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TED Talk sobre criatividade

Interessante, mas fiquei com a impressão que no Brasil o pêndulo está voltado para o outro lado… Como fazer para equilibrar o futebol com as olimpíadas de matemática?

 

Por que não sou inteligente

Segundo o teste do IQ Elite, meu QI é 97, abaixo da média. OK, várias das questões eu não entendi as palavras chave em inglês, demorei muito, em vez de me concentrar nas de matemática. Mas isso não é desculpa…  A menos que a língua materna de quem está sendo testado influencie no resultado. Acho que a burrice foi não ter usado o site em Português, que está disponível. Ou talvez seja a idade, plena decadência, eu sei…

Isso demonstra que qualquer pessoa de inteligencia mediana pode ser um físico, quebrando o paradigma (ou estereótipo) de que físicos são pessoas inteligentes. Afinal, eu seria o contra-exemplo. Pois certamente esses testes de QI da internet são infalíveis…

BAZINGA!

IQ Test

Verbal IQ Results

The results below show that you have answered 4 out of 5 verbal questions correctly. Read more [+]

O (quase) primeiro post do SEMCIÊNCIA

Estou fazendo a importação do SEMCIÊCIA do Blogger para o WordPress (não sabia que era tão fácil). Topei com este primeiro post, de 19 de junho de 2006. Infelizmente existe um gap nos posts antigos (os posts de maio, mês de nascimento do blog, e os posts de junho a dezembro (mais de 200!) foram deletados porque… hummm, naquela época eu estava me preparando para um concurso de livre docência e algumas pessoas diziam que ter um blog não era algo sério e que poderia me prejudicar se eu emitisse opiniões politicamente incorretas (em relação à USP), por exemplo. Ou seja, este não é realmente o primeiro post, mas sim, o primeiro que sobreviveu…

Mas este post de junho sobrou eu algum lugar, em um cache que achei um ano depois, e foi recuperado. Estou reproduzindo o mesmo porque o acho ainda bem atual e, além disso, pelo fato de que finalmente irei ministrar pela segunda vez a disciplina a que ele se refere, para a turma de Licenciatura em Química da FFCLRP.

oOo

SEGUNDA-FEIRA, JUNHO 19, 2006

INFINITO

Coincidência de novo. Eu estava aqui procurando uma figura para fazer este post sobre o volume especial “As diferentes faces do infinito” quando recebi um e-mail da Ana Cláudia Ferrari me dizendo que, sim, eu havia ganho duas assinaturas de graça, da SciAm e da Viver Mente e Cérebro. Tão vendo? Quem disse que não ganho nada com este blog?

É claro que isso não vai afetar minha atitude quanto à revista, pois a compro desde o primeiro número. Afinal basta eles manterem a qualidade e ocuparem o nicho da SUPERINTERESSANTE (pois esta está querendo substituir a PLANETA, que por sua vez trocou o esoterismo pela ecologia) já está ótimo! Todo apoio a você, SciAm!

A Ana me perguntou se é verdade que meus alunos realmente lêem as revistas. Bom, alunos de Estatística I, respondam prá ela ai nos comentários. Em todo caso, conto aqui duas maneiras de usar a SciAm nas salas de aula que já testei.

Bom, primeiro eu sou responsável por uma disciplina optativa do Departamento de Química aqui na FFCLRP chamada Tópicos de Ciência Contemporânea, cuja ementa está meio ambiciosa, concordo:

Objetivos:

Introduzir e incentivar o estudante a ter contato com a literatura científica e de divulgação científica, traçando um panorama da ciência contemporânea que permita uma visão contextualizada e crítica de diferentes áreas do conhecimento tais como a Cosmologia, a Física, a Química e a Biologia. Read more [+]

Quanto pior, melhor… ou a eleição de Obama

Estava pensando aqui sobre para quem vou torcer (dado que não posso influenciar)  nas eleições dos EUA. Bom, por default, eu deveria torcer pelo Obama, dado que me parece que sou um “liberal” no sentido americano, e não um “conservative”. Por outro lado, acho que sempre temos que pensar no que é melhor para o mundo e não no que é melhor para os EUA ou o Brasil.

