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The São Paulo Advanced School of Astrobiology

 

 

Research Articles

Claudia A.S. Lage, Gabriel Z.L. Dalmaso, Lia C.R.S. Teixeira, Amanda G. Bendia, Ivan G. Paulino-Lima, Douglas Galante,Eduardo Janot-Pacheco, Ximena C. Abrevaya, Armando Azúa-Bustos, Vivian H. Pelizzari and Alexandre S. Rosado

Editorial

Altruísmo Egoísta ou Egoísmo Altruísta?

O altruísmo egoísta

14/08/12 – 09:15
POR RAFAEL GARCIA

Chimpanzés contemplam sua existência no refúgio de macacos Chimp Haven, na Louisiana (Foto: Mike Souza/CC)

UM DOS GRANDES ENIGMAS no estudo da evolução humana é a tendência que temos de nos indignar com abuso de poder. Por que consideramos correto ajudar os indefesos que sofrem assédio e extorsão por parte dos mais fortes? Por que às vezes alternamos nosso instinto egoísta de sobrevivência por essa índole altruísta? Essa discussão, que ainda está longe de ter consenso entre biólogos e antropólogos, acaba de ganhar uma teoria matemática mostrando como o altruísmo pode surgir de puro egoísmo. Read more [+]

O Filósofo Philip K. Dick e seu Multiverso

Via Ramon Bacelar na Lista do CLFC:

Obras do americano Philip K. Dick começam a ser reeditadas no Brasil

Publicações vêm na esteira do remake de ‘O Vingador do Futuro’, baseado no conto de ‘Realidades Adaptadas’

17 de agosto de 2012 | 20h 00
Antonio Gonçalves Filho – O Estado de S. Paulo

A realidade não passava de uma alucinação para o autor de ficção científica norte-americano Philip K. Dick (1928-1982), ainda pouco conhecido como escritor no Brasil, mas popular entre cinéfilos por filmes baseados em seus livros. Já são oito com a estreia, nesta sexta-feira, 17, de O Vingador do Futuro. O mais popular deles, Blade Runner (1982), foi baseado no romance Do Androids Dream of Electric Sheep? (1966), publicado no Brasil com o título O Caçador de Androides (a edição da Rocco está esgotada, mas a editora Aleph disputa o título). Deve ganhar uma sequência em 2013.

Veja também:
link Volume de ensaios sobre Blade Runner traz texto de Cabrera Infante

'O Vingador do Futuro' chegou aos cinemas nesta sexta-feira, 17 - Divulgação
Divulgação
‘O Vingador do Futuro’ chegou aos cinemas nesta sexta-feira, 17

Desde que topou com uma estranha mulher de cabelos negros batendo à porta de sua casa, em 1974, o autor passou a afirmar que tudo o que vemos não passa de projeção de um mundo paralelo. O livro Realidades Adaptadas, que chega ao mercado com sete dos seus oito contos transformados em filmes (inclusive O Vingador do Futuro), tem histórias que insinuam ser essa não apenas a crença de alguém diagnosticado como esquizofrênico, mas de um panenteísta empenhado em provar que suas visões do futuro lhe foram reveladas pela divindade criadora do universo.

A coletânea de contos inaugura uma série de cinco livros do autor que a Editora Aleph coloca no mercado com novo visual. Depois deRealidades Adaptadas, chega às livrarias, em outubro, FluamMinhas LágrimasDisse o Policial, seguido, em 2013, por O Homem do Castelo Alto (1962), Os Três Estigmas de Palmer Eldritch (1965) e Ubik (1969). Todas as capas trazem os títulos aplicados em adesivos, podendo ser substituídos por novo layout, disponível num marcador encartado em cada volume. O projeto é de Pedro Inoue, diretor de criação da revista ativista canadense Adbusters, que se opõe ao capitalismo.

