Home // Posts tagged "Evolução"

Nerds e esportes: uma pesquisa estatística

Nerds são classicamente descritos como incapazes de praticar esportes. Isso é verdade? Você poderia se manifestar?

1) Você se considera nerd?

2) Você se considera sedentário?

3) Você pratica algum esporte? Qual?

4) Você tem alguma religião?

5) Em quem você votou na eleição  de 2010?

Outra discussão é a questão da onipresença do futebol no Brasil e no mundo. Me defino como Afutebolista, ou seja, alguém que não acredita que o futebol seja benéfico para a Humanidade, sendo contra a idolatria do futebol, que é uma verdadeira religião secular. Proponho as seguintes teses:

1) O espaço dado na mídia para o futebol é exagerado e alienante. Outros esportes são prejudicados por pouca cobertura, fora a questão de que tal espaço de mídia poderia ser usado para se discutir ciência e cultura.

2) O Futebol é uma religião secular, com seus extases dominicais, seus ídolos, seu fanatismo, o incentivo a superstições (amuletos, simpatias para ganhar a partida), sua violência intrínseca que gera dezenas de mortes por ano no Brasil e provocou até mesmo uma Guerra entre Honduras e El Salvador. Ou seja, na America Latina, nunca tivemos uma guerra de cunho religioso (a menos que se conte Canudos) mas tivemos uma guerra de cunho futebolístico.

3) A FIFA tem mais países membros do que a ONU. Tem mais seguidores que a Igreja Católica. É  machista pois não admite juízas nos jogos principais. É mais rica que a Igreja Católica e faz muito menos ação social que a mesma. Está envolvida em casos de corrupção bem maiores que o Banco do Vaticano.

4) O dinheiro gasto por pessoas pobres para ir no estadio pode ultrapassar o dízimo de seu salario.

5) Existe uma grande discriminação quando te perguntam qual o seu time e você diz que não gosta de futebol. Te olham mais estranho do que se você fosse ateu, afinal existem mais ateus no Brasil do que afutebolistas.

6) Se uma pessoa declarar-se afutéia, ou seja, que detesta o futebol, ela será discriminada e ficaria em ultimo lugar numa eleição para presidente, atrás dos ateus (afinal, já tivemos vários presidentes ateus, mas nenhum que detestasse o futebol).

7) O futebol envolve um desperdício enorme de recursos (haja visto a atual copado mundo no Brasil). A Africa do Sul reconhece hoje que a Copa não trouxe nada de permanente para o país, apenas o enriquecimento de empresas e políticos corruptos.

8) Não existe separação entre Estado e Futebol. Por que o dinheiro do meu imposto deve ser gasto nessa religião secular se eu acho que o futebol é pernicioso para a sociedade? Que haja um estado verdadeiramente laico, separação total entre Estado e Estádios, Governo Laico e Futebol.

9) As crianças são educadas desde cedo, vestindo camisa, etc, sem lhe serem dadas a opção de escolha do time. Nesse sentido, pais que forçam goela abaixo o futebol para os filhos são análogos a estupradores mentais pedófilos.

10) Quanto maior o QI, menos a pessoa gosta de futebol (ver os nerds). Logo, o futebol emburrece, e deveria ser substituído pelo xadrez como esporte nacional.

UPDATE: Para quem não entendeu, o texto é uma paródia…

O Bonobo e o Ateu

Concordo com de Wall, mas o perigo no século XXI não é o comunismo mas sim o neofacismo.
27/04/2013 – 03h00

‘Religião não é fonte da moral, mas eliminá-la é temerário’, diz primatólogo

REINALDO JOSÉ LOPES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Para alguém que tem se especializado em demonstrar que o ser humano e os demais primatas têm um lado pacífico e bondoso por natureza, Frans de Waal conseguiu comprar briga com muita gente diferente.

Autor de “The Bonobo and the Atheist” (“O Bonobo e o Ateu”), que acaba de sair nos Estados Unidos, o primatólogo holandês-americano provavelmente não agradará muitos religiosos ao argumentar que ninguém precisa de Deus para ser bom.