Romney e Obama estão, no presente momento, empatados em termos estatísticos. Então, acho que dá para simular dois cenários:

Democratas ganham: dado que a crise econômica continua e não tem fim a vista, isso implicará em mais quatro anos de desgaste para os Democratas. Afinal de contas, os democratas não poderão dizer que Obama herdou uma situação irresponsável de seu antecessor. Os movimentos sociais tipo Ocupar Wall Street ficaram enfraquecidos num governo Democrata. Afinal de contas, se os ricos são (melhor) defendidos pelos republicanos, protestar contra os 1% ou 0.1% ricos não tem muito sentido se os mesmos não estão com o poder (politico). No final de um novo governo Obama, certamente os republicanos irão ganhar, iniciando talvez um longo período conservador. Ou não, pois o cenário abaixo (republicanos ganham) poderia ocorrer, apenas com um delay de quatro anos.

Republicanos ganham: Se os republicanos ganharem, o fosso entre ricos e pobres irá aumentar, os gastos sociais irão diminuir, o ataque a ciência vindo dos criacionista e céticos do clima terá suporte, etc. Ou seja, neste cenário, a situação social/econômica/cultural dos EUA irá piorar sensivelmente. O gap economico entre EUA e China irá diminuir, caminharemos para um mundo bipolar, talvez uma nova guerra fria (contra os “comunistas” chineses). Possivelmente vai haver um período de protestos similar o maio de 1968 (possivelmente por volta de 2018, se o tal ciclo de violência social de 50 anos – um ciclo de Lotka-Volterra ou uma onda num sistema excitável?), apenas para ser reprimido por uma nova reação conservadora.

Bom, para os adeptos do “quanto pior, melhor”, visando uma revolução social, imagino que seja melhor torcer para o Romney, pois assim os republicanos pegam o repique (o segundo fosso do W) da crise econômica em seu auge…

Will the US Really Experience a Violent Upheaval in 2020? Read more [+]

Sobre a validação de blogs científicos

Quais são os critérios usados para selecionar os blogs do ABC?

Por Osame Kinouchi

Por definição, a blogosfera científica é uma comunidade, e o objetivo do portal não é “patrulhar” a mesma, mas sim dar um acesso aos leitores, de forma concentrada em listas de links, para blogs científicos, quer sejam populares quer sejam pouco conhecidos. Entretanto,  é claro que a questão da qualidade dos blogs permanece pois ser incluído no portal implica pelo menos um aval do Laboratório de Divulgação Científica e Cientometria (LDCC-FFCLRP-USP).

Por outro lado, como poderíamos definir se um blog é científico, se não é possível definir ou demarcar (rigorosamente) o que é Ciência? Read more [+]

Ateísmo Cristão 2.0

Com a ideia de transformar meus posts sobre ateísmo e religião em um livro, dou continuidade à série.

Talvez se o Ateísmo Cristão incorporasse as idéias do Allain de Botton sobre Religião para Ateus, ele poderia ganhar mais força e capacidade de sedução memética… Na verdade, se pensarmos bem, a Teologia da Libertação não incorporou direito essas ideias de Alain de Botton e talvez isto explique a sua decadência.

Christian atheism

From Wikipedia, the free encyclopediaChristian atheism is an ideology in which the belief in the God of Christianity is rejected or absent but the moral teachings of Jesus are followed. Read more [+]

Origens da Massa

A ler com cuidad, Wilczek sempre é muito didático…

Origins of Mass

Frank Wilczek
(Submitted on 29 Jun 2012 (v1), last revised 22 Aug 2012 (this version, v2))

Newtonian mechanics posited mass as a primary quality of matter, incapable of further elucidation. We now see Newtonian mass as an emergent property. Most of the mass of standard matter, by far, arises dynamically, from back-reaction of the color gluon fields of quantum chromodynamics (QCD). The equations for massless particles support extra symmetries – specifically scale, chiral, and gauge symmetries. The consistency of the standard model relies on a high degree of underlying gauge and chiral symmetry, so the observed non-zero masses of many elementary particles ($W$ and $Z$ bosons, quarks, and leptons) requires spontaneous symmetry breaking. Superconductivity is a prototype for spontaneous symmetry breaking and for mass-generation, since photons acquire mass inside superconductors. A conceptually similar but more intricate form of all-pervasive (i.e. cosmic) superconductivity, in the context of the electroweak standard model, gives us a successful, economical account of $W$ and $Z$ boson masses. It also allows a phenomenologically successful, though profligate, accommodation of quark and lepton masses. The new cosmic superconductivity, when implemented in a straightforward, minimal way, suggests the existence of a remarkable new particle, the so-called Higgs particle. The mass of the Higgs particle itself is not explained in the theory, but appears as a free parameter. Earlier results suggested, and recent observations at the Large Hadron Collider (LHC) may indicate, the actual existence of the Higgs particle, with mass $m_H \approx 125$ GeV. In addition to consolidating our understanding of the origin of mass, a Higgs particle with $m_H \approx 125$ GeV could provide an important clue to the future, as it is consistent with expectations from supersymmetry.