Os relançamentos aqui acontecem no momento em que os livros de Philip K. Dick, traduzidos em 25 línguas, começam a ser adotados no currículo das universidades americanas. Read more [+]

Parceria BioMed Central e USP

A lembrar quando submeter artigos:

Prezados (as)  Senhores (as),

Informamos que a Universidade de São Paulo tornou-se parceira da BioMed Central – casa publicadora que mantém um conjunto de periódicos de alto fator de impacto. É uma iniciativa da British Library com o BioMed Central Group, parte da Springer Science+Business Media, que oferece 243 periódicos de acesso aberto.
Tal parceria beneficiará a USP de duas maneiras:
(1) Os autores da USP terão 25% de desconto para a publicação de seus artigos em qualquer revista da Biomed Central; o preço do artigo varia de revista para revista.
(2) O SIBiUSP receberá a transferência do texto completo publicado por todo e qualquer pesquisador da casa e respectivos metadados, para a Biblioteca Digital de Produção Intelectual, no prazo de 24 horas da publicação – isto será feito sempre que um artigo novo da USP é publicado.
O endereço para acesso ao BioMed Central é http://www.BioMedCentral.com onde está disponível um tutorial para submissão de artigos. O período de assinatura é de julho de 2012 a junho de 2013.
Os autores USP serão reconhecidos pelo IP da Instituição (incluindo o acesso por VPN) ou, pelo e-mail institucional (@usp.br ).
Atenciosamente,
Profa. Titular Sueli Mara Soares Pinto Ferreira
Chefe Técnica de Departamento
DT/SIBiUSP

Grafos de fala medem desordem de pensamento em psicoses

Este paper saiu em abril de 2012 e foi comentado na Folha de São Paulo. Ver também aqui e aqui.

Speech Graphs Provide a Quantitative Measure of Thought Disorder in Psychosis

10/04/2012 – 10h25

Análise matemática da fala flagra esquizofrenia

GIULIANA MIRANDA
DE SÃO PAULO

A forma como alguém conta uma história pode revelar muitas coisas, inclusive transtornos psiquiátricos. Pesquisadores brasileiros criaram um método que consegue identificar pacientes com esquizofrenia e com mania apenas usando a fala.

O trabalho começou a ser desenvolvido em 2006 e, ao longo do tempo, envolveu um time de cientistas de várias especialidades, liderados por uma equipe do Instituto do Cérebro da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em Natal).

Os pesquisadores criaram um modelo que transforma em gráficos (grafos) o discurso dos pacientes. E, a partir desse padrão, é possível identificar padrões e correlações que são bastante específicos dessas duas psicoses.

No experimento, os cientistas analisaram 24 pessoas, sendo oito delas com diagnóstico prévio de esquizofrenia, oito de mania e oito sem psicoses diagnosticadas.

Editoria de arte/Folhapress

O MÉTODO Read more [+]

Físicos apostadores

Acho que estou devendo uma pizza para o Jorge Stolfi. Como disse Giovani Amelino-Camelia, a chance dos neutrinos superluminais realmente existirem era de uma para dez mil, mas apostar nessa possibilidade era por demais tentador, pois participar de uma revolução científica com essa chance é bem melhor do que apenas fazer trabalhos tecnicamente corretos e mesmo elegantes,  mas de significância marginal. 

Phenomenology of Philosophy of Science: OPERA data

Giovanni Amelino-Camelia
(Submitted on 15 Jun 2012)

I observe that, as the physics side of the OPERA-anomaly story is apparently unfolding, there can still be motivation for philosophy of science to analyze the six months of madness physicists spent chasing the dream of a new fundamental-physics revolution. I here mainly report data on studies of the OPERA anomaly that could be relevant for analyses from the perspective of phenomenology of philosophy of science. Most of what I report is an insider’s perspective on the debate that evolved from the original announcement by the OPERA collaboration of evidence of superluminal neutrinos. I also sketch out, from a broader perspective, some of the objectives I view as achievable for the phenomenology of philosophy of science.

Comments: 13 pages, LaTex
Subjects: History and Philosophy of Physics (physics.hist-ph); High Energy Physics – Experiment (hep-ex); High Energy Physics – Phenomenology (hep-ph)
Cite as: arXiv:1206.3554v1 [physics.hist-ph]

After Particle Search, Some Wallets May Lose Mass

By 

When physicists at CERN reported on July 4 that they had discovered a new particle resembling the long-sought Higgs boson, it prompted a worldwide celebration of pride and mystification.

It also prompted a worldwide settling of scores as physicists — inveterate gamblers — examine the data to decide whether it is time to pay up on longstanding bets about the existence of the boson, which has been the object of a 40-year manhunt.

As described by the Standard Model, the theory that now rules physics, the Higgs boson would be tangible evidence of a hypothesized cosmic molasses known as the Higgs field. That field endows some elementary particles with mass, breaking a logjam of mathematical symmetry in the laws of the early universe and thus adding diversity and the possibility of life to the cosmos. Physicists say it will take them at least the rest of the year and maybe longer to ascertain whether the new particle fits the theoretical prediction — in particular that it has no spin, the first known subatomic knuckle ball.

