Home // Page 6

Um novo sonho: o SOMNIUM renasce

SOMNIUM

O Somnium é a publicação oficial on-line do CLFC – Clube de Leitores de Ficção Científica – Brasil. 

O editor responsável é Daniel Borba, autor de ficção científica brasileiro, integrante da diretoria do CLFC na gestão atual e também organizador de coletâneas e antologias do gênero.

Durante muitos anos, o Somnium foi editado em formato papel, como uma revista semi-profissional que publicava notícias, resenhas e contos de ficção científica, principalmente de brasileiros, predominantemente de sócios do Clube.

Agora, nesta nova fase, disponibilizamos de forma mais dinâmica e frequente o mesmo tipo de conteúdo, sempre com a intenção de divulgar o gênero ficção científica, de produção brasileira, lusófona e mundial. Read more [+]

Homenagem a Kim Jong II

Cometa Lovejoy visível ainda hoje?

Comet Lovejoy from the VLT, Chile from g br on Vimeo.

INSANELY cool picture of Comet Lovejoy

The pictures of Comet Lovejoy keep coming, each cooler than the one before. It’s hard to imagine topping the ones from the Space Station, but then you don’t have to imagine it when you can just look at this crazy amazing shot:

Holy Haleakala! [Click to stimulatedemissionate.]

Well, actually, “Holy Paranal!” This picture, by Gabriel Brammer, was taken at the Very Large Telescope observatory on Cerro Paranal in the Atacama desert in Chile, and it’s just stunning. The comet is obvious enough — you can still see the two tails — and the crescent Moon, somewhat overexposed, on the left. On the right is the VLT itself, firing a laser into the sky. The laser makes atoms high in the atmosphere glow, creating an artificial star that can be used to compensate for turbulence in the air, creating sharper images.

I love how the Milky Way is splitting the sky. You can see the dark hole of the Coal Sack, a thick dust cloud that absorbs the star light from behind it, and the Southern Cross in the middle of the frame. The two bright stars just below that are Alpha and Beta Centauri, the former being the closest star system to our own. The southern hemisphere gets a better view of the galaxy than we northerners do, since the geometry of the Earth’s tilt puts the center of the Milky Way higher up for them. I’m jealous enough just because of that, but to have this incredible comet visible too? Curse you antipodeans!

[UPDATE: The ESO has added a nice time lapse video to the mix, using Brammer’s photos:

Sigh. So lovely.]

If you’re south of the Equator, the comet will be visible in the east before sunrise for a few more days at least. If you can, go take a look. Comets like this are extremely rare, and you may never get another chance like this again.

Image credit: Gabriel Brammer/European Southern Observatory

Mais planetas do tamanho da Terra

Nasa encontra dois planetas do tamanho da Terra

GIULIANA MIRANDA
DE SÃO PAULO

Criado para caçar um planeta gêmeo da Terra, o telescópio espacial Kepler já encontrou, pelo menos, dois “primos”. A Nasa (agência espacial americana) anunciou a descoberta de uma dupla que tem quase o mesmo tamanho do nosso planeta.

Veja planetas descobertos pelo telescópio espacial Kepler
Galáxias formam desenho de rosa no espaço; veja

  Associated Press  
A partir da esq., o Kepler-20e, Vênus, a Terra e o Kepler-20f; veja galeria com mais planetas descobertos pela Nasa
A partir da esq., o Kepler-20e, Vênus, a Terra e o Kepler-20f; veja galeria com mais planetas descobertos pela Nasa

Os dois novatos orbitam uma estrela do mesmo tipo do Sol, localizada a quase 950 anos-luz da Terra e são, até agora, os dois menores planetas já registrados fora do Sistema Solar.

Um deles é ligeiramente menor do que a Terra. O Kepler-20e tem 0,86 vez o raio terrestre. Já seu companheiro, o Kepler-20f, tem praticamente o mesmo tamanho. Seu raio é só 0,03 vez maior.

Os cientistas acreditam que os dois planetas sejam rochosos, como a Terra, e tenham uma composição química parecida com a do nosso planeta.

Apesar das semelhanças, ambos são provavelmente quentes demais para abrigar vida. Eles estão bem próximos da sua estrela, a uma distância relativamente menor até a que a de Mercúrio com o Sol.

Por conta disso, em Kepler 20e a temperatura fica em torno de escaldantes 760°C. Já o Kelpler-20f, com 430°C, é um pouco mais ameno, mas ainda infernal.

“Essa descoberta é um marco, pois se trata de planetas muito pequenos. Os pesquisadores estão refinando cada vez mais sua capacidade de localização”, diz Carolina Chavero, pesquisadora de astronomia e astrofísica do Observatório Nacional.

Além da dupla, a estrela Kepler-20 também têm outros três planetas ligeiramente maiores em sua órbita.

O trabalho foi publicado na versão on-line da revista “Nature”.

 

Astr

Nasa descobre planeta que pode ser habitável

Kleper 22-b já é chamado de ‘Terra 2.0′ por ambos terem características similares.

ônomos da Nasa (agência espacial americana) confirmaram nesta segunda-feira a existência de um planeta com características similares à da Terra, em uma “zona habitável”, girando em torno de uma estrela ainda desconhecida.

