carne suina é a unica carne animal com sabor da carne humana, e numa dada epoca, o judaismo lutou contra as praticas de antropofagia. Ou seja, os Vegans precisam se aliar com outras correntes de pensamento a fim de conseguir uma vitória comum. E, como não dá para tirar o carater onivoro do ser humano (a mesnos que se use eugenia genetica), podeira-se começar a comer os camaroes gigantes desenvolvidos na Australia, que contem 10X mais carne que os camarões normais e produzem menos alergia nas pessoas.. Ou seja, virariamos comedores de camarões (eu tenho um livro com 1.000 receitas com camarão), de modo que nos tornariamos tão sábios quanto as Baleias… há 6 minutos · 

O efeito Placebo e o pensamento mágico foram selecionados pela evolução?

Lendo este paper reavivou aquela ideia de que o efeito Placebo tenha sido selecionado pela evolução humana via práticas de Xamanismo. POr efeito PLacebo se entende um processo de alívio sintomático e mesmo cura espontânea induzido pela crença (fé) do paciente de que está sendo tratado por uma terapia eficaz. A hipótese seria a seguinte:

1. Durante o Paleolítico não havia tratamento médico eficaz e padronizado (ervas, cirurgias etc.). Talvez nesse período (e certamente no Neolítico) surgiram os primeiros Xamãs e diversas práticas Xamânicas de cura como cantos curativos, ervas medicinais, uso de drogas alucinógenas e psicotrópicas, mediunidade etc.

2. As práticas Xamânicas de cura possuem todos os ingredientes para um efeito Placebo eficaz, ainda usados na medicina atua, por exemplo:

  • Distanciamento entre paciente e o Xamã (Médico) que possui uma aura de grande autoridade e conhecimento e se veste diferentemente dos seres humanos comuns. Isso reforça a crença do paciente de que o Xamã (Médico) tem poder eficaz de curá-lo (acima de sua verdadeira capacidade curativa).
  • Uso de diversos tratamentos onde o efeito Placebo sempre está presente: por exemplo, como as crianças associam pilulas brancas com remédios (que lhes fazem bem após o uso) e pilulas vermelhas ou coloridas com balas e docinhos (que não têm efeito medicinal), em geral as pílulas são brancas, de modo que a eficácia medicamentosa se una ao efeito Placebo no processo de alívio e cura. É por isso que não existem pílulas coloridas na Homeopatia, por que daí elas fariam bem menos efeito.

3. Então, dado que os tratamento eficazes mesmo sem crença (drogas medicinais e cirurgias) eram de uso restrito, apareceu evolucionariamente a cura baseada no Efeito Placebo: as pessoas mais suscetíveis à fé na autoridade do Xamã (e fé no mundo espiritual do qual o Xamã é o mediador) experimentariam alívio e cura por efeito Placebo. As pessoas incapazes de ter essa fé não experimentavam este tipo de cura e demoravam mais para se restabelecer.

4. Ou seja, a fé no processo de cura (mesmo na medicina científica) adiciona ao tratamento, qualquer que seja ele, pelo menos o alívio da ansiedade gerada pela doença. Como os hormônios de stress (Cortisol etc.) são prejudiciais ao processo de recuperação da saúde, as pessoas com predisposição genética para a fé e pensamento mágico foram selecionadas pela evolução. (Obs: Entretanto neste paper se revela que os placebos funcionam mesmo se os pacientes estão conscientes de que estão tomando substâncias inócuas).