Nevertheless, the British cosmologist Stephen Hawking, who 10 years ago bet the University of Michigan theorist Gordon Kane $100 that the particle didn’t exist, has already told reporters he is conceding defeat. Dr. Kane is awaiting his windfall. “I haven’t heard directly from him,” Dr. Kane said in an e-mail, “but I assume I will soon, in some interesting way.” Read more [+]

A solução de percolação para o Paradoxo de Fermi

Parece que a idéia de Geoffrey A. Landis para resolver o Paradoxo de Fermi vai ser conhecida como solução de Percolação. Branislav Vukotic e Milan M. Cirkovik implementaram recentemente um modelo de automata celulares para descrever o processo de colonização galática. Uma das conclusões foi a de que a hipótese de colonização percolativa é consistente com o modelo. Ou seja, não é uma prova que a idéia esteja correta, mas sim que é uma idéia viável e não foi refutada pelas simulações. Nas palavras dos autores:

The porosity of large  = 3 clusters in our simulations (Fig. 6), coupled with low V/V0 (Fig. 11), demonstrates how this still seems acceptable within the ”Copernican” framework, thus essentially confirming the conclusions of Landis (1998) and Kinouchi (2001), but with addition of catastrophic reset events.

Astrobiological Complexity with Probabilistic Cellular Automata

B. VukotićM. M. Ćirković
(Submitted on 15 Jun 2012 (v1), last revised 25 Jun 2012 (this version, v2))

Search for extraterrestrial life and intelligence constitutes one of the major endeavors in science, but has yet been quantitatively modeled only rarely and in a cursory and superficial fashion. We argue that probabilistic cellular automata (PCA) represent the best quantitative framework for modeling astrobiological history of the Milky Way and its Galactic Habitable Zone. The relevant astrobiological parameters are to be modeled as the elements of the input probability matrix for the PCA kernel. With the underlying simplicity of the cellular automata constructs, this approach enables a quick analysis of large and ambiguous input parameters’ space. We perform a simple clustering analysis of typical astrobiological histories and discuss the relevant boundary conditions of practical importance for planning and guiding actual empirical astrobiological and SETI projects. In addition to showing how the present framework is adaptable to more complex situations and updated observational databases from current and near-future space missions, we demonstrate how numerical results could offer a cautious rationale for continuation of practical SETI searches.

Comments: Added minor language corrections, 37 pages, 11 figures, 2 tables; “Origins of Life and Evolution of Biospheres,” accepted for publication
Subjects: Instrumentation and Methods for Astrophysics (astro-ph.IM); Cellular Automata and Lattice Gases (nlin.CG); Computational Physics (physics.comp-ph)
Cite as: arXiv:1206.3467v2 [astro-ph.IM]

Persistence solves Fermi Paradox but challenges SETI projects

Osame Kinouchi (DFM-FFCLRP-Usp)
(Submitted on 8 Dec 2001)

Persistence phenomena in colonization processes could explain the negative results of SETI search preserving the possibility of a galactic civilization. However, persistence phenomena also indicates that search of technological civilizations in stars in the neighbourhood of Sun is a misdirected SETI strategy. This last conclusion is also suggested by a weaker form of the Fermi paradox. A simple model of a branching colonization which includes emergence, decay and branching of civilizations is proposed. The model could also be used in the context of ant nests diffusion.

Comments: 2 pages, no figures, v2 with corrected definition of branching ratio
Subjects: Disordered Systems and Neural Networks (cond-mat.dis-nn); Statistical Mechanics (cond-mat.stat-mech)
Cite as: arXiv:cond-mat/0112137v1 [cond-mat.dis-nn]

Cliodinâmica e Psicohistória

Trilogia da Fundação – Isaac Asimov

NATURE | NEWS FEATURE

Human cycles: History as science

Advocates of ‘cliodynamics’ say that they can use scientific methods to illuminate the past. But historians are not so sure.

SOURCE: REF. 1

Sometimes, history really does seem to repeat itself. After the US Civil War, for example, a wave of urban violence fuelled by ethnic and class resentment swept across the country, peaking in about 1870. Internal strife spiked again in around 1920, when race riots, workers’ strikes and a surge of anti-Communist feeling led many people to think that revolution was imminent. And in around 1970, unrest crested once more, with violent student demonstrations, political assassinations, riots and terrorism (see ‘Cycles of violence’).