 

 

O Kepler 22-b tem 2,4 vezes o tamanho da Terra e está situado a 600 anos luz de distância. A temperatura média da superfície é de 22º C.

 

Ainda não se sabe a composição do Kepler 22-b, se é feito de rochas, gás ou líquido. O planeta já é chamado de “Terra 2.0″ pelos cientistas da Nasa.

 

Durante a coletiva de imprensa, em Moffet Field, na Califórnia, a astrônoma Natalie Batalha disse que os cientistas ainda investigam a possibilidade de existência de mais 1.094 planetas, alguns deles em zonas “habitáveis”.

 

Descoberta

 

A descoberta do novo planeta foi feita a partir das imagens do telescópio espacial Kepler, projetado para observar uma faixa fixa do céu noturno que compreende até 150 mil estrelas.

 

O telescópio é sensível o suficiente para ver quando um planeta passa na frente da estrela em torno da qual gira, escurecendo parte da luz da estrela.

 

As sombras são então investigadas a partir da imagem de outros telescópios até que a Nasa confirme se tratam-se ou não de novos planetas.

 

O Kepler 22-b foi um dos 54 casos apontados pela Nasa em fevereiro e o primeiro a ser formalmente identificado como um planeta.

 

Outros planetas habitáveis podem ser anunciados no futuro, já que há outros locais com características potencialmente similares à da Terra.

 

Água líquida

 

A distância que separa o Kleper 22-b da estrela ao redor da qual gira é 15% menor que aquela entre a Terra e o Sol.

 

Apesar de estar mais próximo da estrela, esta emite cerca de 25% menos luz em comparação ao sol, o que permite ao Kleper 22-b manter sua temperatura em um patamar compatível à existência de água líquida, ainda não confirmada.

 

O Kepler 22-b tem um raio 2,4 vezes maior que o da terra.

 

Uma outra equipe de cientistas do Seti (busca por inteligência artificial, na sigla em inglês) agora procura indícios de vida no planeta, como confirmou o diretor do instituto, Jill Tarter.

 

“Assim que encontremos algo diferente, separado, um exemplo independente de vida em outro lugar, vamos saber que isso (vida) é onipresente no universo”, disse Tarter. BBC Brasil

Novo H5N1 mutante e mortal! Bolão da Gripe Suína

Pois é, quem quiser participar do macabro Bolão da Gripe H5N1 (A = Menos de mil mortes no período 01/01/2012 até 21/12/2012, B = Entre mil e 3 mil mortes, C = mais de 3 mil mortes), basta fazer sua opção nas janelas de comentários… O objetivo do bolão é avaliar o bom senso científico e estatístico (o educated guess) dos participantes. R$ 100 reais por voto, OK?

20/12/2011 – 20h04

EUA apreensivos com publicação de estudo sobre vírus mortal

DE SÃO PAULO

A versão on-line do jornal britânico “Independent” publicou nesta terça-feira uma reportagem alarmista sobre a descoberta por cientistas europeus de um vírus mortal da gripe aviária que poderia provocar uma pandemia mundial e ser usado por grupos terroristas.

Os pesquisadores do laboratório Centro Médico Erasmus de Roterdã (Holanda) afirmam terem desenvolvido uma versão mutante do H5N1 –o vírus da gripe aviária– e demonstraram que querem publicar o estudo liderado pelo virologista Ron Fouchier.

O governo dos Estados Unidos, por sua vez, diz o jornal britânico, estaria consultando um grupo de especialistas quanto ao perigo de se divulgar um estudo como esse. Read more [+]

Skype com cerveja! Bebê sobre dendritos ativos saindo do forno no PRE

De: Leonardo Lyra
Para: Mauro Copelli, Osame Kinouchi Filho
Data: quarta-feira, 21 de dezembro de 2011 12:35:39
Assunto: skype com cerveja!

Oi pessoal,

Vocês lembram que havíamos combinado que faríamos uma reuniao de “skype com cerveja” para discutir sobre diversos projetos e sobretudo coisas da vida? Havia entretanto a ressalva que esta reuniao só deveria acontecer depois do PRE ser aceito. Pois bem, comunico que já podemos fazer nossa reuniao! Entao, qual é o melhor dia pra vocês para o skype com cerveja?

Um abraço,

leo

——– Original Message ——–

Subject: Acceptance EJ10756 Gollo
Date: Wed, 21 Dec 2011 09:28:39 -0500

Re: EJ10756 Statistical physics approach to dendritic computation: The excitable-wave mean-field approximation by Leonardo L. Gollo, Osame Kinouchi, and Mauro Copelli Dear Dr. Gollo, We are pleased to inform you that your manuscript has been accepted for publication as a Regular Article in Physical Review E. We would also like to bring the appended referee comments to your attention. Your manuscript will now be prepared for the production process. If any issues arise we will contact you, otherwise your manuscript will be forwarded directly to our production department. Please do not send a revised manuscript or figures at this time unless requested. Yours sincerely, Margaret Foster Senior Assistant Editor Physical Review E Read more [+]

Neutrinos, Higgs e LHC no BLOGPULSE

Blogosfera como meio excitável

Oi Osame,

Você viu este paper?

http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0378437111004390

Pelo jeito alguém teve a mesma ideia que você…

[]s,
Mauro


doi:10.1016/j.physa.2011.05.033 | How to Cite or Link Using DOI

Permissions & Reprints

The blogosphere as an excitable social medium: Richter’s and Omori’s Law in media coverage

Peter KlimekabWerner BayeraStefan ThurnerbcaCorresponding Author Contact InformationE-mail The Corresponding AuthorE-mail The Corresponding Author

a IIASA, Schlossplatz 1, A 2361 Laxenburg, Austria
b Section for Science of Complex Systems, Medical University of Vienna, Spitalgasse 23, A 1090 Vienna, Austria
c Santa Fe Institute, 1399 Hyde Park Road, Santa Fe, NM 87501, USA

Received 10 February 2011; revised 15 April 2011; Available online 15 June 2011.