Seu modelo de virtude? O bonobo (Pan paniscus), um primo-irmão dos chimpanzés conhecido pela capacidade de empatia com membros de sua espécie e de outras, pela sociedade tolerante, sem “guerras”, e pelo uso do sexo para resolver conflitos.

Com base nos estudos com grandes macacos e outros mamíferos sociais, como cetáceos e elefantes, De Waal diz que a moralidade não surgiu por meio de argumentos racionais nem graças a leis ditadas por Deus, mas deriva de emoções que compartilhamos com essas espécies.

Bonobos e chimpanzés sabem que é seu dever cuidar de um amigo doente, retribuir um favor ou pedir desculpas.

Por outro lado, o livro é uma crítica aos Novos Ateus, grupo capitaneado pelo britânico Richard Dawkins que tem dado novo impulso ao conflito entre ateísmo e religião desde a última década.

“Eu não consigo entender por que um ateu deveria agir de modo messiânico como eles”, diz De Waal, ateu e ex-católico. “O inimigo não é a religião, é o dogmatismo.”

*download

Folha – Quem está mais bravo com o sr. depois da publicação do livro?
Frans de Waal – Bem, no caso dos ateus, recebi muitas mensagens de gente que me apoia. É claro que, em certo sentido, estou do lado deles, tanto por também ser ateu quanto por acreditar que a fonte da moralidade não é a religião. O que eu digo no livro é que os Novos Ateus estavam gritando alto demais e que precisam se acalmar um pouco, porque a estratégia deles não é a melhor.

Em seu livro, o sr. faz uma referência ao romance “O Senhor das Moscas”, de William Golding, história na qual garotos perdidos numa ilha reinventam vários aspectos da sociedade, inclusive a religião. Mas a religião que eles criam é brutal, com sacrifícios humanos. O sr. acha que a religião nasceu brutal e foi ficando mais humanizada?
Acho que não. Quando olhamos para as sociedades tradicionais de pequena escala, que foram a regra na pré-história, vemos que esse tipo de coisa não está presente entre elas.
É claro que elas tinham crenças sobre o mundo sobrenatural e podiam sacrificar um ou outro animal aos deuses, mas, no geral, eram relativamente benignas.
É só quando as sociedades aumentam de escala que elas começam a se tornar mais agressivas e dogmáticas.

Quando se enfatiza o lado pacífico e ético das sociedades de primatas não humanos e do próprio homem, não há um perigo de fechar os olhos para a faceta violenta dela?
Concordo que, nos meus livros mais recentes, essa ênfase existe. Por outro lado, meu primeiro livro, “Chimpanzee Politics” [“Política Chimpanzé”, sem tradução no Brasil], era totalmente focado na violência, na manipulação maquiavélica e em outros aspectos pouco agradáveis da sociedade primata. Mas a questão é que surgiu uma ênfase exagerada nesses aspectos negativos, e as pessoas não estavam ouvindo o outro lado da história.

O sr. acha que encontrar um chimpanzé ou bonobo cara a cara pela primeira vez pode funcionar como uma experiência religiosa ou espiritual?
Eu não chamaria de experiência religiosa (risos), mas é uma experiência que muda a sua percepção da vida.
No livro, conto como a chegada dos primeiros grandes macacos vivos à Europa no final do século 19 despertou reações fortes, em vários casos deixando o público revoltado porque havia essa ideia confortável da separação entre seres humanos e animais. Por outro lado, gente como Darwin viu aquela experiência como algo positivo.

E o sr. sente que essa aversão aos grandes macacos diminuiu hoje?
Sim, e isso é muito interessante. Eu costumo dar palestras em reuniões de sociedades zoológicas de grandes cidades aqui nos Estados Unidos. Tenho certeza de que muitas pessoas ali são religiosas. E esse público é fascinado pelos paralelos e pelas semelhanças entre seres humanos e grandes macacos ou outros animais.
Isso não significa que queiram saber mais sobre a teoria da evolução, mas elas acolhem a conexão entre pessoas e animais.