To Peter Turchin, who studies population dynamics at the University of Connecticut in Storrs, the appearance of three peaks of political instability at roughly 50-year intervals is not a coincidence. For the past 15 years, Turchin has been taking the mathematical techniques that once allowed him to track predator–prey cycles in forest ecosystems, and applying them to human history. He has analysed historical records on economic activity, demographic trends and outbursts of violence in the United States, and has come to the conclusion that a new wave of internal strife is already on its way1. The peak should occur in about 2020, he says, and will probably be at least as high as the one in around 1970. “I hope it won’t be as bad as 1870,” he adds. Read more [+]

Aprendendo com games

Se você está preocupado pelo fato de seu filho “gastar” horas em games em vez de “estudar para ser capaz de trabalhar”, o artigo abaixo sugere que você é adepto da filosofia Baining de vida. O que precisaria ser melhor estudado é que tipo de aprendizagem ocorre durante os games: Reações neuromotoras e tomadas de decisão rápidas? Habituação emocional em ambientes hostis simulados que lembram sonhos? Socialização em jogos online? Bom, uma tese de doutorado examina a aprendizagem através de games aqui.

Freedom to Learn

The roles of play and curiosity as foundations for learning.
by Peter Gray
Bateson called them “drab and colorless:” The culture where play is shameful.
Published on July 20, 2012 by Peter Gray in Freedom to Learn

 

Note to readers (added Aug. 5, 2012): In your reading of this essay, please include the comment (on page 2 of the comments) by Professor Jane Fajans, the anthropologist whose writings I have made use of for this post.  Her comment is entitled “Work and Play Among the Baining” (which is also part of the subtitle of her fascinating book), and it offers a couple of significant corrections to what I say here.  Perhaps most important, Fajans notes that Baining adults, in her experience, did not so much actively prevent children’s play as devalue it. I wish also to take this opportunity to emphasize a point that I could have made more fully in this essay: The attitude of the Baining toward play is very different from that of hunter-gatherers, and, correlated with that, their adult character is also very different. If you follow the links in the third paragraph below, you will find more about hunter-gatherers and play. I wish to add also that this essay is clearly not about race but about culture, and if there is value judgment, it is judgment grounded in my own culturally-produced biases. -PG

The Baining—one of the indigenous cultural groups of Papua New Guinea—have the reputation, at least among some researchers, of being the dullest culture on earth. Early in his career, in the 1920s, the famous British anthropologist Gregory Bateson spent 14 months among them, until he finally left in frustration. He called them “unstudiable,” because of their reluctance to say anything interesting about their lives and their failure to exhibit much activity beyond the mundane routines of daily work, and he later wrote that they lived “a drab and colorless existence.” Forty years later, Jeremy Pool, a graduate student in anthropology, spent more than a year living among them in the attempt to develop a doctoral dissertation. He too found almost nothing interesting to say about the Baining, and the experience caused him to leave anthropology and go into computer science (reference here).  Finally, however, anthropologist Jane Fajans, now at Cornell University, figured out a way to study them.[1] Read more [+]

Cientistas dizem que aves e até polvos têm alguma consciência

23/07/2012 – 05h10

Na onda dos manifestos assinados por cientistas defendendo posições sobre temas polêmicos, como o aquecimento global e a evolução, o tema da consciência animal é a bola da vez.

A mensagem dos pesquisadores é clara: dado o peso das evidências atuais, não dá mais para dizer que mamíferos, aves e até polvos não tenham alguma consciência.

Foi o que um grupo de neurocientistas afirmou no Manifesto Cambridge sobre a Consciência em Animais Não Humanos, lançado neste mês em uma conferência sobre as bases neurais da consciência na prestigiosa Universidade de Cambridge (Reino Unido).

SEMELHANÇA

Philip Low, neurocientista da Universidade Stanford e do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e proponente do manifesto, disse à Folha que “nas últimas duas décadas, houve um grande progresso na neurobiologia, graças às novas tecnologias que permitem testar velhas hipóteses”.

Rodrigo Damati/Editoria de Arte

Um conjunto de evidências convergentes indica que animais não humanos, como mamíferos, aves e polvos, possuem as bases anatômicas, químicas e fisiológicas dos estados conscientes, juntamente com a capacidade de exibir comportamentos intencionais e emocionais.

