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Indo para Dresden dia 20

International Workshop
23 – 27 April 2018

Complex dynamical systems can show sudden transitions to very diverse regimes including dangerous ones such as desertification or epileptic seizures. The workshop will focus on new advances in data-driven approaches for identifying,  characterizing and predicting regime transitions, and promoting cross-fertilization across disciplines.

Topics include

  • ecology
  • biophysics
  • data analysis
  • econophysics
  • brain dynamics
  • social networks
  • extreme events
  • complex systems
  • climate dynamics
  • critical transitions
  • information theory
  • nonlinear dynamics
  • time-series analysis
  • stochastic processes
  • early-warning signals

Invited speakers

Kazuyuki Aihara (JP)
José María Amigó García (ES)
Dante Chialvo (AR)
Jörn Davidsen (CA)
Henk Dijkstra (NL)
Ulrike Feudel (DE)
Petra Friederichs (DE)
Jordi García Ojalvo (ES)
Emilio Hernández-García (ES)
Holger Kantz (DE)
Mark Kramer (US)
Christian Kühn (DE)
Jürgen Kurths (DE)
Inmaculada Leyva (ES)
Milan Palus (CZ)
Ulrich Parlitz (DE)
Martin Rasmussen (GB)
Hui Ren (CN)
Osvaldo A. Rosso (BR)
Maria V. Sanchez-Vives (ES)
Eckehard Schöll (DE)
Michael Small (AU)
Linda Sommerlade (GB)
Aneta Stefanovska (GB)
Piotr Suffczynski (PL)
John Terry (GB)
Raul Toral (ES)
Lev Tsimring (US)
Michal Zochowski (US)


SCIENTIFIC COORDINATORS

Jaroslav Hlinka
(Academy of Sciences of the Czech Republic, Czech Republic)

Klaus Lehnertz
(University of Bonn, Germany)

Cristina Masoller
(Universitat Politecnica de Catalunya, Spain)

ORGANISATION

Mandy Lochar
(Max Planck Institute for the Physics of Complex Systems, Dresden, Germany)

Número de neurônios no cérebro é cinco vezes maior que o número de árvores na Amazônia

Fiz a seguinte conta:  peguei a estimativa de 86 bilhões de neurônios no cérebro e comparei com o número de árvores sugerido pela reportagem abaixo (ou seja, 85/15*2,6 bilhões).  Deu que o cérebro corresponde a cerca de seis Amazônias (em termos de árvores).

Acho que essa é uma comparação importante para quem quer entender, modelar ou reproduzir um cérebro.  Você aceitaria tal tarefa sabendo que é mais difícil do que modelar a Amazônia???

PS: Sim, eu venho acalentando faz tempo que a melhor metáfora para um cérebro é uma floresta, não um computador. Acho que se aplicarmos ideias de computação paralela por meio de agentes, acabaremos encontrando que florestas computam (por exemplo, a sincronização das árvores de ipês, que hora emitir os aerosóis que nucleiam gotas de chuva e fazem chover sobre a floresta etc.). OK, é uma computação em câmara lenta (e é por isso que a não enxergamos).

PS2: Norberto Cairasco anda também encafifado sobre as semelhanças entre dendritos de neurônios e de árvores. Acha que pode haver alguma convergência evolucionária para certas funções, embora em escalas diferentes.

Aproximadamente 2,6 bilhões de árvores foram derrubadas na Amazônia Legal até 2002

 

01/06/2011 – 11h09

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – Cerca de 15% do total da vegetação original da Amazônia Legal foram desmatados, o que equivale à retirada de aproximadamente 2,6 bilhões de árvores e ao desmate de uma área de 600 mil quilômetros quadrados até 2002. Esse cenário corresponde à destruição de 4,7 bilhões de metros cúbicos de madeira de uma área que, originalmente, representava 4 milhões de quilômetros quadrados cobertos por florestas. Read more [+]

Grafos de fala medem desordem de pensamento em psicoses

Este paper saiu em abril de 2012 e foi comentado na Folha de São Paulo. Ver também aqui e aqui.

Speech Graphs Provide a Quantitative Measure of Thought Disorder in Psychosis

10/04/2012 – 10h25

Análise matemática da fala flagra esquizofrenia

GIULIANA MIRANDA
DE SÃO PAULO

A forma como alguém conta uma história pode revelar muitas coisas, inclusive transtornos psiquiátricos. Pesquisadores brasileiros criaram um método que consegue identificar pacientes com esquizofrenia e com mania apenas usando a fala.

O trabalho começou a ser desenvolvido em 2006 e, ao longo do tempo, envolveu um time de cientistas de várias especialidades, liderados por uma equipe do Instituto do Cérebro da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em Natal).

Os pesquisadores criaram um modelo que transforma em gráficos (grafos) o discurso dos pacientes. E, a partir desse padrão, é possível identificar padrões e correlações que são bastante específicos dessas duas psicoses.

No experimento, os cientistas analisaram 24 pessoas, sendo oito delas com diagnóstico prévio de esquizofrenia, oito de mania e oito sem psicoses diagnosticadas.

Editoria de arte/Folhapress

O MÉTODO Read more [+]