Comments: Invited review for the Central European Journal of Physics. This is the supplement to my 2011 Solvay Conference talk promised there. It is adapted from an invited talk given at the Atlanta APS meeting, April 2012. 33 pages, 6 figures. v2: Added update section bringing in the CERN discovery announcement
Subjects: High Energy Physics – Phenomenology (hep-ph); History and Philosophy of Physics (physics.hist-ph)
Report number: MIT-CTP 4379
Cite as: arXiv:1206.7114v2 [hep-ph]

Uma prova matemática de que o Universo teve um início?

Mathematics of Eternity Prove The Universe Must Have Had A Beginning — Part II

Heavyweight cosmologists are battling it out over whether the universe had a beginning. And despite appearances, they may actually agree

11 comments

THE PHYSICS ARXIV BLOG

Friday, April 27, 2012

Earlier this week, Audrey Mithani and Alexander Vilenkin at Tufts University in Massachusetts argued that the mathematical properties of eternity prove that the universe must have had a beginning.

Today, another heavyweight from the world of cosmology weighs in with an additional argument. Leonard Susskind at Stanford University in California, says that even if the universe had a beginning, it can be thought of as eternal for all practical purposes.

Susskind is good enough to give a semi-popular version of his argument:

“To make the point simply, imagine Hilbertville, a one-dimensional semi-infinite city, whose border is at x = 0: The population is infinite and uniformly fills the positive axis x > 0: Each citizen has an identical telescope with a finite power. Each wants to know if there is a boundary to the city. It is obvious that only a finite number of citizens can see the boundary at x = 0. For the infinite majority the city might just as well extend to the infinite negative axis.

Thus, assuming he is typical, a citizen who has not yet studied the situation should bet with great confidence that he cannot detect a boundary. This conclusion is independent of the power of the telescopes as long as it is finite.”

He goes on to discuss various thermodynamic arguments that suggest the universe cannot have existed for ever. The bottom line is that the inevitable increase of entropy over time ensures that a past eternal universe ought to have long since lost any semblance of order. Since we can see order all around us, the universe cannot be eternal in the past.

He finishes with this: “We may conclude that there is a beginning, but in any kind of inflating cosmology the odds strongly (infinitely) favor the beginning to be so far in the past that it is eff ectively at minus infinity.”

Susskind is a big hitter: a founder of string theory and one of the most influential thinkers in this area. However, it’s hard to agree with his statement that this argument represents the opposing view to Mithani and Vilenkin’s.

His argument is equivalent to saying that the cosmos must have had a beginning even if it looks eternal in the past, which is rather similar to Mithani and Vilenkin’s view. The distinction that Susskind does make is that his focus is purely on the practical implications of this–although what he means by ‘practical’ isn’t clear.

That the universe did or did not have a beginning is profoundly important from a philosophical point of view, so much so that a definitive answer may well have practical implications for humanity.

But perhaps the real significance of this debate lies elsewhere. The need to disagree in the face of imminent agreement probably tells us more about the nature of cosmologists than about the cosmos itself.

Ref: arxiv.org/abs/1204.5385: Was There a Beginning?

Alain de Botton: Ateísmo 2.0

Via FACEBOOK do Mauro Copelli:

História de Tudo em 1 min e 44 segundos, Barenaked Ladies, TBBT

Via Ciênsinando, de Gabriel Cunha:

Link para o YouTube > http://youtu.be/e0p04CLd0gk?hd=1

The History of Everything / A História de Tudo (Barenaked Ladies)

(letra traduzida de The Big Bang Theory Brasil; original em Inglês no site)

Todo o nosso universo estava em um estado quente e denso
Então há uns 14 bilhões de anos a expansão começou.
Espera…

A Terra começou a esfriar,
Os autótrofos começaram a babar,
Neandertais criaram ferramentas,
Construímos a muralha (construímos as pirâmides),
Matemática, ciência, história, desvendando os mistérios,
Tudo começou com o Big Bang!