No paper abaixo se revela uma possível ligação entre a suscetibilidade ao efeito Pacebo e certas variações em genes ligados ao transporte e síntese de Serotonina. A minha hipótese sobre seleção da suscetibilidade do efeito Placebo gera as seguintes previsões experimentalmente testáveis:

  1. As pessoas com a predisposição genética ao efeito Placebo são maioria mesmo na população tratada por medicina científica, dada que esta surgiu a pouco tempo na história da humanidade.
  2. As variações genéticas que predispõe ao efeito Placebo observadas pelos autores devem estar bem mais presentes em todas as sociedades onde o Xamanismo é o principal meio de cura (culturas indígenas etc.)
  3. Deverá existir uma correlação positiva entre susceptibilidade genética ao efeito placebo e religiosidade e uma correlação negativa entre resposta a efeito placebo e ceticismo/ateísmo. Neste blog já foi discutida a relação entre TDAH e ceticismo, mas agora temos uma hipótese complementar de que religiosos portaria os alelos longos do gene 5-HTTLPR ou a variação G do polimorfismo TPH2 G-703T, enquanto que céticos e ateus carregariam as versões curtas desses alelos. Se alguém fizer essa experiência, por favor, me cite, OK?
  4. Os alelos longos estarão mais presentes nas mulheres pelo fato de que, possivelmente, eram as mais tratadas (e suscetíveis) pelos Xamãs (especialmente nas complicações de parto). Isso explicaria a eficácia de certas práticas mais disseminadas entre as mulheres como simpatias (não existe receitas de simpatias na Playboy) e religiosidade/espiritualidade: possivelmente temos quatro mulheres para cada homem nas religiões, e quatro  homens para cada mulheres nos círculos céticos.

A Link between Serotonin-Related Gene Polymorphisms, Amygdala Activity, and Placebo-Induced Relief from Social Anxiety

  1. Tomas Furmark 1 ,
  2. Lieuwe Appel 2 ,
  3. Susanne Henningsson 3 ,
  4. Fredrik Åhs 1 ,
  5. Vanda Faria 1 ,
  6. Clas Linnman 1 ,
  7. Anna Pissiota 1 ,
  8. Örjan Frans 1 ,
  9. Massimo Bani 4 ,
  10. Paolo Bettica 4 ,
  11. Emilio Merlo Pich 4 ,
  12. Eva Jacobsson 5 ,
  13. Kurt Wahlstedt 5 ,
  14. Lars Oreland 6 ,
  15. Bengt Långström 2 , 7 ,
  16. Elias Eriksson 3 , and
  17. Mats Fredrikson 1

+Author Affiliations


  1. 1Department of Psychology, Uppsala University, SE-751 42 Uppsala, Sweden,

  2. 2Uppsala Imanet, GE Healthcare, SE-751 09 Uppsala, Sweden,

  3. 3Department of Pharmacology, Göteborg University, SE-405 30 Göteborg, Sweden,

  4. 4GlaxoSmithKline, Medicine Research Centre, 37135 Verona, Italy,

  5. 5Quintiles AB Phase I Services, SE-753 23 Uppsala, Sweden,

  6. 6Department of Neuroscience, Pharmacology, Uppsala University, SE-751 24 Uppsala, Sweden, and

  7. 7Department of Biochemistry and Organic Chemistry, Uppsala University, SE-751 23 Uppsala, Sweden

Abstract

Placebo may yield beneficial effects that are indistinguishable from those of active medication, but the factors underlying proneness to respond to placebo are widely unknown. Here, we used functional neuroimaging to examine neural correlates of anxiety reduction resulting from sustained placebo treatment under randomized double-blind conditions, in patients with social anxiety disorder. Brain activity was assessed during a stressful public speaking task by means of positron emission tomography before and after an 8 week treatment period. Patients were genotyped with respect to the serotonin transporter-linked polymorphic region (5-HTTLPR) and the G-703T polymorphism in the tryptophan hydroxylase-2 (TPH2) gene promoter. Results showed that placebo response was accompanied by reduced stress-related activity in the amygdala, a brain region crucial for emotional processing. However, attenuated amygdala activity was demonstrable only in subjects who were homozygous for the long allele of the 5-HTTLPR or the G variant of the TPH2 G-703T polymorphism, and not in carriers of short or T alleles. Moreover, the TPH2 polymorphism was a significant predictor of clinical placebo response, homozygosity for the G allele being associated with greater improvement in anxiety symptoms. Path analysis supported that the genetic effect on symptomatic improvement with placebo is mediated by its effect on amygdala activity. Hence, our study shows, for the first time, evidence of a link between genetically controlled serotonergic modulation of amygdala activity and placebo-induced anxiety relief.