A ausência de um neocórtex (área cerebral mais recente e desenvolvida em humanos) não parece impedir um organismo de experimentar estados afetivos.

O peso da evidência, portanto, indica que os seres humanos não são únicos no que diz respeito à posse das bases neurológicas que geram consciência.

“Enquanto cientistas, nós sentimos que tínhamos um dever profissional e moral de relatar essas observações para o público”, disse Low.

O manifesto foi assinado por 25 pesquisadores de peso, como Irene Pepperberg, da Universidade Harvard, que estudou as avançadas capacidades cognitivas (como o reconhecimento de cores e palavras) do famoso papagaio Alex.

Mateus Paranhos da Costa, pesquisador do comportamento e bem-estar animal da Unesp de Jaboticabal, achou a declaração bem fundamentada.

“Ela tem um componente político importante: um grupo de pesquisadores oficializa sua posição frente à sociedade, assumindo diante dela o que a ciência já tem evidenciado há algum tempo”, diz ele.

ESPELHO DA MENTE

A capacidade de alguns animais de se reconhecerem no espelho foi mencionada no manifesto.

Parece trivial se reconhecer ao escovar os dentes todas as manhãs, mas muitos bichos têm reações agressivas quando colocados cara a cara com seu reflexo.

No teste do espelho, um animal que nunca viu um objeto desses na vida é anestesiado até dormir. Os pesquisadores pintam, então, uma marca no rosto do animal e esperam que ele acorde e ache o espelho colocado em seu recinto. Se ele tentar brigar com o “intruso” ou tocar a mancha no espelho, fracassou no teste. Contudo, se tocar a marca nele mesmo, é um forte indício de que tenha noção de si próprio.

Já passaram no teste chimpanzés, bonobos, gorilas, orangotangos, golfinhos-nariz-de-garrafa, orcas, elefantes e pegas-europeias (parentes do corvo). Crianças só passam no teste após 18 meses de vida.

Marlene Zuk, especialista em seleção sexual e comunicação animal da Universidade de Minnesota, afirma que é preciso ter cuidado com a atribuição da experiência humana a outros animais.

“Temos a tendência de fazer um ranking dos animais com base em quão semelhantes a nós eles são. Entendemos muito pouco sobre como funciona a consciência. Os animais podem apresentar um comportamento complexo sem ter sistema nervoso complexo.”

LACUNAS

Devido ao foco da conferência nas bases neurais da consciência, estudos relevantes para o bem-estar animal faltaram no manifesto.

A palavra “dor” não foi mencionada. Pesquisas já mostraram a existência da capacidade de sentir dor em peixes e invertebrados, excluídos da lista. A capacidade de sofrer com a morte de um parente também já foi descrita em chimpanzés, gorilas, elefantes, leões-marinhos, lobos, lhamas, pegas e gansos.

“Se vivemos em uma sociedade que considera dados científicos ao pensar suas atitudes morais em relação aos animais, então o manifesto poderá iniciar mudanças”, ressalta Philip Low.

Para Paranhos da Costa, ao se gerar e divulgar evidências de que os animais de criação (como o gado) “não diferem dos demais quanto a capacidades de sentir, aprender, formar laços sociais”, transformações sociais ocorrerão.

Literatura Nerd – #1 – Space Opera

Evolução da Cultura e Sociologia computacional

the physics arXiv blog


Computer Model Replays Europe’s Cultural History

Posted: 18 Jan 2012 09:10 PM PST

A simple mathematical model of the way cultures spread reproduces some aspects of European history, say complexity scientists

Some 15 years ago, the American political scientist Robert Axelrod put forward a remarkable model of the way cultural diversity persists in society. His idea was that people are more likely to interact with others like them. The more similar two people are, the more likely they are to adopt each other’s traits.

That’s how traits spread but it is also why diversity persists.

Since then, the power and simplicity of Axelrod’s approach has led complexity theorists to study numerous variations on the original theme. The model lends itself to computer simulation because people can be modelled as nodes on a grid influenced by those closest to them. Whatever the starting conditions, a computer can go through through millions of iterations to see how traits spread.

Consequently, Axelrod’s approach has been used to simulate behaviours ranging from the spread of language to voting behaviour.

