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Bolão dos neutrinos – nova rodada

Ivan entrou no bolão e apostou comigo os R$ 100. O término do bolão ficou marcado para o dia 21 de dezembro de 2012. Caso você queira participar, inscreva-se abaixo. As opções são:

A. A anomalia dos neutrinos superluminais decorrem de um erro sistemático de natureza experimental não levado em conta pelos pesquisadores da colaboração OPERA.

B. A anomalia será explicada por uma aplicação não trivial de física teórica  já conhecida (consensual).

C. A anomalia será explicada por uma proposta de física nova que não viola a simetria de Lorentz.

D. A anomalia será explicada por uma proposta de física nova que viola a simetria de Lorentz.

Façam suas apostas. Como na divisão do bolão o ganho é maior para quem apostar na hipótese mais improvável, uma análise de custo-benefício racional me diz que o melhor é apostar no item D. Está apostado!

New results show neutrinos still faster than light

Read more: “Neutrinos: Complete guide to the ghostly particle

One of the most staggering results in physics – that neutrinos may go faster than light – has not gone away with two further weeks of observations. The researchers behind the jaw-dropping finding are now confident enough in the result that they are submitting it to a peer-reviewed journal.

“The measurement seems robust,” says Luca Stanco of the National Institute of Nuclear Physics in Padua, Italy. “We have received many criticisms, and most of them have been washed out.”

Stanco is a member of the OPERA collaboration, which shocked the world in September with the announcement that the ghostly subatomic particles had arrived at the Gran Sasso mine in Italy about 60 nanoseconds faster than light speed from the CERN particle accelerator near Geneva, Switzerland, 730 kilometres away.

Tighter bunches

Theorists have been struggling to reconcile the September result with the laws of physics. Einstein’s theory of special relativity posits that nothing can travel faster than light, and many physicists believe the result could disappear in a puff of particles.

The result also unsettled those within the OPERA collaboration. Stanco was one of 15 team members who did not sign the original preprint of the paperbecause they thought the results were too preliminary.

One of the main concerns was that it was difficult to link individual neutrino hits at Gran Sasso to the particles that left CERN. To double check, the team ran a second set of measurements with tighter bunches of particles from 21 October to 6 November.

In that time, they observed 20 new neutrino hits – a piddling number compared with the 16,000 hits in the original experiment. But Stanco says the tighter particle bunches made those hits easier to track and time: “So they are very powerful, these 20 events.”

More checks

The team also rechecked their statistical analysis, confirming that the error on their measurements was indeed 10 nanoseconds. Some team members, including Stanco, had worried that the true error was larger. What they found was “absolutely compatible” with the original announcement, he says.

That was enough for Stanco to put his name to the paper, although he says six or seven team members are still holding out. The team was planning to submit the paper to a European physics journal on Thursday.

They are still running other tests, including measuring the length of a fibre-optic cable that carries information from the underground lab at Gran Sasso to a data-collection centre on the surface. The team is also trying to do the same test using another detector at the lab called RPC. That test will take another several months.

Even though he agreed to sign the paper, Stanco says: “I’m not so happy. From a theoretical point of view, it is not so appealing. I still feel that another experiment should make the measurement before I will say that I believe this result.”

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Poema caóticos criados pelo Google Translator

O original:
Em veias tenho teu nome
Não capturo
És o meu bolso, minha rocha
Guardo-te grão
Aguardo-te garrafa
Cresces no sopro da água
Crias raízes
Te firmas no ar
Tens garras suspensas, extensas
Tens o meu nome
Não capturo

Eu tenho as veias em seu nome
Ele não captura
Você é o meu bolso, rock meu
Você manter grão
Aguardo você garrafa
Crescendo na bica de água
raízes bebê
Você empresas no ar
Você tem garras de suspensão, extensa
Você tem meu nome
Ele não captura

A minha versão, usando também as alternativas de tradução do GOOGLE:

Na borda do Caos

Eu tenho as veias em seu nome
Mas você não capta
Que também está no meu bolso, pedra minha
Preciosa.

Que você continue plantando grãos.
Espero que você seja frasco
Crescendo na bica de água
criando raízes de criança
Firmando-se nos ares
Você usa suas unhas, extensas

Nas minhas costas,

Você tem o meu nome
Mas você não capta

 

 

Explicado o motivo de porque os homens tem mais neurônios que as mulheres!

Osame Kinouchi

Explicado o motivo de porque os homens tem mais neurônios que as mulheres!   http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/noticias/2011/11/08/cerebros-de-criancas-autistas-tem-mais-neuronios/

www.jb.com.br

As crianças autistas têm mais neurônios e apresentam um cérebro mais pesado que as demais, revela um estudo publicado nesta terça-feira no Journal of the American Medical Association (JAMA).O estudo, baseado em análises de cérebros de crianças autistas …

 ·  · Compartilhar · há 8 horas
    • Mônica Guimarães Campiteli hahahahaha

      há 8 horas · 
    • Mauro Rebelo É muita cara de pau propor qualquer conclusão com base em um n=7