Placebo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Este artigo se refere ao efeito placebo; para a banda de mesmo nome, veja Placebo (banda).

Placebo (do latim placere, significando “agradarei”) é como se denomina um fármaco ou procedimento inerte, e que apresenta efeitos terapêuticos devido aos efeitos fisiológicos dacrença do paciente de que está a ser tratado.

Muitos médicos também podem atribuir efeito placebo a medicamentos com princípios activos, mas que apresentam efeitos terapêuticos diferentes do esperado. Por exemplo, um comprimido de vitamina C pode aliviar a dor de cabeça de quem acredite estar ingerindo um analgésico, sendo um exemplo clássico de que o que cura é não apenas o conteúdo do que ingerimos mas também a forma. Seguindo esta corrente de pensamento, o dicionário médico Hooper cita o placebo como “o nome dado a qualquer medicamento administrado mais para agradar do que beneficiar o paciente”.

O placebo pode ser eficaz porque pode reduzir a ansiedade do paciente, revertendo assim uma série de respostas orgânicas que dificultam a cura espontânea:

  • Aumento da frequência cardíaca e respiratória
  • Produção e liberação de adrenalina na circulação sanguínea
  • Contracção dos vasos sanguíneos

Essas respostas orgânicas são vantajosas para reacções de fugir ou lutar contra agressores externos. Mas também prejudicam a cicatrização e o fluxo de leucócitos, e são, portanto, prejudiciais para o processo de cura, sendo aqui o efeito placebo bastante útil.

O efeito placebo pode ainda ser usado para testar a validade de medicamentos ou técnicas verdadeiras. Consiste, por exemplo, no uso de cápsulas desprovidas de substâncias terapêuticas ou contendo produtos conhecidamente inertes e inócuos, que são administrados a grupos de cobaias humanas ou animais para comparar o efeito da sugestão no tratamento de doenças, evitando-se atribuir possíveis resultados terapêuticos a tratamentos sem valor. Na comparação com placebo estabelece-se a validade de um medicamento ao compará-lo com os processos de cura espontânea ou por sugestão. O princípio subjacente é o de que num ensaio com placebo, parte do sucesso da substância activa é devido não a esta mas sim ao efeito placebo da mesma.

Ligações externas

Devaneios como itinerância caótica

Devaneios – Link para Devaneios – Jorge Vercillo

Acho que o paper de Juliana Dias, Rodrigo de Oliveira e eu descreve esse processo de devanear (sonhar acordado é sinônimo?). Devanear seria a itinerância caótica em redes neurais sem input externo.

Chaotic itinerancy, temporal segmentation and spatio-temporal combinatorial codes

Juliana R. Diasa, E-mail The Corresponding AuthorRodrigo F. Oliveiraa, E-mail The Corresponding Author and Osame KinouchiCorresponding Author Contact Information, a, E-mail The Corresponding Author

aFaculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Av. dos Bandeirantes 3900, 14040-901, Ribeirão Preto, SP, Brazil

Received 17 January 2007;
accepted 11 June 2007.
Communicated by C.K.R.T. Jones.
Available online 30 June 2007.

 

Abstract

We study a deterministic dynamics with two time scales in a continuous state attractor network. To the usual (fast) relaxation dynamics towards point attractors (“patterns”) we add a slow coupling dynamics that makes the visited patterns lose stability, leading to an itinerant behavior in the form of punctuated equilibria. One finds that the transition frequency matrix for transitions between patterns shows non-trivial statistical properties in the chaotic itinerant regime. We show that mixture input patterns can be temporally segmented by the itinerant dynamics. The viability of a combinatorial spatio-temporal neural code is also demonstrated.