“Desde o começo da humanidade” nem faz tanto tempo,
Já que cada galáxia foi formada em menos tempo do que leva pra cantar essa música.

Uma fração de segundo e os elementos foram feitos.
Os bípedes ficaram de pé,
Os dinossauros todos chegaram ao seu fim,
Eles tentaram escapar mas se atrasaram
E todos morreram (congelaram o rabo)
Os oceanos e a pangéia
Até mais, não ia querer ser você
Postos em movimento pelo mesmo Big Bang
Tudo começou com o Big Bang!

Está expandindo infinitamente mas um dia
fará as estrelas irem para o lado contrário
Colapsando para dentro, não estaremos aqui, não seremos feridos
Nossos melhores e mais brilhantes acham que fará um Bang maior ainda!

Australopithecus ficaria de saco cheio de nós
Discutindo enquanto pegavam veados (nós pegamos vírus)
Religião ou astronomia, Encarta, Deuteronômio
Tudo começou com o Big Bang!

Música e mitologia, Einstein e astrologia
Tudo começou com o Big Bang!

Por que os estudantes se desanimam com a Universidade?

Acho que quadros similares poderiam ser feitos para outras disciplinas…

The São Paulo Advanced School of Astrobiology

 

 

Research Articles

Claudia A.S. Lage, Gabriel Z.L. Dalmaso, Lia C.R.S. Teixeira, Amanda G. Bendia, Ivan G. Paulino-Lima, Douglas Galante,Eduardo Janot-Pacheco, Ximena C. Abrevaya, Armando Azúa-Bustos, Vivian H. Pelizzari and Alexandre S. Rosado

Editorial

Altruísmo Egoísta ou Egoísmo Altruísta?

O altruísmo egoísta

14/08/12 – 09:15
POR RAFAEL GARCIA

Chimpanzés contemplam sua existência no refúgio de macacos Chimp Haven, na Louisiana (Foto: Mike Souza/CC)

UM DOS GRANDES ENIGMAS no estudo da evolução humana é a tendência que temos de nos indignar com abuso de poder. Por que consideramos correto ajudar os indefesos que sofrem assédio e extorsão por parte dos mais fortes? Por que às vezes alternamos nosso instinto egoísta de sobrevivência por essa índole altruísta? Essa discussão, que ainda está longe de ter consenso entre biólogos e antropólogos, acaba de ganhar uma teoria matemática mostrando como o altruísmo pode surgir de puro egoísmo. Read more [+]

O Filósofo Philip K. Dick e seu Multiverso

Via Ramon Bacelar na Lista do CLFC:

Obras do americano Philip K. Dick começam a ser reeditadas no Brasil

Publicações vêm na esteira do remake de ‘O Vingador do Futuro’, baseado no conto de ‘Realidades Adaptadas’

17 de agosto de 2012 | 20h 00
Antonio Gonçalves Filho – O Estado de S. Paulo

A realidade não passava de uma alucinação para o autor de ficção científica norte-americano Philip K. Dick (1928-1982), ainda pouco conhecido como escritor no Brasil, mas popular entre cinéfilos por filmes baseados em seus livros. Já são oito com a estreia, nesta sexta-feira, 17, de O Vingador do Futuro. O mais popular deles, Blade Runner (1982), foi baseado no romance Do Androids Dream of Electric Sheep? (1966), publicado no Brasil com o título O Caçador de Androides (a edição da Rocco está esgotada, mas a editora Aleph disputa o título). Deve ganhar uma sequência em 2013.

Veja também:
link Volume de ensaios sobre Blade Runner traz texto de Cabrera Infante

'O Vingador do Futuro' chegou aos cinemas nesta sexta-feira, 17 - Divulgação
Divulgação
‘O Vingador do Futuro’ chegou aos cinemas nesta sexta-feira, 17

Desde que topou com uma estranha mulher de cabelos negros batendo à porta de sua casa, em 1974, o autor passou a afirmar que tudo o que vemos não passa de projeção de um mundo paralelo. O livro Realidades Adaptadas, que chega ao mercado com sete dos seus oito contos transformados em filmes (inclusive O Vingador do Futuro), tem histórias que insinuam ser essa não apenas a crença de alguém diagnosticado como esquizofrênico, mas de um panenteísta empenhado em provar que suas visões do futuro lhe foram reveladas pela divindade criadora do universo.