Abstract

We study the dynamics of public media attention by monitoring the content of online blogs. Social and media events can be traced by the propagation of word frequencies of related keywords. Media events are classified as exogenous–where blogging activity is triggered by an external news item–or endogenous where word frequencies build up within a blogging community without external influences. We show that word occurrences exhibit statistical similarities to earthquakes. Moreover the size distribution of events scales with a similar exponent as found in the Gutenberg–Richter law. The dynamics of media events before and after the main event can be satisfactorily modeled as a type of process which has been used to understand fore–and aftershock rate distributions in earthquakes–the Omori law. We present empirical evidence that for media events of endogenous origin the overall public reception of the event is correlated with the behavior of word frequencies at the beginning of the event, and is to a certain degree predictable. These results imply that the process of opinion formation in a human society might be related to effects known from excitable media.

Highlights

► Dynamics of public media attention measured by online blogs. ► Society as an excitable social medium. ► Media events have statistical characteristics of earthquakes. ► Public media reception to a certain degree predictable.

Keywords: Excitable social system; Statistical human dynamics; Empirical power laws

Homenagem ao Radialista e Professor Curió (Herbis Gonçalves)

Morte de radialista tem repercussão em redes sociais

Sepultamento será nesta sexta-feira, às 16h, no cemitério Bom Pastor

16/12/2011 – 09:18

Da redação

A morte do radialista e professor Herbis Gonçalves, conhecido como Curió, está sendo repercutida em redes sociais como Twitter e Facebook. Amigos, autoridades e ex-alunos registram mensagem de apoio à família e agradecimentos. Curió morreu na tarde de quinta-feira (15), em Ribeirão Preto, após sofrer uma parada cardiorrespiratória.
Entre as homenagens feitas ao radialista, a prefeita Dárcy Vera publicou em seu twitter que a morte de Curió foi “uma grande perda para Ribeirão. Curió foi um grande comunicador e professor”. O promotor de Justiça Carlos Cezar Barbosa também lamentou o fato. “Estou comovido com o falecimento do radialista Curió. Hora difícil para a família”. Várias homenagens também foram registradas no Facebook.Durante a sessão da Câmara, na quinta-feira (15), os vereadores fizeram um minuto de silêncio em homenagem ao radialista.Segundo a filha de Curió, Gabriela Gonçalves, o radialista teve aneurisma pela segunda vez há três meses e estava afastado de suas funções, além disso, vinha sentindo falta de ar com frequência. “Minha madrasta o levou ao médico duas vezes e diagnosticaram que era crise de ansiedade. Ele ia ao médico no final da tarde, mas por volta das 14h, ligou para ela dizendo que estava morrendo. O Samu foi chamado, mas ele morreu a caminho do hospital”, afirma.SepultamentoCurió está sendo velado no velório da Paz, ao lado do cemitério Bom Pastor, em Ribeirão Preto, onde será sepultado, às 16h.

Higgs Bolon (Bolão do Higgs)


Higgs Bolon (Bolão do Higgs)

Choose your educated guess about the mass of the Higgs Boson or its existence and comment it. To participate there is a fee of US$ 100. You must not sign as an anonymous in the comments.

A. The Higgs boson has a mass in the interval 120-130 Gev as annouced by LHC.

B. The Higgs boson has a mass out of that interval.

C. The Higgs boson does not exist.

The comments close in January 31, 2012, and the prize shall be shared when LHC announces a five sigma result or a retractation of the claim about evidence for a Higgs boson mass around 125 GeV. 

Gastronophysics na Nature News

NATURE | NEWS

Mining molecular gastronomy

East Asian cuisine doesn’t use matching flavour compounds, unlike North American recipes.

Would you eat caviar and white chocolate in the same mouthful? The answer might depend on where in the world you live.

In North American and Western European cuisines, chefs tend to combine foods that share flavour compounds, so the more adventurous would serve up caviar and white chocolate, because they share trimethylamine, among other compounds. But Asian chefs work differently, according to work published today in Scientific Reports1 by theoretical physicist Sebastian Ahnert from the University of Cambridge, UK, and his colleagues.