 

 

Towards a neuroscience of mind-wandering

Michal Gruberger1,2, Eti Ben-Simon1,3, Yechiel Levkovitz3,4,Abraham Zangen5 and Talma Hendler1,2,3*
  • 1 Functional Brain Center, Wohl Institute for Advanced Imaging, Tel-Aviv Sourasky Medical Center, Tel-Aviv, Israel
  • 2 Department of Psychology, Tel-Aviv University, Tel-Aviv, Israel
  • 3 Faculty of Medicine, Tel-Aviv University, Tel-Aviv, Israel
  • 4 The Emotion-Cognition Research Center, Shalvata Mental Health Center, Hod-Hasharon, Israel
  • 5 Department of Neurobiology, Weizmann Institute of Science, Rehovot, Israel

Mind-wandering (MW) is among the most robust and permanent expressions of human conscious awareness, classically regarded by philosophers, clinicians, and scientists as a core element of an intact sense of self. Nevertheless, the scientific exploration of MW poses unique challenges; MW is by nature a spontaneous, off task, internal mental process which is often unaware and usually difficult to control, document or replicate. Consequently, there is a lack of accepted modus operandi for exploring MW in a laboratory setup, leading to a relatively small amount of studies regarding the neural basis of MW. In order to facilitate scientific examination of MW the current review categorizes recent literature into five suggested strategies. Each strategy represents a different methodology of MW research within functional neuroimaging paradigms. Particular attention is paid to resting-state brain activity and to the “default-mode” network. Since the default network is known to exert high activity levels during off-task conditions, it stands out as a compelling candidate for a neuro-biological account of mind-wandering, in itself a rest-based phenomenon. By summarizing the results within and across strategies we suggest further insights into the neural basis and adaptive value of MW, a truly intriguing and unique human experience.

 

Neuroimageando Memes

Can we measure memes?

Adam McNamara*
  • Department of Psychology, University of Surrey, Surrey, UK

Memes are the fundamental unit of cultural evolution and have been left upon the periphery of cognitive neuroscience due to their inexact definition and the consequent presumption that they are impossible to measure. Here it is argued that although a precise definition of memes is rather difficult it does not preclude highly controlled experiments studying the neural substrates of their initiation and replication. In this paper, memes are termed as either internally or externally represented (i-memes/e-memes) in relation to whether they are represented as a neural substrate within the central nervous system or in some other form within our environment. It is argued that neuroimaging technology is now sufficiently advanced to image the connectivity profiles of i-memes and critically, to measure changes to i-memes over time, i.e., as they evolve. It is argued that it is wrong to simply pass off memes as an alternative term for “stimulus” and “learnt associations” as it does not accurately account for the way in which natural stimuli may dynamically “evolve” as clearly observed in our cultural lives.

 

Ficção Científica Brasileira

Enviado por: “Roberto Causo” [email protected] rscauso

Seg, 13 de Jun de 2011 9:03 am

A revista “Pesquisa FAPESP” de junho (N.º 184) traz longa matéria (seis páginas) de Carlos Haag sobre a ficção científica brasileira em diálogo com a ciência e a política nacional.

Apresenta citações das pesquisadoras M. Elizabeth “Libby” Ginway e Rachel Haywood Ferreira, além do escritor Nelson de Oliveira.

Nas bancas.

Abraços–

Roberto de Sousa Causo
rscauso@yahoo. com.brhttp://rscauso. tripod.com
Rua Andre Dreifus, 109/163 — bl. 2
Sao Paulo-SP 01252-901
Brasil

FC do B – concurso literário

REGULAMENTO DO CONCURSO DE CONTOS

1. Âmbito do concurso
1.1 - O Concurso FC do B é aberto a todas as pessoas de nacionalidade brasileira, independente de idade ou residência.