Today, Bartlomiej Dybiec and pals at the Center for Models of Life in Copenhagen use an Axelrod-like model to examine the way cultures might have spread throughout Europe. They think about culture as a collective term for rumours, stories, ideas and fashions which are shared by people at the same location. Read more [+]

O Meme do Meme do Meme

Quando eu li o Gene Egoísta de Richard Dawkins na década de 80, eu não imaginava que um dia o Meme estaria na Globo…

Como colocar papers no ArXiv?

Siga o seguinte algoritmo:

1. Faça um paper (ou pelo menos assine um).

2. No dia em que estiver submetendo o paper para a revista, entre no site do Arxiv ( a menos que você ache que seu paper é muito revolucionário – ou mal escrito – para alguma revista publicar).

3. Leia as instruções de como colocar um paper no ArXiv que estão aqui.

4. Siga as instruções e coloque seu paper ao ArXiv.

From: [email protected]
To: leonardo@****
Sent: Monday, January 16, 2012 2:10:11 AM
Subject: arXiv Replacement -> 1109.2036 in q-bio.NC from leonardo@****

Your replacement of 1109.2036 by submission submit/******* has
been published and is available at:

http://arxiv.org/abs/1109.2036

The paper password for this article is: *****
Please share this with your co-authors. They may use it to claim ownership.

Abstract will appear in today’s mailing as:

arXiv:1109.2036
From: Leonardo L. Gollo <[email protected]>
Date: Fri, 9 Sep 2011 15:03:09 GMT   (77kb)
Date (revised v2): Fri, 13 Jan 2012 20:10:34 GMT   (668kb)

Title: Statistical Physics approach to dendritic computation: The
excitable-wave mean-field approximation
Authors: Leonardo L. Gollo, Osame Kinouchi and Mauro Copelli
Categories: q-bio.NC
Comments: 30 pages, 8 figures
Journal-ref: Phys. Rev. E, 85, 011911 (2012)
DOI: 10.1103/PhysRevE.85.011911

We analytically study the input-output properties of a neuron whose active
dendritic tree, modeled as a Cayley tree of excitable elements, is subjected to
Poisson stimulus. Both single-site and two-site mean-field approximations
incorrectly predict a non-equilibrium phase transition which is not allowed in
the model. We propose an excitable-wave mean-field approximation which shows
good agreement with previously published simulation results [Gollo et al., PLoS
Comput. Biol. 5(6) e1000402 (2009)] and accounts for finite-size effects. We
also discuss the relevance of our results to experiments in neuroscience,
emphasizing the role of active dendrites in the enhancement of dynamic range
and in gain control modulation.

Phys. Rev. E 85, 011911 (2012) [13 pages]

Statistical physics approach to dendritic computation: The excitable-wave mean-field approximation

Abstract
References
Download: PDF (859 kB) Buy this article Export: BibTeX or EndNote (RIS)

 Leonardo L. Gollo*
IFISC (CSIC – UIB), Instituto de Física Interdisciplinar y Sistemas Complejos, Campus Universitat Illes Balears, E-07122 Palma de Mallorca, Spain

Osame Kinouchi
Laboratório de Física Estatística e Biologia Computacional, Departamento de Física, FFCLRP, Universidade de São Paulo, Avenida dos Bandeirantes 3900, 14040-901 Ribeirão Preto, São Paulo, Brazil

Mauro Copelli
Departamento de Física, Universidade Federal de Pernambuco, 50670-901 Recife, Pernambuco, Brazil

Received 12 September 2011; revised 23 November 2011; published 12 January 2012

We analytically study the input-output properties of a neuron whose active dendritic tree, modeled as a Cayley tree of excitable elements, is subjected to Poisson stimulus. Both single-site and two-site mean-field approximations incorrectly predict a nonequilibrium phase transition which is not allowed in the model. We propose an excitable-wave mean-field approximation which shows good agreement with previously published simulation results [ Gollo et al. PLoS Comput. Biol. 5 e1000402 (2009)] and accounts for finite-size effects. We also discuss the relevance of our results to experiments in neuroscience, emphasizing the role of active dendrites in the enhancement of dynamic range and in gain control modulation.