Shrimp and tomato are often paired together in North American cuisine, because they share certain flavour compounds. Read more [+]

Sobre cientistas atuantes e cientistas divulgadores de ciência

Barrow e Dawkins

Artigos publicados de John D. Barrow

Artigos publicados de Richard Dawkins

Tentando interpretar melhor a fala de John D. Barrow:
When Selfish Gene author Richard Dawkins challenged physicist John Barrow on his formulation of the constants of nature at last summer’s Templeton-Cambridge Journalism Fellowship lectures, Barrow laughed and said, “You have a problem with these ideas, Richard, because you’re not really a scientist. You’re a biologist.”
Talvez Barrow quisesse dizer que Dawkins já não era um cientista ativo, não estava mais publicando com regularidade em revistas com peer review. Ou seja, Dawkins seria atualmente mais um divulgador de ciência, um escritor, não um cientista profissional. Ora, em termos de publicação científica, acho que Barrow tem razão, como pode ser comprovado pelos gráficos acima da Web of Science.
Fiquei sabendo que Dawkins perdeu recentemente a cátedra de Oxford em “Public Understanding of Science”. Algém sabe por que?
Em termos de publicação científica, temos:
Dawkins:
Número de papers: N = 20 (por favor, se eu estiver errado, corrijam! Mas cuidado, existem outros R. Dawkins no ISI Web of Science que não são o Richard Dawkins)
Índice de Hirsch: h = 15
Comparando com John D. Barrow:
N = 324
h = 52
Bom, minha conclusão é que Barrow tem credenciais para falar sobre o que é ciência e ser cientista. Alguém discorda?

Re: Outrageous personal attack on RD by physicist John Barrow

Postby Richard Dawkins » Mon Jul 28, 2008 6:40 pm

Actually, I think we should take Barrow’s remark as nothing more than good-natured banter — of the kind people indulge in when they play up to an alleged rivalry between Oxford and Cambridge. I wouldn’t get too worked up about it. I didn’t at the time.Richard Dawkins
PS: Na Wikipedia, constam 30 artigos de Dawkins, mas ainda não tive tempo de verificar se todos estão na ISI Web of Science. Não acredito que os números vão mudar muito. Em particular, o h e o K são muito robustos…
Postado por Osame Kinouchi às Segunda-feira, Outubro 05, 2009 

5 comentários:

Charles Morphy disse…
Caro Osame,
Não discuto a qualidade científica de John Barrow!
Mas não acho que o fato dele ter X trabalhos publicados e Y citações faz a afirmação dele “… você não é um cientista. Você é um biólogo” correta!
Se ele realmente pensa isso, acredito que sua concepção de ciência é tacanha e míope.
Abraço
2:23 PM, Outubro 05, 2009
Charles disse…
Quando digo a “sua”, falo a do Barrow, não a “sua” (Osame”…
Abraço
2:25 PM, Outubro 05, 2009
Osame Kinouchi disse…
Charles, você leu o comentario de Dawkins sobre isso?Se Dawkins não ligou, e disse que foi apenas uma piada e não uma observação séria, porque os biólogos deveriam ligar? Por que você deveria ligar?
4:43 PM, Outubro 05, 2009
Charles Morphy disse…
Osame,
Você tem razão.
7:12 PM, Outubro 05, 2009

Ateísmo 3.0 – Uma nova geração de ateus entra em diálogo com os religiosos

Jonathan Derbyshire is an atheist people of faith can engage with

For today’s web trawl, listen to this young philosopher: a far less alienating atheist than Christopher Hitchens and Richard Dawkins.

The two main complaints against Christopher Hitchens’ analysis and demolition of religious faith, God Is Not Great, is that he resists seeing any moral benefits in theism and that, because of this, risks preaching solely to the converted. Much the same was said of Richard Dawkins’ The God Delusion last year. Even supporters of Dawkins and Hitchens complain that their tone is so strident, angry and certain it simply frightens the undecided away.

It’s fascinating, therefore, to hear the young philosopher Jonathan Derbyshire talking on the same subject. He too is a humanist atheist, but his tone is radically different. Interviewed here, Derbyshire is the sort of atheist that people of faith might just be able to engage with.

It is not that he meets them halfway (that would, by definition, be impossible) but rather that he is keen to acknowledge that much of contemporary secular morality owes an enormous debt to religion. You can read what Derbyshire has to say about Dawkins, and thus infer what he feels about Hitchens, here.

Gentileza gera Gentileza

Parece que ser gentil realmente dá certo!

Dear Osame,
Thank you for your explanation, my understanding about your paper improves much with your help. Your warm heart impresses me!
Be happy and healthy.
Z.

Dear Z.,

The model studied is a general one, that is, an excitable media with probabilistic couplings. The level where we can apply such model depends on the interest of the researcher: the elements could be persons in a epidemiological model (so, our model would be a probabilistic SIRS model), a neuronal network model (with excitatory couplings), a model of a glomerulus in the olfactory bulb (the particular application that we made in the paper), a mean field model of a dendritic arbor (see reference bellow) or even as a model of sensor networks of bacteria (to model bacterial chemotaxis).

The particular level which you desire to apply the model will constrain and set the acceptable parameter ranges. If you are interested to model excitatory networks of neurons, you are right that one shoud use n=3 or n=4, so that the refractory period is similar to the spike width.

As you can see in Eq. (3), the refractory time governed by n affects the results only quantitatively, not qualitatively. We have studied all the cases from n=3 (that is, if spike = 1ms, then refractory period = 1ms) up to n = 10, but reported only the n=10 case because indeed we was interested in large refractory periods in the glomerulus (the particular application wich we made at the final part of the paper).