A coletânea de contos inaugura uma série de cinco livros do autor que a Editora Aleph coloca no mercado com novo visual. Depois deRealidades Adaptadas, chega às livrarias, em outubro, FluamMinhas LágrimasDisse o Policial, seguido, em 2013, por O Homem do Castelo Alto (1962), Os Três Estigmas de Palmer Eldritch (1965) e Ubik (1969). Todas as capas trazem os títulos aplicados em adesivos, podendo ser substituídos por novo layout, disponível num marcador encartado em cada volume. O projeto é de Pedro Inoue, diretor de criação da revista ativista canadense Adbusters, que se opõe ao capitalismo.

Os relançamentos aqui acontecem no momento em que os livros de Philip K. Dick, traduzidos em 25 línguas, começam a ser adotados no currículo das universidades americanas. Read more [+]

Parceria BioMed Central e USP

A lembrar quando submeter artigos:

Prezados (as)  Senhores (as),

Informamos que a Universidade de São Paulo tornou-se parceira da BioMed Central – casa publicadora que mantém um conjunto de periódicos de alto fator de impacto. É uma iniciativa da British Library com o BioMed Central Group, parte da Springer Science+Business Media, que oferece 243 periódicos de acesso aberto.
Tal parceria beneficiará a USP de duas maneiras:
(1) Os autores da USP terão 25% de desconto para a publicação de seus artigos em qualquer revista da Biomed Central; o preço do artigo varia de revista para revista.
(2) O SIBiUSP receberá a transferência do texto completo publicado por todo e qualquer pesquisador da casa e respectivos metadados, para a Biblioteca Digital de Produção Intelectual, no prazo de 24 horas da publicação – isto será feito sempre que um artigo novo da USP é publicado.
O endereço para acesso ao BioMed Central é http://www.BioMedCentral.com onde está disponível um tutorial para submissão de artigos. O período de assinatura é de julho de 2012 a junho de 2013.
Os autores USP serão reconhecidos pelo IP da Instituição (incluindo o acesso por VPN) ou, pelo e-mail institucional (@usp.br ).
Atenciosamente,
Profa. Titular Sueli Mara Soares Pinto Ferreira
Chefe Técnica de Departamento
DT/SIBiUSP

Grafos de fala medem desordem de pensamento em psicoses

Este paper saiu em abril de 2012 e foi comentado na Folha de São Paulo. Ver também aqui e aqui.

Speech Graphs Provide a Quantitative Measure of Thought Disorder in Psychosis

10/04/2012 – 10h25

Análise matemática da fala flagra esquizofrenia

GIULIANA MIRANDA
DE SÃO PAULO

A forma como alguém conta uma história pode revelar muitas coisas, inclusive transtornos psiquiátricos. Pesquisadores brasileiros criaram um método que consegue identificar pacientes com esquizofrenia e com mania apenas usando a fala.

O trabalho começou a ser desenvolvido em 2006 e, ao longo do tempo, envolveu um time de cientistas de várias especialidades, liderados por uma equipe do Instituto do Cérebro da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em Natal).

Os pesquisadores criaram um modelo que transforma em gráficos (grafos) o discurso dos pacientes. E, a partir desse padrão, é possível identificar padrões e correlações que são bastante específicos dessas duas psicoses.

No experimento, os cientistas analisaram 24 pessoas, sendo oito delas com diagnóstico prévio de esquizofrenia, oito de mania e oito sem psicoses diagnosticadas.

Editoria de arte/Folhapress

O MÉTODO Read more [+]

Físicos apostadores

Acho que estou devendo uma pizza para o Jorge Stolfi. Como disse Giovani Amelino-Camelia, a chance dos neutrinos superluminais realmente existirem era de uma para dez mil, mas apostar nessa possibilidade era por demais tentador, pois participar de uma revolução científica com essa chance é bem melhor do que apenas fazer trabalhos tecnicamente corretos e mesmo elegantes,  mas de significância marginal. 

Phenomenology of Philosophy of Science: OPERA data

Giovanni Amelino-Camelia
(Submitted on 15 Jun 2012)

I observe that, as the physics side of the OPERA-anomaly story is apparently unfolding, there can still be motivation for philosophy of science to analyze the six months of madness physicists spent chasing the dream of a new fundamental-physics revolution. I here mainly report data on studies of the OPERA anomaly that could be relevant for analyses from the perspective of phenomenology of philosophy of science. Most of what I report is an insider’s perspective on the debate that evolved from the original announcement by the OPERA collaboration of evidence of superluminal neutrinos. I also sketch out, from a broader perspective, some of the objectives I view as achievable for the phenomenology of philosophy of science.