2. Inscrições
2.1. A inscrição é GRATUITA.
2.2. Cada participante poderá concorrer com até 3 (três) contos.
2.3. Para se inscrever, o participante poderá optar por duas formas:
a) Inscrever o(s) conto(s) pelo formulário neste site.
b) Enviar o(s) conto(s) anexado(s) em e-mail para[email protected], acompanhado de uma ficha técnica com nome, título do conto, pseudônimo, endereço completo e e-mail do autor. A ausência da ficha técnica, irá acarretar na inscrição recusada.

3. Tema
3.1. O tema é livre, desde que possa ser classificado como pertencente ao gênero Ficção Científica.

4. Características
4.1. O conto deverá ser inédito e estar no formato DOC ou RTF, com no máximo 5 mil palavras.
4.2. Todo conto que não atender as características obrigatórias(4.1), terá a inscrição recusada.
4.3. Entendemos como inédito, o conto que não foi publicado em papel até a data.

5. Critérios de Avaliação
5.1. Apesar do seu caráter conclusivo e inapelável, a avaliação dos contos inscritos deve implicar na adoção de princípios que harmonizem a dinâmica seletiva, tais como: Transparência, paridade e fundamentação.
5.2. Os critérios utilizados serão: Adequação, Criatividade, Enredo, Desenvolvimento, Linguagem e Literariedade.

Submeti um conto meu mas ele não tem literariedade suficiente, é apenas um conto filosófico ou de idéias… Depois do concurso eu posto um link para ele.

Criatividade na Ciência e na Arte

If Experts Converge on the Same Answer are they Less Creative than Beginners? Redefining Creativity in Terms of Adaptive Landscapes

Liane Gabora
(Submitted on 11 Jun 2011)

The standard view that creativity entails both originality and appropriateness leads to the paradox that experts who converge on one optimal solution are rated as no more creative than beginners who give many original solutions. This paper asserts that there is no one-size-fits-all definition of creativity; creativity must be assessed relative to the constraints and affordances of the task. The flatter the adaptive landscape associated with the task, the greater the extent to which creativity is a function of originality only. For tasks with a single-peaked adaptive landscape, there is a tradeoff between originality and appropriateness. Only for tasks with rugged adaptive landscapes is creativity positively correlated with both originality and appropriateness. It is suggested that the adaptive landscapes associated with artistic and scientific pursuits are equally rugged, but for artistic pursuits their topologies reflect idiosyncratic experiences and emotions (the peaks and valleys are not aligned).

Comments: 19 pages; 1 figure
Subjects: Adaptation and Self-Organizing Systems (nlin.AO); Neurons and Cognition (q-bio.NC)
Cite as: arXiv:1106.2265v1 [nlin.AO]

Abstract art grandmasters score like class D amateurs

M.V. Simkin
(Submitted on 9 Jun 2011)

Hawley-Dolan and Winner had asked the art students to compare paintings by abstract artists with paintings made by a child or by an animal. In 67% of the cases, art students said that the painting by a renowned artist is better. I compare this with the winning probability of the chessplayers of different ratings. I conclude that the great artists score on the level of class D amateurs.

Subjects: Popular Physics (physics.pop-ph)
Cite as: arXiv:1106.1915v1 [physics.pop-ph]

Acho que este último paper está com problemas. Por que usar a lei Psicofísica de avaliação de peso? As diversas leis de Stevens (leis de potência na Psicofísica) para avaliação de luminosidade, som, tato, sabor, cheiros, dor, choques elétricos, e mesmo numerosidade, intervalos de tempo e valor de dinheiro apresentam expoentes que variam bastante. E se a lei que o autor está usando é logarítmica em vez de lei de potência, estão está furado, a lei de Weber-Fechner foi superada pela lei de Stevens na primeira metade do século XX.

E Kinouchi e Copelli (2006) mostraram que as leis psicofísicas poderiam ser uma propriedade emergente de redes de células excitáveis…