As stated in the pag. 349 of the paper, we have also studied the case with assymetrical p_ij and no difference is found. The reference to synchronization phenomena in the glomerulus is made as evidence of the presence of gap junctions in that system (More strong evidence is by now avaiable by the recent direct observation of such electrical synapses). If we apply external inputs to the system, synchronization appears, as can be seen in Fig.2c and 2d.

This sinchronization under inputs is what is observed in the experimental papers. Only the spontaneous activity is in the form of avalanches, as found in experiments by Plenz. Our couplings are fast in the sense that there is no delay times at the couplings, when a site is excited, the neighbours could be excited at the following time step, without delay.

I hope that these observations coul be useful for your interests.

Presently we are working with dendritic computation, with a similar model in a tree structure, see here and here. In this model the refractory period is small and the couplings vary from the symmetric case to the full assymetric case.

Best regards,

Osame

Dear Osame,
I’m sorry I did not express myself clearly. My question is not about simulation, but about the physical meaning about your cellular automata
model. It seems not so reasonable.

First, in your model, there is a very long refractory period for each cell, but in real neurons, the refractory period is usually very short. So
I wonder what makes you do such an adventurous hypothesis.

Second, in your paper, you mentioned many times about the electrical synapse. The electrical synapses have two properties, it is fast and symmetrical. But I cannot figure out what ingredient in your model represents the property of “fast”. As to the property of symmetrical, you assume that p_ij=p_ji; but I don’t know whether the network can still perform so well without such symmetrical property. Have you done such a simulation on your computer? How the result?

What’s more, still about the electrical synapse, you refer some articles about the electrical synapses and the synchronization of the network in your paper. But I’m afraid I still cannot figure out what’s the relationship between the contents of the papers you mentioned and the content of your own paper. It seems that there is nothing about synchronization of the network in your paper.

Best wishes,
Z.

Dear Z.,
I am not sure about what is your question. The model is simply a generalized Greenberg-Hastings cellular automata in a random network where the conections p_ij are draw from a simple uniform distribution in [0,pmax]. Notice however that the mean field calculation assumes that p_ij = p (homogeneous network) and that this approximation seems to describe the behavior very well.

If you are having any difficulty to reproduce the results, I can send you more details about the exact procedure for the simulations.

Cheers,

Osame

—–Menssagem Original—–
De: “Z. B.”
Enviado 08/12/2011 07:20:43

Assunto: A question about your paper

Dear Prof. Kinouchi,

I’m a Chinese student, recently I’m reading your paper “Optimal dynamical range of excitable networks at criticality”  published in Nature Physics. However, I’m really puzzled by the model you proposed: where does it come from, how do you think out? Could you explain about it for me?

Thanks!

Besh wishes,

Z.

Ets inteligentes são raros?

Submitted by plusadmin on April 23, 2008
24/04/2008



AlienWatson thinks the other intelligent life evolving elsewhere in the Universe is unlikely.

A mathematician from the University of East Anglia has turned his gaze to the stars to try and answer one of humankind’s oldest questions — are we alone in the Universe? And the unfortunate answer is, well, probably.

Astrobiology is a field of science in which there is a great deal of public interest. It is the study of the origin, distribution, evolution and destiny of life wherever it’s found in the Universe, not excluding the Earth. Having never found life outside our own planet, it can also be speculative. Professor Andrew Watson has developed a mathematical model to examine the odds of intelligent life evolving on other Earth-like planets given how long humans took to evolve and how long the Earth has left before the Sun becomes too bright for life to survive.

In the article Implications of an anthropic model of evolution for emergence of complex life and intelligence, published in the February issue of Astrobiology, Watson postulates that for intelligent observers to evolve, a small number (n) of very difficult evolutionary steps must be passed. Once passed, evolution occurs quickly until the next stage is reached. Complex and intelligent life evolved quite late on Earth and Watson suggests that this may be because of the difficulty in passing these stages. He suggests that n is less than 10 and most likely equal to 4. These stages include the emergence of single-celled bacteria, bacteria with complex cells, cells allowing complex life forms, and intelligent life. These stages may also coincide with major changes in the Earth’s bio-geochemical cycle — this suggests that the so-called archean-proterozoic boundary, when simple non-nucleated single-celled organisms evolved to advanced and multi-celled life, and the proterozoic-phanerozoic boundary, when complex organisms evolved, might be critical stages.

Professor Watson argues that a limit to evolution is the habitability of the planet. Standard solar models predict that the Sun is brightening, and has increased its luminosity by 25% since the formation of the solar system. Our current biosphere needs temperatures less than 50 degrees Celsius to survive, which suggests that life only has about another billion years on Earth. This may seem a long time, but compared to the 4 billion years that life has already survived on the planet, Earthly-life is in its old-age. Watson argues that, if a planet is habitable for a set period of time, and life evolves early in this period, then such evolution is quite likely to occur on other similar planets. However, as we evolved late in the habitable period, he suggests our evolution is rather unlikely.