©2012 American Physical Society

URL:
http://link.aps.org/doi/10.1103/PhysRevE.85.011911
DOI:
10.1103/PhysRevE.85.011911

PACS:

87.19.ll, 05.10.-a, 87.19.lq, 87.19.ls

Religião Para Ateus

Home » Livros » Descrição » RELIGIAO PARA ATEUS

RELIGIAO PARA ATEUS

Formato: Livro

Autor: BOTTON, ALAIN DE

Tradutor: PAOLOZZI, VITOR

Editora: INTRINSECA

Assunto: FILOSOFIA

R$19,90
+cultura R$16,90

ou até 6x R$ 2,82 sem juros com cartão
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Especificações Tecnicas

ISBN: 858057093x

ISBN-13: 9788580570939

Idioma: Livro em português

Encadernação: Brochura

Dimensão: 21 x 14 cm

Edição: 1ª

Ano de Lançamento: 2011

Número de páginas: 272

Sinopse

‘Religião para ateus’ parte da premissa de que, com ou sem fé, é possível encontrar aspectos úteis, interessantes e consoladores nas religiões. E examina as possibilidades de transferir algumas dessas ideias e práticas para a vida secular. Nesse livro, Alain de Botton defende que a sociedade tem muito a aprender com as religiões ao tratar de questões como vida em comunidade, moralidade, educação e arte.

Opinião do Leitor

  • 2 Opiniões:

    Opine

  • 26/11/2011

    ALEX BONIFACIO

    O autor está de parabéns por mais essa lindíssima obra editada no Brasil, a imprensa deveria expor com maior intensidade esta referência bibliográfica.Apesar de vivermos numa nação dita religiosa, a laicidade é soberana.

  • 14/11/2011

    HELOISA EMILIA BONFIM

    Alain de Botton é um filósofo que deveria ser mais divulgado pela mídia, aqui no Brasil.
    O livro é ótimo, ideias simples e ao mesmo tempo geniais, o texto é leve – como a vida deveria ser, ou pelo menos como almejamos que seja.
    Este livro será mais um dos meus livros, do autor, que eu gosto…+ ver mais

Computação dendrítica analógica

Finalmente saiu o Gollo, Kinoouchi and Copelli – PRE 2012

From: “American Physical Society”
To: leonardo@
Sent: Thursday, January 12, 2012 4:48:08 PM
Subject: Notification of Online Publication of Your Article in Phys. Rev. E [EJ10756]

Dear Dr. Gollo,

We are pleased to inform you that your article, “Statistical physics approach to dendritic computation: The excitable-wave mean-field approximation” has been published online today, 12 January 2012, in the January 2012 issue of Physical Review E (Vol.85, No.1):

URL: http://link.aps.org/doi/10.1103/PhysRevE.85.011911
DOI: 10.1103/PhysRevE.85.011911

Thank you for choosing to publish with the American Physical Society.

Respectfully yours,
Physical Review E
American Physical Society

Quotes

A man must learn to understand the motives of human beings, their illusions, and their sufferings.

He who believes in freedom of the will has never loved and never hated.
Marie von Ebner-Eschenbach

LASCoN 4 – Latin American School of Computational Neuroscience

EVENTOS / LASCON 2012 – IV Latin American School on Computational Neuroscience
Descrição

Entre 15 de janeiro a 10 de fevereiro de 2012 será realizada, no Departamento de Física da FFCLRP, sob organização do Prof. Dr. Antônio Carlos Roque da Silva Filho, a 4ª Edição da Escola Latino-Americana de Neurociência Computacional – LASCON IV.

 

A escola terá a duração de quatro semanas e serão abordadas questões como: biofísico detalhados modelos único neurônio; modelos simplificados neurônio; modelos de rede neural; plasticidade sináptica e modelos de memória; modelos em nível de sistema cerebral; teoria da informação e análise de pico de trem, e neurociência cognitiva computacional. Estes modelos serão ilustrados com o uso de programas como neurónio, neuroConstruct, XPP-AUTO, NEST e Matlab.

 

O corpo docente é composto por uma equipe internacional de pesquisadores de renome mundial no campo da neurociência computacional. O evento será realizado em período integral (manhãs, tardes e noites) no bloco 1 das exatas (prédio do Departamento de Computação e Matemática).
 
 
 
Maiores informações:
Prof Dr. Antonio C. Roque
Departamento de Física da FFCLRP/USP
Tel: +55 16 3602-3768
Fax: +55 16 3602-4887
E-mail: [email protected]
URL: http://sisne.org/LASCON

Emaranhados no tempo

New Type Of Entanglement Allows ‘Teleportation in Time,’ Say Physicists

Conventional entanglement links particles across space. Now physicists say a similar effect links particles through time.