      há 8 horas · 
    • Osame Kinouchi Mauro, preciso ler o paper mas a coisa faz sentido: 1. Homens tem peo menos 4x mais tendencia ao autismo; 2. Homens tem mais neuronios no Pre frontal; 3. Homens sao conhecidos como “pequenos autistas”, porque tratam animais e pessoas (em especial mulheres) como se fossem objetos e maquinas (“Nossa, ela é uma máquina!”); 4. Sabe-se que o prunning neural (a apoptose de neuronios) é essencial para a conformacao e maturacao eficiente do cerebro na adolescencia; 5. Homem ns possuem um retardo maturacional caracteristico (compare um moleque de 16 anos com uma menina da mesma idade; 6. Seja a amostra aleatoria, seja 1/2 a probabilidade (hipotese nula) de um autista ter muito mais neuronios do que o controle, entao a probabilidade de se ter 7 autistas com mais neuronios (e NENHUM com menos!) que os controles é 1/2^7 = 1/128, ou seja, menos que 1%. Bom, se vc apostar que consegue tirar 7 caras em seguida num jogo de cara e coroa (e certamente vc consegue, com 1/128 de chance!) entao eu topo apostar! risos… Mas noto que eles viram apenas correlacao, porem acho que a conclusao nao eh esta, mas sim que, SE tais neuronio em excesso sao prejudiciais (o que vai de acordo com a teoria de prunning neural), ENTAO esse tipo de autismo (correlacionado com mais tecido no pre frontal) tem uma causa que remonta pelo menos ao utero materno, o que tambem parece ser bastante plausivel. Ou seja, nao existe aqui nenhum grande claim novo, todo mundo sabe disso, de modo que “little claims need little evidence…”

      há 13 minutos · 
    • Osame Kinouchi Autistas (Aspies como eu?) tambem tem mania de responder sem tato e delicadeza aos amigos, especialmente no facebbok, e acabam brigando com metade da blogosfera! risos Eu tenho quase certeza que esse menino da reportagem abaixo tem mais neuronios no pre-frontal: http://www.estadao.com.br/noticias/geral,genio-da-matematica-de-14-anos-relata-desprezo-e-medo-de-bullying,795981,0.htm

      www.estadao.com.br

      O galês Cameron Thompson tem 14 anos e está estudando Matemática Aplicada na Ope…Ver mais
      há 9 minutos ·  · 
    • Osame Kinouchi Deixa eu fazer uma aposta antes de ler o artigo: os sete autistas sao meninos!

      há 6 minutos · 
    • Osame Kinouchi O link está aqui, comecando a ler:http://jama.ama-assn.org/content/306/18/2031.short

      jama.ama-assn.org

      Since this article does not have an abstract, we have provided the first 150 words of the full text.
      há 6 minutos ·  · 
    • Osame Kinouchi In this issue of JAMA, the report by Courchesne and colleagues documents an increase in neuron number in the prefrontal cortex (PFC) in male children and adolescents with autism.

      há 4 minutos · 
    • Osame Kinouchi BINGO! E BAZINGA!!!

      há 4 minutos · 

Increased Neuron Number and Head Size in Autism

  1. Janet E. Lainhart, MD;
  2. Nicholas Lange, ScD

[+] Author Affiliations

  1. Author Affiliations: Departments of Psychiatry, Pediatrics, and Neuroscience, The Brain Institute, University of Utah, Salt Lake City (Dr Lainhart); and Departments of Psychiatry and Biostatistics, Harvard University Schools of Medicine and Public Health, Boston, Massachusetts (Dr Lange).

Since this article does not have an abstract, we have provided the first 150 words of the full text.

In this issue of JAMA, the report by Courchesne and colleagues1 documents an increase in neuron number in the prefrontal cortex (PFC) in male children and adolescents with autism. Those findings build on Leo Kanner’s original observations2 in 1943 and 2 decades of recent research investigating macrocephaly in autism. Macrocephaly occurs in 20% of individuals with autism on average and is usually due to megalencephaly—abnormal enlargement of the brain during childhood.3 The enlargement is rarely present at birth; it develops during early childhood when head growth accelerates during the first 18 months of life.4 Mean total brain, lobar, white matter, and gray matter volumes, including volume of the cortex, are significantly increased by 2 to 3 years of age in children with autism when compared with typically developing and also nonautistic developmentally delayed individuals.5,6,7

Um exemplo de geek syndrome no TBBT

Ficção Científica inspira Cientistas?

Concurso FC do B [email protected]
12:42 (2 horas atrás)

para Rubem, Ronaldo, Raul, Rafael, Paulo, Osame, mim, Mozart, Marcelo, João, Gustavo, Gustavo, Giovane, Francisco, Denis, Carlos, carlos, Carlos, Auusto, Antonio, Antonio, Antonio, antoniojunior.., Antonio, Antonio, Anderson

Divulgação

Iniciamos a divulgação do resultado do concurso e gostaríamos de
pedir a todos vocês que colaborem, na medida do possível, divulgando
também.

O site do concurso já se encontra atualizado e estamos à
disposição para esclarecer qualquer dúvida.

http://www.fcdob.com.br/

Sobre a coletânea de contos

O livro já foi revisado e diagramado e se encontra prestes a seguir
para a gráfica, com lançamento previsto para a primeira semana de
Dezembro.

Estaremos entrando em contato em breve, passando mais detalhes.

Atenciosamente
Concurso Literário FC DO B – Ficção Científica Brasileira
“Ajudando a escrever a História da FC Brasileira”
Site : www.fcdob.com.br

Caminhos do amor

Sacanagem que os coleguinhas da Rita fizeram comigo…

 

 

O câncer de Lula

gilberto dimenstein

30/10/2011 – 11h09

O câncer de Lula me envergonhou

DE SÃO PAULO

Senti um misto de vergonha e enjoo ao receber centenas de comentários de leitores para a minha coluna sobre o câncer de Lula. Fossem apenas algumas dezenas, não me daria o trabalho de comentar. O fato é que foi uma enxurrada de ataques desrespeitosos, desumanos, raivosos, mostrando prazer com a tragédia de um ser humano. Pode sinalizar algo mais profundo.

Lula chega a hospital para primeira sessão de quimioterapia
Tratamento de Lula deve durar 4 meses, diz médico
Leitor diz que Brasil está torcendo pela saúde de Lula
Ex-presidente Lula está com tumor na laringe, diz hospital

Centenas de e-mails pediam que Lula não se tratasse num hospital de elite, mas no SUS para supostamente mostrar solidariedade com os mais pobres. É de uma tolice sem tamanho. O que provoca tanto ódio de uma minoria?