Na sua nova obra, o sr. defende a ideia de que não se pode simplesmente eliminar a religião da vida humana sem colocar outra coisa no lugar dela. Que outra coisa seria essa?
É preciso reconhecer que os seres humanos têm forte tendência a acreditar em entidades sobrenaturais e a seguir líderes. E o que nós vimos, em especial no caso do comunismo, no qual houve um esforço para eliminar a religião, é que essa tendência acaba sendo preenchida por outro tipo de fé, que se torna tão dogmática quanto a fé religiosa.
Então, o temor que eu tenho é que, se a religião for eliminada, ela seja substituída por algo muito pior. Acho preferível que as religiões sejam adaptadas à sociedade moderna.

Outro argumento do livro é que o menos importante nas religiões é a base factual delas. O mais relevante seria o papel social e emocional dos rituais. Para quem é religioso e se importa com a verdade do que acredita, não é uma visão que pode soar como condescendente ou desonesta?
Pode ser que, para quem é religioso, essa visão trivialize suas crenças. Mas, como biólogo, quando vejo alguma coisa que parece existir em quase todos os grupos de uma espécie, a minha pergunta é: para que serve? Que benefício as pessoas obtêm com isso? Não tenho a intenção de insultar ninguém com esse enfoque.

The Bonobo and the Atheist
editora W.W. Norton & Company
preço R$ 29,35 (e-book na Amazon.com), 313 págs.

Altruísmo Egoísta ou Egoísmo Altruísta?

O altruísmo egoísta

14/08/12 – 09:15
POR RAFAEL GARCIA

Chimpanzés contemplam sua existência no refúgio de macacos Chimp Haven, na Louisiana (Foto: Mike Souza/CC)

UM DOS GRANDES ENIGMAS no estudo da evolução humana é a tendência que temos de nos indignar com abuso de poder. Por que consideramos correto ajudar os indefesos que sofrem assédio e extorsão por parte dos mais fortes? Por que às vezes alternamos nosso instinto egoísta de sobrevivência por essa índole altruísta? Essa discussão, que ainda está longe de ter consenso entre biólogos e antropólogos, acaba de ganhar uma teoria matemática mostrando como o altruísmo pode surgir de puro egoísmo. Read more [+]

Cientistas dizem que aves e até polvos têm alguma consciência

23/07/2012 – 05h10

Na onda dos manifestos assinados por cientistas defendendo posições sobre temas polêmicos, como o aquecimento global e a evolução, o tema da consciência animal é a bola da vez.

A mensagem dos pesquisadores é clara: dado o peso das evidências atuais, não dá mais para dizer que mamíferos, aves e até polvos não tenham alguma consciência.

Foi o que um grupo de neurocientistas afirmou no Manifesto Cambridge sobre a Consciência em Animais Não Humanos, lançado neste mês em uma conferência sobre as bases neurais da consciência na prestigiosa Universidade de Cambridge (Reino Unido).

SEMELHANÇA

Philip Low, neurocientista da Universidade Stanford e do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e proponente do manifesto, disse à Folha que “nas últimas duas décadas, houve um grande progresso na neurobiologia, graças às novas tecnologias que permitem testar velhas hipóteses”.

Rodrigo Damati/Editoria de Arte

Um conjunto de evidências convergentes indica que animais não humanos, como mamíferos, aves e polvos, possuem as bases anatômicas, químicas e fisiológicas dos estados conscientes, juntamente com a capacidade de exibir comportamentos intencionais e emocionais.

A ausência de um neocórtex (área cerebral mais recente e desenvolvida em humanos) não parece impedir um organismo de experimentar estados afetivos.

O peso da evidência, portanto, indica que os seres humanos não são únicos no que diz respeito à posse das bases neurológicas que geram consciência.

“Enquanto cientistas, nós sentimos que tínhamos um dever profissional e moral de relatar essas observações para o público”, disse Low.

O manifesto foi assinado por 25 pesquisadores de peso, como Irene Pepperberg, da Universidade Harvard, que estudou as avançadas capacidades cognitivas (como o reconhecimento de cores e palavras) do famoso papagaio Alex.

Mateus Paranhos da Costa, pesquisador do comportamento e bem-estar animal da Unesp de Jaboticabal, achou a declaração bem fundamentada.