Comments: 13 pages, LaTex
Subjects: History and Philosophy of Physics (physics.hist-ph); High Energy Physics – Experiment (hep-ex); High Energy Physics – Phenomenology (hep-ph)
Cite as: arXiv:1206.3554v1 [physics.hist-ph]

After Particle Search, Some Wallets May Lose Mass

By 

When physicists at CERN reported on July 4 that they had discovered a new particle resembling the long-sought Higgs boson, it prompted a worldwide celebration of pride and mystification.

It also prompted a worldwide settling of scores as physicists — inveterate gamblers — examine the data to decide whether it is time to pay up on longstanding bets about the existence of the boson, which has been the object of a 40-year manhunt.

As described by the Standard Model, the theory that now rules physics, the Higgs boson would be tangible evidence of a hypothesized cosmic molasses known as the Higgs field. That field endows some elementary particles with mass, breaking a logjam of mathematical symmetry in the laws of the early universe and thus adding diversity and the possibility of life to the cosmos. Physicists say it will take them at least the rest of the year and maybe longer to ascertain whether the new particle fits the theoretical prediction — in particular that it has no spin, the first known subatomic knuckle ball.

Nevertheless, the British cosmologist Stephen Hawking, who 10 years ago bet the University of Michigan theorist Gordon Kane $100 that the particle didn’t exist, has already told reporters he is conceding defeat. Dr. Kane is awaiting his windfall. “I haven’t heard directly from him,” Dr. Kane said in an e-mail, “but I assume I will soon, in some interesting way.” Read more [+]

A solução de percolação para o Paradoxo de Fermi

Parece que a idéia de Geoffrey A. Landis para resolver o Paradoxo de Fermi vai ser conhecida como solução de Percolação. Branislav Vukotic e Milan M. Cirkovik implementaram recentemente um modelo de automata celulares para descrever o processo de colonização galática. Uma das conclusões foi a de que a hipótese de colonização percolativa é consistente com o modelo. Ou seja, não é uma prova que a idéia esteja correta, mas sim que é uma idéia viável e não foi refutada pelas simulações. Nas palavras dos autores:

The porosity of large  = 3 clusters in our simulations (Fig. 6), coupled with low V/V0 (Fig. 11), demonstrates how this still seems acceptable within the ”Copernican” framework, thus essentially confirming the conclusions of Landis (1998) and Kinouchi (2001), but with addition of catastrophic reset events.

Astrobiological Complexity with Probabilistic Cellular Automata

B. VukotićM. M. Ćirković
(Submitted on 15 Jun 2012 (v1), last revised 25 Jun 2012 (this version, v2))

Search for extraterrestrial life and intelligence constitutes one of the major endeavors in science, but has yet been quantitatively modeled only rarely and in a cursory and superficial fashion. We argue that probabilistic cellular automata (PCA) represent the best quantitative framework for modeling astrobiological history of the Milky Way and its Galactic Habitable Zone. The relevant astrobiological parameters are to be modeled as the elements of the input probability matrix for the PCA kernel. With the underlying simplicity of the cellular automata constructs, this approach enables a quick analysis of large and ambiguous input parameters’ space. We perform a simple clustering analysis of typical astrobiological histories and discuss the relevant boundary conditions of practical importance for planning and guiding actual empirical astrobiological and SETI projects. In addition to showing how the present framework is adaptable to more complex situations and updated observational databases from current and near-future space missions, we demonstrate how numerical results could offer a cautious rationale for continuation of practical SETI searches.

Comments: Added minor language corrections, 37 pages, 11 figures, 2 tables; “Origins of Life and Evolution of Biospheres,” accepted for publication
Subjects: Instrumentation and Methods for Astrophysics (astro-ph.IM); Cellular Automata and Lattice Gases (nlin.CG); Computational Physics (physics.comp-ph)
Cite as: arXiv:1206.3467v2 [astro-ph.IM]

Persistence solves Fermi Paradox but challenges SETI projects

Osame Kinouchi (DFM-FFCLRP-Usp)
(Submitted on 8 Dec 2001)

Persistence phenomena in colonization processes could explain the negative results of SETI search preserving the possibility of a galactic civilization. However, persistence phenomena also indicates that search of technological civilizations in stars in the neighbourhood of Sun is a misdirected SETI strategy. This last conclusion is also suggested by a weaker form of the Fermi paradox. A simple model of a branching colonization which includes emergence, decay and branching of civilizations is proposed. The model could also be used in the context of ant nests diffusion.