Lula teve muitos problemas –e merece ser criticado por muitas coisas, a começar por uma conivência com a corrupção. Mas não foi um ditador, manteve as regras democráticas e a economia crescendo, investiu como nunca no social.

No caso de seu câncer, tratou a doença com extrema transparência e altivez. É um caso, portanto, em que todos deveriam se sentir incomodados com a tragédia alheia.

Minha suspeita é que a interatividade democrática da internet é, de um lado, um avanço do jornalismo, e, de outro, uma porta direta para o esgoto do ressentimento e da ignorância.

Isso significa que um dos nossos papéis como jornalistas é educar os e-leitores a se comportar com um mínimo de decência.

Gilberto DimensteinGilberto Dimenstein, 54, integra o Conselho Editorial da Folha e vive nos Estados Unidos, onde foi convidado para desenvolver em Harvard projeto de comunicação para a cidadania.

Por que os rodeios estão fadados à extinção?

Estudo: humanidade está mais inteligente e menos violenta

Tese é defendida pelo renomado psicólogo canadense Steven Pinker, em artigo publicado na edição desta quarta-feira na revista ‘Nature’

Eu sempre disse isso para os meus amigos, que a percepção jornalística e de senso comum está errada, que era necessário sempre uma análise histórico-estatística e mesmo sociobiológica. Afinal somos os primatas mais sociáveis do planeta – não acredito que haja colônias de primatas com mais de 500 indivíduos, e certamente somos bem menos violentos que chimpanzés e gorilas, para não falar dos outros machos-mamíferos que adoram matar os filhotes (de outro macho) das fêmeas.

Além disso, já não praticamos sacrifícios religiosos de crianças, canibalismo, tortura (no nível “civilizado” romano, assistam a série ROMA!), e mesmo os duelos com espadas ou armas, a tal defesa da honra, desapareceu (o que era impensável para os homens do século XVIII).

Do mesmo modo, a guerra era vista como algo heróico e necessário para a preservação e evolução da espécie (a visão de Darwinismo Social de Nietszche e das SS, que consideravam o Cristianismo como uma religião de anarquistas, feministas e “mulherzinhas”). Hoje, as guerras tem uma péssima reputação e certamente não são vistas como algo heróico ou desejável, no máximo são tidas como um mal necessário em certas circunstâncias (por exemplo, para enfrentar e destruir os SS-Nietszchenianos). Que profunda mudança cultural em menos de 100 anos!

Finalmente, a próxima fronteira são os direitos dos animais, e isto está avançando numa velocidade fantástica (e no futuro, os dos robôs, afinal todos somos robôs – orgânicos ou não). Esses dias, eu querendo levar meus filhos Leonardo (10) e Raphael (8) para uma atividade diferente, propus irmos ao Rodeio de Jaboticabal. Eles me olharam de forma estranha e questionadora,  dizendo “Mas claro que não! Ele torturam os bois!” Eu me senti anacrônico…

Ou seja, educar e civilizar faz diferença sim, os memes são mais fortes que os genes (afinal, existem memes egoístas incompatíveis com os genes, de modo que a Memética fundamenta cientificamente a autonomia relativa da Cultura). O software cultural é limitado pelo hardware cerebral, mas no final das contas, quem define o que realmente um computador faz é o software, não é o hardware. Novos softwares culturais vão reconfigurar o cérebro humano, nem que seja o Facebook nos deixando mais sociáveis

Disse isso aos meus amigos especialmente no Beijo de Juliana, mas me chamaram de Pollyanna e Cândido de Voltaire… Santo de casa não faz milagre mesmo. Mas talvez o Pinker, publicando na Nature, seja suficiente para  o que eu sempre propus, uma “statistical evidence-based opinions“.

Comportamento

Combatentes líbios: mesmo com guerras, humanidade está mais pacífica, diz o psicólogo Steven PinkerCombatentes líbios: mesmo com guerras, humanidade está mais pacífica, diz o psicólogo Steven Pinker (Zohra Bensemra / Reuters)

“Apesar de atualmente nos sentirmos constantemente rodeados pela violência, em séculos anteriores a situação era muito pior.” — Steven Pinker, psicólogo canadense

“A afirmação popular de que o século XX é ‘o mais sangrento da história’ é uma mera ilusão que dificilmente pode ser apoiada em dados históricos.”

A sensação de que nunca houve tanta violência como nos tempos modernos é ilusória e dificilmente resistiria à pesquisa histórica. Segundo um estudo publicado nesta quarta-feira na revista Nature, nunca houve, proporcionalmente, tão poucos assassinatos e tão pouca violência, de um modo geral. O defensor da tese é o renomado psicólogo canadense Steven Pinker. De acordo com ele, em termos históricos, as pessoas estão cada vez mais inteligentes, e em consequência disso, menos violentas. Read more [+]

O Multiverso está na moda

Editorial Reviews

Amazon.com Review

There’s a reason “astronomically large” means “larger than the scale of ordinary life”: normal scales of time and space for astronomers involve millions of years and anywhere from thousands to quadrillions of kilometers. Even for astronomers, University of Michigan professor Fred Adams and his former student Greg Laughlin think big–really, really big–and their planning is really, really long-term.

In The Five Ages of the Universe, Adams and Laughlin present their vision of the history of the universe, from the big bang on. They’ve had to come up with a new unit of measure to make this timescape intellectually tractable: the “cosmological decade.” When the universe is 10 to the n years old, it is in the nth cosmological decade; we are now in the 10th, for instance. Each decade is thus 10 times as long as the one before.