“Ela tem um componente político importante: um grupo de pesquisadores oficializa sua posição frente à sociedade, assumindo diante dela o que a ciência já tem evidenciado há algum tempo”, diz ele.

ESPELHO DA MENTE

A capacidade de alguns animais de se reconhecerem no espelho foi mencionada no manifesto.

Parece trivial se reconhecer ao escovar os dentes todas as manhãs, mas muitos bichos têm reações agressivas quando colocados cara a cara com seu reflexo.

No teste do espelho, um animal que nunca viu um objeto desses na vida é anestesiado até dormir. Os pesquisadores pintam, então, uma marca no rosto do animal e esperam que ele acorde e ache o espelho colocado em seu recinto. Se ele tentar brigar com o “intruso” ou tocar a mancha no espelho, fracassou no teste. Contudo, se tocar a marca nele mesmo, é um forte indício de que tenha noção de si próprio.

Já passaram no teste chimpanzés, bonobos, gorilas, orangotangos, golfinhos-nariz-de-garrafa, orcas, elefantes e pegas-europeias (parentes do corvo). Crianças só passam no teste após 18 meses de vida.

Marlene Zuk, especialista em seleção sexual e comunicação animal da Universidade de Minnesota, afirma que é preciso ter cuidado com a atribuição da experiência humana a outros animais.

“Temos a tendência de fazer um ranking dos animais com base em quão semelhantes a nós eles são. Entendemos muito pouco sobre como funciona a consciência. Os animais podem apresentar um comportamento complexo sem ter sistema nervoso complexo.”

LACUNAS

Devido ao foco da conferência nas bases neurais da consciência, estudos relevantes para o bem-estar animal faltaram no manifesto.

A palavra “dor” não foi mencionada. Pesquisas já mostraram a existência da capacidade de sentir dor em peixes e invertebrados, excluídos da lista. A capacidade de sofrer com a morte de um parente também já foi descrita em chimpanzés, gorilas, elefantes, leões-marinhos, lobos, lhamas, pegas e gansos.

“Se vivemos em uma sociedade que considera dados científicos ao pensar suas atitudes morais em relação aos animais, então o manifesto poderá iniciar mudanças”, ressalta Philip Low.

Para Paranhos da Costa, ao se gerar e divulgar evidências de que os animais de criação (como o gado) “não diferem dos demais quanto a capacidades de sentir, aprender, formar laços sociais”, transformações sociais ocorrerão.

O Meme do Meme do Meme

Quando eu li o Gene Egoísta de Richard Dawkins na década de 80, eu não imaginava que um dia o Meme estaria na Globo…

Sobre cientistas atuantes e cientistas divulgadores de ciência

Barrow e Dawkins

Artigos publicados de John D. Barrow

Artigos publicados de Richard Dawkins

Tentando interpretar melhor a fala de John D. Barrow:
When Selfish Gene author Richard Dawkins challenged physicist John Barrow on his formulation of the constants of nature at last summer’s Templeton-Cambridge Journalism Fellowship lectures, Barrow laughed and said, “You have a problem with these ideas, Richard, because you’re not really a scientist. You’re a biologist.”
Talvez Barrow quisesse dizer que Dawkins já não era um cientista ativo, não estava mais publicando com regularidade em revistas com peer review. Ou seja, Dawkins seria atualmente mais um divulgador de ciência, um escritor, não um cientista profissional. Ora, em termos de publicação científica, acho que Barrow tem razão, como pode ser comprovado pelos gráficos acima da Web of Science.
Fiquei sabendo que Dawkins perdeu recentemente a cátedra de Oxford em “Public Understanding of Science”. Algém sabe por que?
Em termos de publicação científica, temos:
Dawkins:
Número de papers: N = 20 (por favor, se eu estiver errado, corrijam! Mas cuidado, existem outros R. Dawkins no ISI Web of Science que não são o Richard Dawkins)
Índice de Hirsch: h = 15
Comparando com John D. Barrow:
N = 324
h = 52
Bom, minha conclusão é que Barrow tem credenciais para falar sobre o que é ciência e ser cientista. Alguém discorda?