KFC 01/17/2011

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Entanglement is the strange quantum phenomenon in which two or more particles become so deeply linked that they share the same existence.

That leads to some counterintuitive effects, in particular, when two entangled particles become widely separated. When that happens, a measurement on one immediately influences the other, regardless of the distance between them. This “spooky-action-at-a-distance” has profound implications about the nature of reality but a clear understanding of it still eludes physicists.

Today, they have something else to puzzle over. Jay Olson and Timothy Ralph at the University of Queensland in Australia say they’ve discovered a new type of entanglement that extends, not through space, but through time. Read more [+]

Mais um paper (nosso) em Avalanches Neuronais

O interessante desse trabalho é que as redes são de neurônios inibitórios… Lembrar de falar para o Maurício enfatizar isso na dissertação!

This article is part of the supplement: Twentieth Annual Computational Neuroscience Meeting: CNS*2011

Open AccessPoster presentation

 

Signal propagation and neuronal avalanches analysis in networks of formal neurons

Mauricio Girardi-Schappo1*, Marcelo HR Tragtenberg1 and Osame Kinouchi2

BMC Neuroscience 2011, 12(Suppl 1):P172 doi:10.1186/1471-2202-12-S1-P172

The electronic version of this article is the complete one and can be found online at: http://www.biomedcentral.com/1471-2202/12/S1/P172

Published: 18 July 2011

© 2011 Girardi-Schappo et al; licensee BioMed Central Ltd.

Poster presentation

To study neurons with computational tools, one may call upon, at least, two different approaches: (i) Hodgkin-Huxley like neurons [1] (i.e. biological neurons) and (ii) formal neurons (e.g. Hindmarsh-Rose (HR) model [2], Kinouchi-Tragtenberg (KT) model [3], etc). Formal neurons may be represented by ordinary differential equations (e.g. HR), or by maps, which are dynamical systems with continuous state variables and discrete time dynamics (e.g. KT). A few maps had been proposed to describe neurons [310]. Such maps provide one with a number of computational advantages [10], since there is no need to set any precision on the integration variable, which leads to better performance in the calculations.

An extended KT neuron model, here called KTz model, has been studied in [4] and [5], may be supplied with a Chemical Synapse Map (CSM) in order to study interacting neurons in a lattice, in the framework of coupled map lattices. KTz model presents most of the standard behavior of excitable cells like fast spiking, regular spiking, bursting, plateau action potentials and adaptation phenomena, and the CSM is in good agreement with some standard functions used to model post-synaptic currents, like the alpha function or the double-exponential function [4]. Preliminary results indicate antiferromagnetic oscillatory behavior or plane wave behavior in KTz neurons coupled with inhibitory CSM on a square lattice.

Besides, many systems in nature are characterized by complex behavior where large cascades of events, named avalanches, unpredictably alternate with periods of little activity (e.g. snow avalanches, earthquakes, etc). Avalanches are described by power law distributions and when the branching parameter equals to unity, the system is said to be a self-organized critical (SOC) system [13]. These have been observed for neuronal activity in vitro [11,12]. And since both SOC systems and neuronal activity show large variability, long-term stability and memory capabilities, networks of neurons have been proposed to be SOC systems. This hypothesis was tested in [13], where they made comparisons among in vivo recordings using Local Field Potentials in three macaque monkeys performing a short term memory task and three different well-established subsampled SOC models (e.g. Sandpile model, Random Neighbour Sandpile model and Forest Fire model). Some similar comparison has been done in [14] with in vivo data from fourteen rats and a cellular automaton developed by the authors.

We claim that still no simulation has been made to detect whether formal or realistic neuron models can evolve naturally to a SOC state, in a full or subsampled network. Our simulations are made with KTz model, which is a formal neuron, but keeps the usual behaviors of living cells, connected through CSM on a square lattice. We divided the work into two parts: (i) the analysis of network itself and how it evolves with time from a given initial state, varying its parameters and (ii) the analysis of the data generated by a network of silent cells, stimulated at random sites, trying to resemble the SOC models above. We compare these second part results with the experimental ones presented in [1113].

References

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  4. Kuva SM, Lima GF, Kinouchi O, Tragtenberg MHR, Roque AC: A minimal model for excitable and bursting elements.

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  14. Ribeiro TL, Copelli M, Caixeta F, Belchior H, Chialvo DR, Nicolelis MAL, Ribeiro S: Spike avalanches exhibit universal dynamics across the sleep-wake cycle.

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