All the stars will have stopped shining in the 14th cosmological decade, about 100 trillion years from now–which is a mind-bendingly long period of time by most standards. But Adams and Laughlin are just getting their speculations warmed up. They go on to fold, spindle, and mutilate your time sense as they discuss the Degenerate Era (out to decade 39), the Black Hole Era (to decade 100), and the possible creation of new universes in the Dark Era (after decade 101 or so). It’s the most fascinating, mind-expanding trip inside eternity you can read. –Mary Ellen Curtin

From Publishers Weekly

Piling one layer of speculation upon another yet retaining a disciplined, scientific approach, astrophysicists Adams (University of Michigan) and Laughlin (UC-Berkeley) take readers on a cosmic adventure to a time in the unimaginably distant future. They view time not in linear years but in logarithmic cosmological decades. We live early in the 10th cosmological decade, approximately 10 billion (10 to the 10th power) years since the Big Bang. For the first six cosmological decades, the Primordial Era, the authors explain, an intensely hot universe expanded and cooled. Elementary particles formed, followed by atoms and molecules. The stage was set for the present Stelliferous Era of galaxies, stars and planets that will continue through the 14th cosmological decade. Our universe will then be 10,000 times its present age, and even its slowest-burning stars will have used up their nuclear fuel. Stellar remnants will dominate the next 25 cosmological decades, the Degenerate Era. Following that will be the Black Hole Era, more than 60 cosmological decades long. The final chapter will be the Dark Era, a steadily diminishing, infinitely long decline toward universal equilibrium. The authors speculate on the survival of intelligent life through the entire history. They also discuss the evolution of universes in Darwinian terms. Many readers will reach their saturation point for conjecture well before those final sections, but others, especially science fiction buffs, will savor every lengthening, darkening, diminishing epoch leading to the authors’ concluding vision: the birth of new universes more than 100 cosmological decades after ours burst into existence. (June)
Copyright 1999 Reed Business Information, Inc.

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Clube de Leitores de Ficção Científica convoca escritores

Postado por Toda Letra | Publicado em 24 de outubro de 2011

“Há um mercado grande lá fora ávido por consumir fantasia que tenha um diferencial que o folclore nacional pode dar”, afirma o jornalista e escritor Clinton Davisson.

Desde os tempos de José de Anchieta, no século XV, as lendas e mitologias do Brasil vêm despertando curiosidade e interesse. Seres como o curupira, o saci, o Boi-Tatá, o Capelobo, a cobra grande e muitos outros parecem ter inspirações das mais diversas.

Segundo os organizadores, embora o trabalho de Monteiro Lobato em sua série, O Sítio do Pica-pau Amarelo, tenha contribuído para preservar e divulgar essa mitologia brasileira, a exploração desses mitos por outros autores e gêneros, como o terror, ainda é tímida no Brasil, se compararmos ao grande volume de histórias que americanos, europeus e asiáticos fazem de suas próprias lendas e mitologias.

Assim, partindo do pressuposto de que a função de um Clube de Leitores é abrir espaço para inovações literárias e formar novos leitores, estão abertas as inscrições para a Coletânea Brasil Fantástico em parceria com a Editora Draco. A comissão organizadora será formada por Clinton Davisson, Daniel Borba, Hugo Vera e Romeu Martins.

Segundo o jornalista e escritor Clinton Davisson, a ideia surgiu porque ele está há três anos escrevendo um livro de terror baseado em mitologias brasileiras. “Acho que existe um campo muito grande e pouco explorado nessa área. Saci, curupira e a cuca sempre foram histórias para assustar, mas a popularização do Sítio do Pica-pau Amarelo, principalmente através da TV, transformou, criou uma visão infantil sobre essas criaturas. Não é culpa de Monteiro Lobato, que é, talvez, o maior escritor brasileiro de todos os tempos. Mas ele escolheu uma linha que fez sucesso. Existem outras que podem ser exploradas”, explica.

Davisson explica que normalmente um autor brasileiro de fantasia gosta de falar de mitologia nórdica e escreve livros que se passam na Inglaterra. “Não estou dizendo que o autor de fantasia brasileiro é obrigado a escrever sobre curupira, na arte não pode haver limites. Só estou dizendo que há um mercado grande lá fora ávido por consumir fantasia que tenha um diferencial que o folclore nacional pode dar. E é para esse mercado que estamos querendo apontar. Em 2013, nossa intenção é lançar essa coletânea em inglês por uma editora norte-americana. É um caminho longo até lá, mas estamos empenhados nisso”, encerra.

O concurso

Os interessados em se inscrever devem mandar seus contos para [email protected] com cópia de segurança para [email protected] A submissão deve ser mandada somente em versão eletrônica, formato rich textfile (.RTF).

Os participantes devem se inscrever com pseudônimo para manter a imparcialidade do julgamento.

O prazo máximo é 31 de março de 2012.

Limites das submissões entre 4.000 e 10.000 palavras.

Os contos terão que se passar no Brasil em qualquer época ou talvez em alguma colônia espacial habitada por brasileiros, ou mesmo em algum lugar que tenha uma referência mínima de nossa pátria amada (Portugal é bem aceitável); terá que conter algum elemento ou elementos da mitologia nacional e, claro, algum elemento de fantasia e/ou ficção científica e/ou terror. Mitologias que não são de origem nacional, mas tiveram repercussão notável no Brasil como A Loura do Banheiro, o Chupa-cabras ou a Cuca, serão consideradas.

Eu queria ter a coragem do Milan M. Ćirković…

Web Corner

of

Milan M. Ćirković

 

 

Senior Research Associate

Astronomical Observatory of Belgrade

Volgina 7

11160 Belgrade-74

Serbia

&

Associate Professor

Department of Physics

University of Novi Sad

Trg Dositeja Obradovića 4

21000 Novi Sad

Serbia

 

Phone: +381-11-3089079

E-mail: [email protected]

 

 

 Serbian version coming soon!