Re: Outrageous personal attack on RD by physicist John Barrow

Postby Richard Dawkins » Mon Jul 28, 2008 6:40 pm

Actually, I think we should take Barrow’s remark as nothing more than good-natured banter — of the kind people indulge in when they play up to an alleged rivalry between Oxford and Cambridge. I wouldn’t get too worked up about it. I didn’t at the time.Richard Dawkins
PS: Na Wikipedia, constam 30 artigos de Dawkins, mas ainda não tive tempo de verificar se todos estão na ISI Web of Science. Não acredito que os números vão mudar muito. Em particular, o h e o K são muito robustos…
Postado por Osame Kinouchi às Segunda-feira, Outubro 05, 2009 

5 comentários:

Charles Morphy disse…
Caro Osame,
Não discuto a qualidade científica de John Barrow!
Mas não acho que o fato dele ter X trabalhos publicados e Y citações faz a afirmação dele “… você não é um cientista. Você é um biólogo” correta!
Se ele realmente pensa isso, acredito que sua concepção de ciência é tacanha e míope.
Abraço
2:23 PM, Outubro 05, 2009
Charles disse…
Quando digo a “sua”, falo a do Barrow, não a “sua” (Osame”…
Abraço
2:25 PM, Outubro 05, 2009
Osame Kinouchi disse…
Charles, você leu o comentario de Dawkins sobre isso?Se Dawkins não ligou, e disse que foi apenas uma piada e não uma observação séria, porque os biólogos deveriam ligar? Por que você deveria ligar?
4:43 PM, Outubro 05, 2009
Charles Morphy disse…
Osame,
Você tem razão.
7:12 PM, Outubro 05, 2009

Ets inteligentes são raros?

Submitted by plusadmin on April 23, 2008
24/04/2008



AlienWatson thinks the other intelligent life evolving elsewhere in the Universe is unlikely.

A mathematician from the University of East Anglia has turned his gaze to the stars to try and answer one of humankind’s oldest questions — are we alone in the Universe? And the unfortunate answer is, well, probably.

Astrobiology is a field of science in which there is a great deal of public interest. It is the study of the origin, distribution, evolution and destiny of life wherever it’s found in the Universe, not excluding the Earth. Having never found life outside our own planet, it can also be speculative. Professor Andrew Watson has developed a mathematical model to examine the odds of intelligent life evolving on other Earth-like planets given how long humans took to evolve and how long the Earth has left before the Sun becomes too bright for life to survive.

In the article Implications of an anthropic model of evolution for emergence of complex life and intelligence, published in the February issue of Astrobiology, Watson postulates that for intelligent observers to evolve, a small number (n) of very difficult evolutionary steps must be passed. Once passed, evolution occurs quickly until the next stage is reached. Complex and intelligent life evolved quite late on Earth and Watson suggests that this may be because of the difficulty in passing these stages. He suggests that n is less than 10 and most likely equal to 4. These stages include the emergence of single-celled bacteria, bacteria with complex cells, cells allowing complex life forms, and intelligent life. These stages may also coincide with major changes in the Earth’s bio-geochemical cycle — this suggests that the so-called archean-proterozoic boundary, when simple non-nucleated single-celled organisms evolved to advanced and multi-celled life, and the proterozoic-phanerozoic boundary, when complex organisms evolved, might be critical stages.

Professor Watson argues that a limit to evolution is the habitability of the planet. Standard solar models predict that the Sun is brightening, and has increased its luminosity by 25% since the formation of the solar system. Our current biosphere needs temperatures less than 50 degrees Celsius to survive, which suggests that life only has about another billion years on Earth. This may seem a long time, but compared to the 4 billion years that life has already survived on the planet, Earthly-life is in its old-age. Watson argues that, if a planet is habitable for a set period of time, and life evolves early in this period, then such evolution is quite likely to occur on other similar planets. However, as we evolved late in the habitable period, he suggests our evolution is rather unlikely.