Watson derived probability distributions for each crucial evolutionary step. His model assumes that the evolutionary steps are intrinsically unlikely to occur in the time available and that each of the steps can only occur after the previous steps have occurred. All other evolution is assumed to occur rapidly. The critical steps are assumed to occur stochastically, with uniform but unequal probabilities $ \lambda _1 ... \lambda _ n $ . The property that they are intrinsically unlikely is expressed by the condition that the product $ \lambda _ i t_ h $ is very much less than 1 for all $ \lambda _ i $ , where $ t_ h $ is the habitable lifetime of the planet.

The probability of the first step occurring per unit time (t) is  

  \[  P_{1}(t) \propto \lambda _1,  \]    

where the symbol $\propto $ means proportional to. The joint probability density function of two events occurring, the first at time t’ and the second at a later time tis  

  \[  P_{1,2}(t,t') \propto \lambda _1 \lambda _2.  \]    

The probability of the second event occurring is therefore obtained by integrating over all values of t’ 

  \[  P_{2/2}(t) \propto \lambda _1 \lambda _2 \int _{0}^{t'} dt' = \lambda _1 \lambda _2 t,  \]    

where $ P_{2/2}(t) $ is the probability of the second event occurring in a sequence of two events. Following this through for further events, the probability of the nth event occurring in a sequence of nevents is  

  \[  P_{n/n}(t) \simeq K \prod _{i=1}^{n} \lambda _ i t^{n-1}  \]    

where $K$ is a normalisation factor and $\prod $ stands for the product over all values of $i$. Using fossil records, Watson estimated an upper limit for the probability of each step occurring as 10% — which gives the chance of intelligent life emerging as less than 0.01% over four billion years.

 

The work supports the Rare Earth hypothesis which postulates that the emergence of complex multicellular life (metazoa) on Earth required an improbable combination of astrophysical and geological events and circumstances. Watson argues that intelligence is one further unlikely step, and so it is even less common still.


Further Reading

TPM = Todas Podem Matar

Insanas… elas matam! – Horror feminino em alta

Insanas… elas matam

Autoras: Ana Cristina Rodrigues (prefácio), Alícia Azevedo, Alma Kazur, Bruna Caroline,Carolina Mancini (convidada), Celly Borges (convidada), Débora Moraes, Georgette Silen, Gisele G. Garcia, Laila Ribeiro, Laris Neal, Natália Couto Azevedo, Roberta Nunes, Sandra Franzoso, Suzy M. Hekamiah (convidada), Tatiana Ruiz
Editora: Estronho
Ano: 2011
Sinopse:  coletânea de contos de terror e horror escritas por mulheres e em sua maioria com protagonistas femininas.
A Estronho tem buscado criar um catálogo de livros organizando coletâneas de forma criativa e inteligente. Insanas é um excelente exemplo de como isso funciona. Os editores não tiveram medo de ousar, tanto na capa, na diagramação e no projeto gráfico como um todo, como na seleção de textos, ainda que nem todos possam gostar de algumas ousadias (se houvesse unanimidade, não seria ousadia). Das ousadias gráficas gostaria de destacar a capa, as fotos internas e um recurso pra valorizar o título que é colocar fonte diferente algumas palavras que acabam formando o título.
O prefácio de Ana Cristina Rodrigues faz o que deve de maneira elegante e rápida, como deveriam ser todos os prefácios. Abre um pouco a cortina, sem dar spoiler e sem fazer elogios óbvios. Dali pra frente o risco é do leitor.

Vida microbiana em Marte

  • Imagem da Nasa gerada por computador mostra parte de Marte

    Imagem da Nasa gerada por computador mostra parte de Marte

Vastas regiões nas profundidades do subsolo de Marte são suscetíveis para abrigar uma vida microbiana, anunciaram cientistas australianos que compararam as condições de vida no Planeta Vermelho com as da vida na Terra.

Apesar de apenas 1% do volume total da Terra (do núcleo à alta atmosfera) abrigar alguma forma de organismo vivo, a proporção alcançaria em tese 3% do volume de Marte, em especial nas regiões subterrâneas, segundo Charley Lineweaver, da Universidade Nacional da Austrália.

“O que estamos tentando fazer é, simplesmente, pegar todas as informações de que dispomos, uní-las e perguntar: ‘este conjunto é coerente com a vida em Marte?'”, destacou o astrobiólogo Lineweaver.

“A resposta é sim. Vastas regiões de Marte são compatíveis com a vida terrestre na comparação das temperaturas e da pressão terrestre com as que se encontra no planeta Marte”, completou.

A escassa pressão e as temperaturas de 60 graus centígrados abaixo de zero não permitiriam, por exemplo, a formação de água líquida na superfície de Marte, mas nas profundidades do subsolo, porém, existem condições para a existência de vida microbiana.

A presença de água em Marte, na forma de argila hidratada, foi constatada por sondas americanas lançadas desde a década de 1970, mas nenhum rastro de vida orgânica presente foi detectado até hoje.

A Nasa lançou recentemente o robô explorador Curiosity, o mais sofisticado e mais pesado já enviado a outro planeta, para investigar precisamente se a vida já existiu em Marte.

O robô deve pousar em Marte em meados de 2012 ao pé de uma montanha de 5.000 metros de altura na região marciana de Gale.

Einsten-pensamento do dia

Einstein na Wiki.

Any fool can know. The point is to understand.