 

Having some sort of web page since 1994 (long ago by Internet standards), I’ve recently concluded that all complicated and fancy webpage stuff is truly unnecessary and usually annoying. Therefore, I’ve decided to keep this page as simple as possible. While I haven’t yet reached the laudable simplicity of my colleague, pen-friend, and an outstanding polymath Cosma Shalizi, that certainly remains a goal worth striving for!

 

Professional interests of mine:

 

Astrobiology and SETI studies

Evolution of galaxies and baryonic dark matter

Philosophy of science, especially philosophy of cosmology and quantum mechanics

Future studies, in particular related to existential risks and transhumanism

History of physical sciences

 

Selected recent publications (sometimes only penultimate drafts are linked, the “official” versions could be accessed e.g., via KoBSON, one of the best things which happened in local science in decades!):

 

NEW! Two books of mine have appeared in recent months, notably  (Oxford UniversityPress) and  (University of Novi Sad). Do contact me for details!

NEW! Against the Empire. An essay considering a possible evolutionary pathways of advances extraterrestrial/future human civilizations.Journal of the British Interplanetary Society, vol. 61, in press (2008).

NEWOn the Timescale Forcing in Astrobiology. Branislav Vukotić and Milan M. Ćirković (2007): Serbian Astronomical Journal, vol. 175, pp. 45-50.

Evolutionary Catastrophes and the Goldilocks Problem. International Journal of Astrobiology, vol. 6, pp. 325-329 (2007).

Too Early? On the Apparent Conflict of Astrobiology and CosmologyBiology and Philosophy, vol. 21, pp. 369-379 (2006).

Physics vs. Semantics: A Puzzling Case of a Missing Quantum Theory. Foundations of Physics, vol. 35, pp. 817-838 (2005).

Adaptationism Fails to Resolve Fermi’s Paradox. Serbian Astronomical Journal (peruse HERE!), vol. 170, pp. 89-100 (2005) – with Ivana Dragićević and Tanja Berić-Bjedov.

 “Permanence” – An Adaptationist Solution to Fermi’s Paradox? Journal of the British Interplanetary Society, vol. 58, pp. 62-70 (2005) – recently featured in New York Review of Science Fiction, vol. 17, issue 202, pp. 1-6!

On the Temporal Aspect of the Drake Equation and SETIAstrobiology, vol. 4, pp. 225-231 (2004).

Agencies, Capacities, and Anthropic Self-Selection. Philosophical Writings, vol. 27 (Autumn 2004), pp. 43-62 (2004).

The Anthropic Principle and the Duration of the Cosmological Past. Astronomical and Astrophysical Transactions, vol. 23, pp. 567-597 (2004).

HIGHLY RECOMMENDED! Resource Letter PEs-1: Physical eschatology. (2003): American Journal of Physics, vol. 71, pp. 122-133 (2003).

 

Complete (and likely out-of-date!) CV with all publications is available here in .pdf format (345 Kb).

 

Current activities:

 

Currently preparing an academic book for Oxford University Press on “Global Catastrophic Risks” with Prof. Nick Bostrom as co-editor. To be published (hopefully!) by June 2008.

With Robert J. Bradbury, I am working on “migration hypothesis” a particular solution to Fermi’s paradox, attempting to join postbiological digital perspective to the current SETI studies. The latest version of the preprint can be read here. All comments are welcome!

In collaboration with Prof. Ivana Dragićević, I’m working on a critical study of the so-called Carter’s anthropic argument in astrobiology.

In collaboration with Ivana Damjanov, a grad student, I’m studying future star formation history of spiral disks, notably the duration of the era of conventional star formation (stelliferous era).

Some educational material related to the mini-course I teach on issues in philosophy of science can be found here (in Serbian).

With Drs. Zorica Cvetković and Zoran Knežević, I am preparing the Proceedings of the XIV National Conference of Astronomers of Serbia and Montenegro.

 

Bureaucracy:

 

I am PI of the project #146012 “Gaseous and Stellar Components of Galaxies: Interaction and Evolution” financed by the Ministry of Science of the Republic of Serbia in the 2006-2010 period, with 9 co-investigators… UPDATE: I have happily resigned as PI in favor of my great friend and collaborator, Dr. Srdjan Samurović, which will give me much more time to devote to research and other fun and games!

…and member of more professional organizations and societies than I really wish (or need!), so I won’t list them here.

 

 

Most frequently used Web resources:

 

NASA ADS Query Form

ArXiv preprints

Philosophy of science preprints

KoBSON – Konzorcijum biblioteka Srbije za objedinjenu nabavku (subsuming various individual services, like SCOPUS, JSTOR, etc.)

Astronomy journals

Web of Science

Physics Around the World

Amazon.com

 

Lighter stuff:

 

B92 – Internet, Radio i TV stanica

Apolyton Civilization Site

The Postmodernism Generator

 

 

More links on the dedicated page!

 

 

– friends and other interesting people

 

– useful links and resources

 

 

 

 

 

“The supreme accomplishment is to blur the line between work and play.”

                                                                                      Arnold J. Toynbee (1889–1975), British historian and philosopher

“As Sem Razões do Amor” de Drummond iterado no Google Tradutor

A versão de Drummond:

As sem razões do amor

Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante,
e nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
e com amor não se paga.

Amor é dado de graça,
é semeado no vento,
na cachoeira, no elipse.
Amor foge a dicionários
e a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo
bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
feliz e forte em si mesmo.

Amor é primo da morte,
e da morte vencedor,
por mais que o matem (e matam)
a cada instante de amor.

A minha versão iterada no Google Tradutor com um acabamento pessoal para Rita Cristina:

As razões do sem amor

Eu te amo porque te amo.
Você não precisa ser amante,
mas precisa saber amar, porque
Eu te amo porque te amo.
O amor é um estado de graça
e amor não se gerencia.

O amor é dado livremente,
é semeado na ventania,
Cachoeira de luz em plena eclipse.
Meu amor, quebre seus dicionários,
e vários regulamentos.