Watson derived probability distributions for each crucial evolutionary step. His model assumes that the evolutionary steps are intrinsically unlikely to occur in the time available and that each of the steps can only occur after the previous steps have occurred. All other evolution is assumed to occur rapidly. The critical steps are assumed to occur stochastically, with uniform but unequal probabilities $ \lambda _1 ... \lambda _ n $ . The property that they are intrinsically unlikely is expressed by the condition that the product $ \lambda _ i t_ h $ is very much less than 1 for all $ \lambda _ i $ , where $ t_ h $ is the habitable lifetime of the planet.

The probability of the first step occurring per unit time (t) is  

  \[  P_{1}(t) \propto \lambda _1,  \]    

where the symbol $\propto $ means proportional to. The joint probability density function of two events occurring, the first at time t’ and the second at a later time tis  

  \[  P_{1,2}(t,t') \propto \lambda _1 \lambda _2.  \]    

The probability of the second event occurring is therefore obtained by integrating over all values of t’ 

  \[  P_{2/2}(t) \propto \lambda _1 \lambda _2 \int _{0}^{t'} dt' = \lambda _1 \lambda _2 t,  \]    

where $ P_{2/2}(t) $ is the probability of the second event occurring in a sequence of two events. Following this through for further events, the probability of the nth event occurring in a sequence of nevents is  

  \[  P_{n/n}(t) \simeq K \prod _{i=1}^{n} \lambda _ i t^{n-1}  \]    

where $K$ is a normalisation factor and $\prod $ stands for the product over all values of $i$. Using fossil records, Watson estimated an upper limit for the probability of each step occurring as 10% — which gives the chance of intelligent life emerging as less than 0.01% over four billion years.

 

The work supports the Rare Earth hypothesis which postulates that the emergence of complex multicellular life (metazoa) on Earth required an improbable combination of astrophysical and geological events and circumstances. Watson argues that intelligence is one further unlikely step, and so it is even less common still.


Further Reading

A rede complexa dos sabores culinários

Pois é, a nova versão do paper do grupo do Barabasi, com uma maior discussão do nosso paper (comentarios na New Scientist, no ArXiv Blog e na Folha de São Paulo) sobre Gastronophysics, ficou bem melhor! Deverá ser publicado no Scientific Reports do grupo NATURE.

arXiv blog

Flavour Networks Shatter Food Pairing Hypothesis

Recipe networks give the lie to the idea that ingredients that share flavours taste better together

KFC 11/29/2011

  • 6 COMMENTS

Some years ago, while experimenting with salty foods and chocolate, the English chef Heston Blumenthal discovered that white chocolate and caviar taste rather good together. To find out why, he had the foods analyses and discovered that they had many flavour compounds in common.

He went on to hypothesise that foods sharing flavour ingredients ought to combine well, an idea that has become known as the food pairing hypothesis. There are many examples where the principle holds such as cheese and bacon; asparagus and butter; and in some modern restaurants chocolate and blue cheese, which apparently share 73 flavours.

But whether the rule is generally true has been hotly debated.

Today, we have an answer thanks to the work of Yong-Yeol Ahn at Harvard University and a few friends. These guys have analysed the network of links between the ingredients and flavours in some 56,000 recipes from three online recipe sites: epicurious.com, allrecipes.com and the Korean site menupan.com.

They grouped the recipes into geographical groups and then studied how the foods and their flavours are linked.

Their main conclusion is that North American and Western European cuisines tend towards recipes with ingredients that share flavours, while Southern European and East Asian recipes tend to avoid ingredients that share flavours.

In other words, the food pairing hypothesis holds in Western Europe and North America. But in Southern Europe and East Asia a converse principle of antipairing seems to be at work.

Ahn and co also found that the food pairing results are dominated by just a few ingredients in each region. In North America these are foods such as milk, butter, cocoa, vanilla, cream, and egg. In East Asia they are foods like beef, ginger, pork, cayenne, chicken, and onion. Take these out of the equation and the significance of the group’s main results disappears.

That backs another idea common in food science: the flavour principle. This is the notion that the difference between regional cuisines can be reduced to just a few ingredients. For example, paprika, onion and lard is a pretty good signature of Hungarian cuisine.