Ateus demasiadamente otimistas

Ernesto von Ruckert

Vicosa, MG, Brazil

www.ruckert.pro.br

Porque a luta entre ateus e teístas parece ser eterna, e no horizonte não se consegue prever o fim dessa luta? existem pessoas super bem formadas e bem informadas em ambos os lados, porque as opiniões se dividem e divergem tanto?

Esta luta não é eterna. Eu prevejo a vitória do ateísmo em poucos milhares da anos. Pessoas inteligentes e informadas ainda não são atéias, simplesmente porque ainda não se debruçaram o suficiente no estudo dos fundamentos de suas crenças, como eu o fiz e como recomendo que todos o façam, bem como difundo, buscando esclarecer. Teístas, deístas, panteístas, politeístas e todos os que consideram a existência de deuses e espíritos não são necessariamente burros e nem ignorantes. Só não pensaram bastante, de modo científico e filosófico, sobre o tema. Quando o fizerem, posso quase garantir que se tornarão ateus. Às vezes seu objeto de estudo não tem ligação com esses questionamentos. Para se concluir pela inexistência de deus é preciso estudar, pelo menos, religião, história, cosmologia, neurociência, evolução e, principalmente, filosofia. Se a pessoa é inteligente e culta mas mexe com arte, literatura, música, administração, negócios, direito, economia, geografia, só história, engenharia ou outras coisas, pode não chegar a concluir pela inexistência de deus. Médicos podem concluir mais facilmente, se forem mais teóricos do que práticos.
Assim, com a disseminação do conhecimento a todas as pessoas. o que ocorrerá à medida que toda a pobreza for sendo extinta no mundo e toda a humanidade for próspera e instruída, o que acho que se dará em menos de cinco mil anos, as religiões e as crenças religiosas se extinguirão e todos serão ateus. Para mim, religiosos cultos e inteligentes, como o próprio Papa, em seu foro íntimo, são ateus.

Isso apareceu no meu Formspring, eu não entendo direito como essa rede social funciona, não tenho usado muito não.

Me parece que devo discordar. Dado que existem muitos cientistas e filósofos de alto calibre (como os ganhadores do prêmio Templeton) que certamente pensaram muito sobre o assunto e não são ateus, segue-se que o simples pensar científico e filosófico não produz automaticamente o ateísmo (na melhor das hipóteses produz o agnosticismo).

Sendo assim, mesmo se a educação atingisse um nível em que as pessoas tivessem a mesma inteligência e formação cultural que os ganhadores do prêmio Templeton, isso ainda não produziria uma massa de ateus.

Dado que a educação no mundo está aumentando mas a fração relativa de ateus está diminuindo (o que cresce é o número dos ateus declarados, ou seja, que já eram ateus mas saíram do armário) e o número de sem religião (ou seja, religiosos nominais, como os antigos católicos que iam na igreja apenas num batizado ou casamento, agora se dizem sem religião, o que provavelmente significa que são seguidores de algum tipo de crença New Age ou livros de auto-ajuda), me parece que a simples educação secular não é uma força suficiente para espalhar o ateísmo.

Assim, acho que o único meio concreto do Ateísmo crescer seria ser pró-ativo, proselitista, como é o caso de Richard Dawkins, por exemplo. Os ateus precisariam evangelizar, mandar missionários, criar igrejas seculares etc. Teriam que aprender com os neopentecostais como fazer isso de maneira eficiente (por exemplo, cantar músicas seculares em grupo, numa atmosfera de elevação espiritual, criar programas de TV com sermãos ateus etc.).

Como não vejo isso no horizonte, acho que Ernesto Von Ruckert deveria ser mais realista, não confundir um pensamento desejante (“ai, como seria bom se todo o mundo fosse ateu!”) com as sérias análises antropológicas, sociológicas, de psicologia evolucionária, demográficas, de dinâmica de população etc, necessárias para a análise científica da taxa de crescimento do ateísmo.

Da minha parte, acho que as populações de ateus e religiosos seguem uma dinâmica de Lotka-Volterra (ciclos predador-presa), de modo que ateísmos e neoateismos, renovaçãoes espirituais e grandes despertares seguem ondas quasi-periódicas, sem um trend concreto. Ou seja, o sistema não está indo para lugar nenhum, fica oscilando num ciclo eterno.

Acho que o assunto só se encerraria se encontrássemos que a civilização galáctica é ateia. Mesmo assim, não tenho certeza. O pessoal tem tanta fé que enviariam missionários para os outros planetas. Ai sim teríamos uma Igreja Universal do Reino de Deus…

Que tal colonizar Kepler-22b?

Uma maneira de Terraformar Kepler-22b seria mandar uma sonda com uma amostra de bacterias extremophilas, procariontes, eucariontes e talvez até mesmo algum organismo multicelular primitivo. Seria interessante calcular como deveria ser essa sonda, que eu chamaria de SPORE, para que pudesse proteger e manter essa amostra de vida durante a longa viagem. Lembrando que se Pionner X fosse para Próxima Centauri (a 4,2 anos-luz) ela levaria 10 mil anos para chegar lá, e supondo que possamos desenvolver uma sonda com velocidade 100 vezes superior a Pionner X, e dado que Kepler-22b está a 600 anos luz de nós, SPORE deveria ser capaz de manter seu habitat interno por cerca de 1500 anos. Isso não parece ser muito dificil, acho que o problema maior seria acelerar e desacelerar a sonda (usando velas solares?), ou seja, manter os computadores funcionando por 1500 anos.