Eu te amo mas eu não te amo
tanto, ou bastante, ou demais.
Porque amor não se calcula,
e quem calcula fica sem amar.
Porque o amor é como a raiz de (nós) dois,
forte e irracional, mas inteiro se elevado.

O Amor é um primo da morte,
É morrer nos braços um do outro,
Mas vai além desse morrer (ou matar)
Vai muito além de cada momento de amor.

Projeto NIM

Project Nim (2011)

TOMATOMETER

98Average Rating: 8.2/10
Reviews Counted: 114
Fresh: 112 | Rotten: 2

Equal parts hilarious, poignant, and heartbreaking, Project Nim not only tells a compelling story masterfully, but also raises the flag on the darker side of human nature.

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Encontro de Divulgação Científica e Ficção Científica

Estava pensando em pedir um apoio ao MCT para um encontro entre divulgadores de ciência e escritores de ficção cientifica, tipo um DV&FC: simbioses e mutualismos na interface ciência-arte. Alguém estaria interessado em escrever e propor o pedido junto comigo? Acho que o melhor local seria aqui mesmo em Ribeirão, dado que logo teremos uma biblioteca de pesquisa em FC aqui.

FCdoB – Ficção Científica Brasileira

Por

editorial

em 25/11/2009Tags: 

FCdoB – Ficção Científica Brasileira

Uma experiência mal sucedida liberta uma criatura do futuro. Seria possível viajar para o Além e voltar de lá? Uma nanopraga pode transformar toda a humanidade? Qual seria o impacto sobre nossas vidas se o Sol repentinamente esfriasse? Transferência de memórias versus invasores FCdoBextraterrestres numa atmosfera surrealista. Seria a realidade apenas um sofisticado software? A engenharia cibernética determinará nosso destino? Como seria conviver com seres de outra dimensão? Sagas distópicas amazônicas, guerras genéticas em guetos radioativos, viajantes do tempo-espaço, traficantes de implantes, vermes telepatas gigantes, hecatombes nucleares, clonagem, simbiontes, criaturas bíblicas congeladas, alegorias sobre a extinção final e o paraíso virtual, quando a ciência das supercordas esbarra com o divino…

O FC do B oferece estas e outras inquietações na forma de 26 contos selecionados através de seu concurso literário. Uma amostra da melhor FC Brasileira da atualidade.

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Saudade não tem tradução no Google translator!

Talvez eu não tenha criatividade suficiente para escrever poemas, mas tenho para criar um método de criar (ou melhorar poemas) usando o Google Tradutor… (ver aqui a idéia original).

Para Rita Cristina (versão original de Chimarruts aqui):

Sabe, já faz tempo que queria te falar
Das coisas que trago no peito,
Saudade, já não sei se é a palavra certa para usar,
Ainda lembro do teu jeito,

Não te trago ouro porque ele não entra no céu,
E nenhuma riqueza deste mundo.
Não, não te trago flores, porque elas secam e caem ao chão.
Te trago os meus versos, simples, mas que fiz de coração.

 

You know, have long wanted to tell you
Of the things that bring in the chest,
Saudade, I do not know if it’s the right word to use,
Still remember thy way,

I bring no gold because it does not enter into heaven,
And no wealth of this world.
No, do not bring flowers because they dry up and fall to the ground.
I bring my verses, simple, but I did heart.

Você sabe, há muito tempo queria te dizer
Das coisas que trazem no peito,
Saudade, não sei se é a palavra certa para usar,
Ainda me lembro o teu caminho,

Eu não trago nenhum ouro, porque ele não entra no céu,
E nenhuma riqueza deste mundo.
Não, não trazem flores porque elas secam e caem ao chão.
Eu trago meus versos, simples, mas eu fiz de coração.

You know, have long wanted to tell you
Of the things that bring in the chest,
Saudade do not know if it’s the right word to use,
I still remember your way,

I bring no gold, because it does not enter into heaven,
And no wealth of this world.
No, because they do not bring flowers wither and fall to the ground.
I bring my verses, simple, but I did heart.

Você sabe, há muito tempo queria te dizer
Das coisas que trazem no peito,
Saudade não sei se é a palavra certa para usar,
Ainda me lembro do seu jeito,

Eu não trago nenhum ouro, porque ele não entra no céu,
E nenhuma riqueza deste mundo.
Não, porque eles não trazem flores murcham e caem no chão.
Eu trago meus versos, simples, mas eu fiz de coração.

You know, have long wanted to tell you
Of the things that bring in the chest,
Saudade do not know if it’s the right word to use,
I still remember your way

I bring no gold, because it does not enter into heaven,
And no wealth of this world.
No, because they do not bring flowers wither and fall to the ground.
I bring my verses, simple, but I did heart.

Você sabe, há algum tempo eu queria te dizer
As coisas, muitas, que você fez nascer no meu peito,
Saudade? Não sei… se é a palavra certa a sofrer.
Eu me lembro apenas do seu gozo, caminho e jeito.

Não trago ouro, porque ouro não toca o seu coração,
Ou mesmo (tenho certeza!) qualquer riqueza deste mundo,
Coisas mortas que não florescem, não se erguem do chão. Trago à você, meus uni-versos, simples, pois estou mudo.

PS: OK, eu reconheço, a última versão é minha, porque a método de iteração do Google Tradutor não evita plágio…

It From Bit: Matéria = Férmions, Espírito = Informação?

Um post que estava nos Rascunhos desde dezembro, e que só completei agora…

Acho que finalmente entendi o conceito Bayesiano de probabilidades. Antes tarde do que nunca! É claro que eu poderia ter aprendido isso muito antes, com o livro do Jaynes tão recomendado pelo Nestor Caticha. Acho que na verdade aprendi, depois esqueci, depois li de nôvo, depois esqueci de novo. “Apreender” é diferente de aprender. Acho que envolve uma mudança de Gestalt, uma espécie de momento de “iluminação”.