Ahn and co’s study suggest that dairy products, wheat and eggs define North American cuisine while East Asian food is dominated by plant derivatives such as soy sauce, sesame oil, rice and ginger.

Ahn and co conclude by discussing what their network approach can say about way recipes have evolved. They imagine a kind of fitness landscape in which ingredients survive according to their nutritional value, availability, flavour and so on. For example, good antibacterial properties may make some spices ‘fitter’ than others and so more successful in this landscape.

Others have also looked at food in this way but Ahn and co bring a bigger data set and the sharper insight it provides. They say their data contradicts some earlier results and that this suggests that better data is needed all round to get a clearer picture of the landscape in recipe evolution.

Given the number of ingredients we seem to eat, the total number of possible recipes is some 10^15 but the number humans actually prepare and eat is a mere 10^6. So an important question is whether there are any quantifiable principles behind our choice of ingredient combinations.

Another intriguing possibility is that this kind of evolutionary approach will reveal more not just about food, but also about the behaviour of the individuals that created it.

Food pairing seems to be one principle operating in some parts of the world. How far antipairing can take us has yet be seen, although customers to the Blumenthal’s restaurant, The Fat Duck, may be among the first to find out.

It’s still early days in the science of food networks. There are surely exciting discoveries ahead.

Ref: arxiv.org/abs/1111.6074: Flavor Network And The Principles Of Food Pairing

TRSF: Read the Best New Science Fiction inspired by today’s emerging technologies.

Por que os rodeios estão fadados à extinção?

Estudo: humanidade está mais inteligente e menos violenta

Tese é defendida pelo renomado psicólogo canadense Steven Pinker, em artigo publicado na edição desta quarta-feira na revista ‘Nature’

Eu sempre disse isso para os meus amigos, que a percepção jornalística e de senso comum está errada, que era necessário sempre uma análise histórico-estatística e mesmo sociobiológica. Afinal somos os primatas mais sociáveis do planeta – não acredito que haja colônias de primatas com mais de 500 indivíduos, e certamente somos bem menos violentos que chimpanzés e gorilas, para não falar dos outros machos-mamíferos que adoram matar os filhotes (de outro macho) das fêmeas.

Além disso, já não praticamos sacrifícios religiosos de crianças, canibalismo, tortura (no nível “civilizado” romano, assistam a série ROMA!), e mesmo os duelos com espadas ou armas, a tal defesa da honra, desapareceu (o que era impensável para os homens do século XVIII).

Do mesmo modo, a guerra era vista como algo heróico e necessário para a preservação e evolução da espécie (a visão de Darwinismo Social de Nietszche e das SS, que consideravam o Cristianismo como uma religião de anarquistas, feministas e “mulherzinhas”). Hoje, as guerras tem uma péssima reputação e certamente não são vistas como algo heróico ou desejável, no máximo são tidas como um mal necessário em certas circunstâncias (por exemplo, para enfrentar e destruir os SS-Nietszchenianos). Que profunda mudança cultural em menos de 100 anos!

Finalmente, a próxima fronteira são os direitos dos animais, e isto está avançando numa velocidade fantástica (e no futuro, os dos robôs, afinal todos somos robôs – orgânicos ou não). Esses dias, eu querendo levar meus filhos Leonardo (10) e Raphael (8) para uma atividade diferente, propus irmos ao Rodeio de Jaboticabal. Eles me olharam de forma estranha e questionadora,  dizendo “Mas claro que não! Ele torturam os bois!” Eu me senti anacrônico…

Ou seja, educar e civilizar faz diferença sim, os memes são mais fortes que os genes (afinal, existem memes egoístas incompatíveis com os genes, de modo que a Memética fundamenta cientificamente a autonomia relativa da Cultura). O software cultural é limitado pelo hardware cerebral, mas no final das contas, quem define o que realmente um computador faz é o software, não é o hardware. Novos softwares culturais vão reconfigurar o cérebro humano, nem que seja o Facebook nos deixando mais sociáveis

Disse isso aos meus amigos especialmente no Beijo de Juliana, mas me chamaram de Pollyanna e Cândido de Voltaire… Santo de casa não faz milagre mesmo. Mas talvez o Pinker, publicando na Nature, seja suficiente para  o que eu sempre propus, uma “statistical evidence-based opinions“.