Comments: 2 pages, no figures, v2 with corrected definition of branching ratio
Subjects: Disordered Systems and Neural Networks (cond-mat.dis-nn); Statistical Mechanics (cond-mat.stat-mech)
Cite as: arXiv:cond-mat/0112137v1 [cond-mat.dis-nn]

Cliodinâmica e Psicohistória

Trilogia da Fundação – Isaac Asimov

NATURE | NEWS FEATURE

Human cycles: History as science

Advocates of ‘cliodynamics’ say that they can use scientific methods to illuminate the past. But historians are not so sure.

SOURCE: REF. 1

Sometimes, history really does seem to repeat itself. After the US Civil War, for example, a wave of urban violence fuelled by ethnic and class resentment swept across the country, peaking in about 1870. Internal strife spiked again in around 1920, when race riots, workers’ strikes and a surge of anti-Communist feeling led many people to think that revolution was imminent. And in around 1970, unrest crested once more, with violent student demonstrations, political assassinations, riots and terrorism (see ‘Cycles of violence’).

To Peter Turchin, who studies population dynamics at the University of Connecticut in Storrs, the appearance of three peaks of political instability at roughly 50-year intervals is not a coincidence. For the past 15 years, Turchin has been taking the mathematical techniques that once allowed him to track predator–prey cycles in forest ecosystems, and applying them to human history. He has analysed historical records on economic activity, demographic trends and outbursts of violence in the United States, and has come to the conclusion that a new wave of internal strife is already on its way1. The peak should occur in about 2020, he says, and will probably be at least as high as the one in around 1970. “I hope it won’t be as bad as 1870,” he adds. Read more [+]

Aprendendo com games

Se você está preocupado pelo fato de seu filho “gastar” horas em games em vez de “estudar para ser capaz de trabalhar”, o artigo abaixo sugere que você é adepto da filosofia Baining de vida. O que precisaria ser melhor estudado é que tipo de aprendizagem ocorre durante os games: Reações neuromotoras e tomadas de decisão rápidas? Habituação emocional em ambientes hostis simulados que lembram sonhos? Socialização em jogos online? Bom, uma tese de doutorado examina a aprendizagem através de games aqui.

Freedom to Learn

The roles of play and curiosity as foundations for learning.
by Peter Gray
Bateson called them “drab and colorless:” The culture where play is shameful.
Published on July 20, 2012 by Peter Gray in Freedom to Learn

 

Note to readers (added Aug. 5, 2012): In your reading of this essay, please include the comment (on page 2 of the comments) by Professor Jane Fajans, the anthropologist whose writings I have made use of for this post.  Her comment is entitled “Work and Play Among the Baining” (which is also part of the subtitle of her fascinating book), and it offers a couple of significant corrections to what I say here.  Perhaps most important, Fajans notes that Baining adults, in her experience, did not so much actively prevent children’s play as devalue it. I wish also to take this opportunity to emphasize a point that I could have made more fully in this essay: The attitude of the Baining toward play is very different from that of hunter-gatherers, and, correlated with that, their adult character is also very different. If you follow the links in the third paragraph below, you will find more about hunter-gatherers and play. I wish to add also that this essay is clearly not about race but about culture, and if there is value judgment, it is judgment grounded in my own culturally-produced biases. -PG

The Baining—one of the indigenous cultural groups of Papua New Guinea—have the reputation, at least among some researchers, of being the dullest culture on earth. Early in his career, in the 1920s, the famous British anthropologist Gregory Bateson spent 14 months among them, until he finally left in frustration. He called them “unstudiable,” because of their reluctance to say anything interesting about their lives and their failure to exhibit much activity beyond the mundane routines of daily work, and he later wrote that they lived “a drab and colorless existence.” Forty years later, Jeremy Pool, a graduate student in anthropology, spent more than a year living among them in the attempt to develop a doctoral dissertation. He too found almost nothing interesting to say about the Baining, and the experience caused him to leave anthropology and go into computer science (reference here).  Finally, however, anthropologist Jane Fajans, now at Cornell University, figured out a way to study them.[1] Read more [+]