Acho que não precisamos nos preocupar muito em contaminar a Biosfera de Kepler 22b. Essa estrela é mais antiga que a nossa, logo, se existe ali uma biosfera então ela está plenamente desenvolvida e deve ser resiliente às nossas bactérias. Outro argumento seria que, se ali se desenvolveu uma Tecnobiosfera, então provavelmente nós seriamos um candidato  às suas missões de colonização (ou seja, estou supondo que a facilidade de detecção de planetas vizinhos em zonas habitáveis é simétrica). Ou seja, se existissem, os Keplerianos (ou pelo menos suas bactérias) já estariam aqui e teriam nos colonizado. Bom, ou isso ocorreu (de modo que nossa Biosfera é uma filha da Biosfera Kepleriana) ou isso fracassou (demonstrando que realmente Biosferas não podem ser facilmente invadidas por sporos de fora) ou isso nunca ocorreu (o que seria evidencia de que os Keplerianos não existem). Qualquer dos casos sugere que a nossa sonda SPORE não iria prejudicar os Keplerianos, caso eles existam.

Da Wikipedia: Kepler-22b é o primeiro exoplaneta confirmado que orbita na zona habitável de uma estrela semelhante ao Sol, de acordo com a Sonda Espacial Kepler da NASA. A descoberta foi anunciada em 5 de dezembro de 2011.[1] Está a 600 anos-luz de distância da Terra, tem 2,4 vezes o raio da Terra[2] e orbita a estrela classe G Kepler-22 a cada 289 dias.[3][4][5]

Até agora, sua massa e a composição de sua superfície permanecem desconhecidas.[6][1] Se o planeta tiver uma densidade semelhante à da Terra, então a massa será de aproximadamente 13,8 (2,43) Terras, enquanto sua gravidade na superfície será de 2,4 vezes a da Terra. A distância de Kepler-22b para sua estrela é cerca de 15% menor que a distância da Terra ao Sol. Sua órbita possui cerca de 85% da largura da órbita da Terra.

A produção de luz da estrela de Kepler-22b é cerca de 25% menor que a do Sol.[1] A combinação de uma menor distância de sua estrela e uma menor produção de luz da estrela é consistente com uma temperatura moderada na superfície do planeta. Cientistas estimam que a temperatura média na superfície do planeta seja de aproximadamente 22 ºC (72 ºF).[6][1]

Kepler-22b: A 2.4 Earth-radius Planet in the Habitable Zone of a Sun-like Star

William J. BoruckiDavid G. KochNatalie BatalhaStephen T. BrysonDouglas A. CaldwellJørgen Christensen-DalsgaardWilliam D. CochranEdna DeVoreThomas N. Gautier IIIJohn C. GearyRonald GillilandAlan GouldSteve B. HowellJon M. JenkinsDavid W. LathamJack J. LissauerGeoffrey W. MarcyJason RoweDimitar SasselovAlan BossDavid CharbonneauDavid CiardiGuillermo TorresFrancois FressinLisa KalteneggerLaurance DoyleAndrea K. DupreeEric B. FordJonathan FortneyMatthew J. HolmanJason A. SteffenFergal MullallyMartin StillJill Tarter,Sarah BallardLars A. BuchhaveJosh CarterJessie L. ChristiansenBrice-Olivier DemoryJean-Michel DésertCourtney DressingMichael EndlDaniel Fabrycky,Debra FischerMichael R. HaasChristopher Henzeet al. (37 additional authors not shown)
(Submitted on 7 Dec 2011)

A search of the time-series photometry from NASA’s Kepler spacecraft reveals a transiting planet candidate orbiting the 11th magnitude G5 dwarf KIC 10593626 with a period of 290 days. The characteristics of the host star are well constrained by high-resolution spectroscopy combined with an asteroseismic analysis of the Kepler photometry, leading to an estimated mass and radius of 0.970 +/- 0.060 MSun and 0.979 +/- 0.020 RSun. The depth of 492 +/- 10ppm for the three observed transits yields a radius of 2.38 +/- 0.13 REarth for the planet. The system passes a battery of tests for false positives, including reconnaissance spectroscopy, high-resolution imaging, and centroid motion. A full BLENDER analysis provides further validation of the planet interpretation by showing that contamination of the target by an eclipsing system would rarely mimic the observed shape of the transits. The final validation of the planet is provided by 16 radial velocities obtained with HIRES on Keck 1 over a one year span. Although the velocities do not lead to a reliable orbit and mass determination, they are able to constrain the mass to a 3{\sigma} upper limit of 124 MEarth, safely in the regime of planetary masses, thus earning the designation Kepler-22b. The radiative equilibrium temperature is 262K for a planet in Kepler-22b’s orbit. Although there is no evidence that Kepler-22b is a rocky planet, it is the first confirmed planet with a measured radius to orbit in the Habitable Zone of any star other than the Sun.

Comments: Accepted to ApJ
Subjects: Earth and Planetary Astrophysics (astro-ph.EP); Solar and Stellar Astrophysics (astro-ph.SR)
Cite as: arXiv:1112.1640v1 [astro-ph.EP]