         Isso aconteceu devido a dois acidentes (na verdade três): a) estou sem internet em casa, ou seja, sem essa máquina de perder tempo; b) este computador tinha uma pasta com alguns artigos em pdf, entre eles o ótimo Lectures on probability, entropy and statistical mechanics de Ariel Caticha, que me fora mandado há um bom tempo atrás pelo Nestor; c) eu havia terminado o livro Artemis Fowl – Uma aventura no Ártico e estava sem nada para ler na noite de Natal (escreverei um post sobre isso outro dia).

         Além do conceito de probabilidade Bayesiano, foi muito esclarecedor a discussão sobre entropia, em particular sua ênfase de que entropia não é uma propriedade física do sistema, mas depende do grau de detalhe na descrição desse sistema:

         The fact that entropy depends on the available information implies that there is no such thing as the entropy of a system. The same system may have many different entropies. Notice, for example, that already in the third axiom we find an explicit reference to two entropies S[p] and SG[P] referring to two different descriptions of the same system. Colloquially, however, one does refer to the entropy of a system; in such cases the relevant information available about the system should be obvious from the context. In the case of thermodynamics what one means by the entropy is the particular entropy that one obtains when the only information available is specified by the known values of those few variables that specify the thermodynamic macrostate.

         Aprendi outras coisas muito interessantes no paper, cuja principal virtude, acho, é a clareza e o fato de reconhecer os pontos obscuros como realmente obscuros. Imagino que este texto poderia ser a base de uma interessante disciplina de pós-graduação aqui no DFM. Eu ainda o estou estudando, e o recomendo aos meus amigos frequentistas. Mas é claro, eu não pude resistir em dar uma olhada no capítulo final, onde encontrei esta intrigante conclusão:

            Dealing with uncertainty requires that one solve two problems. First, one must represent a state of knowledge as a consistent web of interconnected beliefs. The instrument to do it is probability. Second, when new information becomes available the beliefs must be updated. The instrument for this is relative entropy. It is the only candidate for an updating method that is of universal applicability and obeys the moral injunction that one should not change one´s mind frivolously. Prior information is valuable and should not be revised except when demanded by new evidence, in which case the revision is no longer optional but obligatory. The resulting general method  the ME method    can handle arbitrary priors and arbitrary constraints; it includes MaxEnt and Bayes-rule as special cases; and it provides its own criterion to assess the extent that non maximum-entropy distributions are ruled out.

         To conclude I cannot help but to express my continued sense of wonder and astonishment at the fact that the method for reasoning under uncertainty  which presumably includes the whole of science turns out to rest upon a foundation provided by ethical principles. Just imagine the implications!

         Acho que este último parágrafo merece um comentário completo em um próximo post…

         Dúvidas sobre o reducionismo

         Eu tenho uma listinha (incompleta) de termos que possuem uma ordem ascendente de abstração que me fazem duvidar da afirmação que a Física é materialista (no sentido clássico da palavra). Acho que o único termo que possui análogos às características clássicas da matéria como impenetrabilidade são os férmions, via Princípio de Pauli. Já os bósons, com seus condensados de Bose-Einstein, são uns caras bem esquisitos (OK, os férmions são quanticamente esquisitos também). Bom, eis a minha lista da escadinha material → espiritual dentro da Física contemporânea. De cima para baixo na escala reducionista: Read more [+]

Sobre cientistas malucos…

Por que juntar as palavras Deus e Física dá dinheiro?

Já que desisti de ganhar o prêmio Nobel, vou ver se pelo menos ganho o Prêmio Templeton (que vale 3/2 do Nobel e é divulgado na mesma semana!). Na verdade, se vocês pensarem bem, acho que de todos os físicos brasileiros, eu sou o que mais entende de Teologia.

PS: Se você é físico brasileiro e entende mais de Teologia do que eu, por favor me escreva aí nos comentários, para escrevermos a quatro mãos aquele livro que vai ganhar o Prêmio Templeton!

29/09/2011 – 11h00

Matemático polemiza em “Por que a Ciência Não Consegue Enterrar Deus”

da Livraria da Folha

O matemático britânico John C. Lennox, da Universidade de Oxford, defende com argumentos sólidos a possibilidade de coexistência entre o conhecimento científico e a religião em “Por que a Ciência Não Consegue Enterrar Deus”. O objetivo do livro é fornecer um amparo fortemente embasado para os cientistas, ou qualquer leitor, que sintam necessidade de debater em favor de sua crença.

Divulgação
Matemático tenta comprovar que ciência e Deus não são excludentes
Matemático tenta comprovar que ciência e Deus não são excludentes

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Clinton, Osame e Daniel: a chapa Capitão Barbosa ganha as eleições no CLFC

Votos à nova Presidência

Enviado por: “Marta Rolim” [email protected]   marta.rolim

Ter, 27 de Set de 2011 11:38 am

Meus votos de sucesso à nova presidência do CLFC,
tenho esperança de que farão uma belíssima gestão.
Acho que a atitude desse grupo (chapa Capitão
Barbosa) é a melhor possível.

Presidente: *Clinton Davisson Fialho* – sócio nº 546
Secretário-Executivo : *Osame Kinouche Filho* – sócio nº 186
Tesoureiro: *Daniel Fusco Borba* – sócio nº 547

Aproveito o ensejo para enviar uma ideia que pode
alavancar recur$o$ para projetos do CLFC.

Existe o site *Catarse*, que permite arrecadar dinheiro para
projetos. Essa ferramenta pode ser muito útil ao CLFC,
dentre outros sites semelhantes.

Aqui um exemplo de projeto que está arrecadando $$ (clicar no vídeo)
http://catarse. me/pt/projects/ 292-yatra- uma-viagem- externa-interna- e-secreta

Abraços,

Marta

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

3.8.

Re: [socios-do-clfc] Resultados da pesquisa de opinião do socios-

Enviado por: “Roberto Belli” [email protected]  [email protected]

Ter, 27 de Set de 2011 1:05 pm

Parabéns pela eleição, Clinton e chapa Capitão Barbosa!
Desejo muita sorte e toda a força que eu puder oferecer a vocês daqui de
SC.
Tenho certeza que vai ser um excelente mandato. Tem tudo para dar certo.
Um grande abraço,
Roberto Belli. Read more [+]

Ainda sobre o bolão dos neutrinos

Olá Osame,
Sou avesso a apostas e bolões : – ) Não participo nem em Copa do Mundo. Mas vou confessar que torço para que o sinal do OPERA revele-se um erro sistemático ou, se for mesmo confirmado, alguém apareça com uma explicação MUITO boa que acabe salvando o princípio da causalidade.
Abraços,
Igor

  • okinouchi disse:

    Igor,

    Não sei por que mas acho que a comunidade anda muito conservadora. Por anos ficamos reclamando que a física anda muito parada, que não há nada de novo, que seria legal o LHC começar logo a revelar “física nova”. Mas física nova, por definição, é a física que abala e mesmo muda o paradigma anterior.

    Eu vejo as pessoas se comportarem como Lorentz que, mesmo a trasnformação tendo o seu nome, nao aceitou a relatividade e acreditou no eter até o final da vida.

    Eu gostei do comentario de um dos caras acima, em que ele propoe que, dado que fótons interagem com os pares eletron-positrons virtuais, ou seja, dado que o vácuo quantico (nao previsto pela Relatividade) se comporta como um dielétrico, a luz teria uma velocidade na verdade um pouco menor de a velocidade limite C (vamos usar C maiusculo e reservar c minusculo para a medida da velocidade da luz em laboratorio, OK?).

    Já no caso dos neutrinos, eles nao interagiriam com os pares eletron-pósitrons, de forma que sua velocidade estaria proxima de C (mesmo levando em conta que eles possuem massa nao nula).

    Me explica uma coisa: em teoria de campo, os neutrinos sao descritos por um campo spinorial? Eles seguem a equação de Dirac? Ou é melhor descrever em termos de segunda quantização? Mas de que tipo de campo? Ainda um campo spinorial de spin 1/2 ?

    Outra duvida: Com quantas casas decimais se pode medir a velocidade da luz c antes que as correcoes quanticas via interacao com os pares virtuais se façam sentir? Se a constante c for universal, isso significa que eu posso medir infinitas casas decimais (ou seja, é um problema apenas de tecnologia de medição?). Ou existe um limite fundamental para o numero de casas decimais que se pode medir nas constantes fisicas (ao contrario das constantes matematicas tipo /pi)?

    Eu ouvi falar que a convenção de tomar c = 1 pode ser conveniente mas está, em termos fisicos, errada, pois supoe, por exemplo, que c(t) = c = cte a priori, e teoricamente isto nao é justificavel (por exemplo, a teoria VLS (variable light speed) de João Magueijo, que é a concorrente da teoria da Inflação, postula que não houve inflação no inicio do Big Bang mas apenas que c era muito maior no inicio do Universo… Ver o video sensacional: http://www.youtube.com/watch?v=ig-50Rz_Q1Q

     

    Por outro lado, se Einstein estivesse vivo hoje, acho que ele estaria super excitado, afinal ele reclamava que “Sempre gostei de contestar autoridades, e a vida, para me punir, me tornou uma”… ou algo assim, estou lembrando a citação de cabeça…

    Dado que voce comentou, eu imagino que você optou pelo item B. Neste caso, veremos o resultado no dia 21 de dezembro deste ano, OK?

    Usarei os R$ 100 seus para me ajudar a comprar o telescópio que meus filhos me pediram…

Standard-Model Extension

From Wikipedia, the free encyclopedia

Standard-Model Extension (SME) is an effective field theory that contains the Standard ModelGeneral Relativity, and all possible operators that break Lorentz symmetry.[1][2][3][4][5][6][7][8] Violations of this fundamental symmetry can be studied within this general framework. CPT violation implies the breaking of Lorentz symmetry,[9] and the SME includes operators that both break and preserve CPT symmetry.[10][11][12]

Contents

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Ceticismo anti-científico

The Science of Why We Don’t Believe Science

How our brains fool us on climate, creationism, and the vaccine-autism link.

by Chris Mooney

Jonathon Rosen cartoon of man's brain contending with beliefs & truths

“A MAN WITH A CONVICTION is a hard man to change. Tell him you disagree and he turns away. Show him facts or figures and he questions your sources. Appeal to logic and he fails to see your point.” So wrote the celebrated Stanford University psychologist Leon Festinger [1] (PDF), in a passage that might have been referring to climate change denial—the persistent rejection, on the part of so many Americans today, of what we know about global warming and its human causes. But it was too early for that—this was the 1950s—and Festinger was actually describing a famous case study [2] in psychology.

Festinger and several of his colleagues had infiltrated the Seekers, a small Chicago-area cult whose members thought they were communicating with aliens—including one, “Sananda,” who they believed was the astral incarnation of Jesus Christ. The group was led by Dorothy Martin, a Dianetics devotee who transcribed the interstellar messages through automatic writing.

Through her, the aliens had given the precise date of an Earth-rending cataclysm: December 21, 1954. Some of Martin’s followers quit their jobs and sold their property, expecting to be rescued by a flying saucer when the continent split asunder and a new sea swallowed much of the United States. The disciples even went so far as to remove brassieres and rip zippers out of their trousers—the metal, they believed, would pose a danger on the spacecraft. Read more [+]