Comportamento

Combatentes líbios: mesmo com guerras, humanidade está mais pacífica, diz o psicólogo Steven PinkerCombatentes líbios: mesmo com guerras, humanidade está mais pacífica, diz o psicólogo Steven Pinker (Zohra Bensemra / Reuters)

“Apesar de atualmente nos sentirmos constantemente rodeados pela violência, em séculos anteriores a situação era muito pior.” — Steven Pinker, psicólogo canadense

“A afirmação popular de que o século XX é ‘o mais sangrento da história’ é uma mera ilusão que dificilmente pode ser apoiada em dados históricos.”

A sensação de que nunca houve tanta violência como nos tempos modernos é ilusória e dificilmente resistiria à pesquisa histórica. Segundo um estudo publicado nesta quarta-feira na revista Nature, nunca houve, proporcionalmente, tão poucos assassinatos e tão pouca violência, de um modo geral. O defensor da tese é o renomado psicólogo canadense Steven Pinker. De acordo com ele, em termos históricos, as pessoas estão cada vez mais inteligentes, e em consequência disso, menos violentas. Read more [+]

Saudade não tem tradução no Google translator!

Talvez eu não tenha criatividade suficiente para escrever poemas, mas tenho para criar um método de criar (ou melhorar poemas) usando o Google Tradutor… (ver aqui a idéia original).

Para Rita Cristina (versão original de Chimarruts aqui):

Sabe, já faz tempo que queria te falar
Das coisas que trago no peito,
Saudade, já não sei se é a palavra certa para usar,
Ainda lembro do teu jeito,

Não te trago ouro porque ele não entra no céu,
E nenhuma riqueza deste mundo.
Não, não te trago flores, porque elas secam e caem ao chão.
Te trago os meus versos, simples, mas que fiz de coração.

 

You know, have long wanted to tell you
Of the things that bring in the chest,
Saudade, I do not know if it’s the right word to use,
Still remember thy way,

I bring no gold because it does not enter into heaven,
And no wealth of this world.
No, do not bring flowers because they dry up and fall to the ground.
I bring my verses, simple, but I did heart.

Você sabe, há muito tempo queria te dizer
Das coisas que trazem no peito,
Saudade, não sei se é a palavra certa para usar,
Ainda me lembro o teu caminho,

Eu não trago nenhum ouro, porque ele não entra no céu,
E nenhuma riqueza deste mundo.
Não, não trazem flores porque elas secam e caem ao chão.
Eu trago meus versos, simples, mas eu fiz de coração.

You know, have long wanted to tell you
Of the things that bring in the chest,
Saudade do not know if it’s the right word to use,
I still remember your way,

I bring no gold, because it does not enter into heaven,
And no wealth of this world.
No, because they do not bring flowers wither and fall to the ground.
I bring my verses, simple, but I did heart.

Você sabe, há muito tempo queria te dizer
Das coisas que trazem no peito,
Saudade não sei se é a palavra certa para usar,
Ainda me lembro do seu jeito,

Eu não trago nenhum ouro, porque ele não entra no céu,
E nenhuma riqueza deste mundo.
Não, porque eles não trazem flores murcham e caem no chão.
Eu trago meus versos, simples, mas eu fiz de coração.

You know, have long wanted to tell you
Of the things that bring in the chest,
Saudade do not know if it’s the right word to use,
I still remember your way

I bring no gold, because it does not enter into heaven,
And no wealth of this world.
No, because they do not bring flowers wither and fall to the ground.
I bring my verses, simple, but I did heart.

Você sabe, há algum tempo eu queria te dizer
As coisas, muitas, que você fez nascer no meu peito,
Saudade? Não sei… se é a palavra certa a sofrer.
Eu me lembro apenas do seu gozo, caminho e jeito.

Não trago ouro, porque ouro não toca o seu coração,
Ou mesmo (tenho certeza!) qualquer riqueza deste mundo,
Coisas mortas que não florescem, não se erguem do chão. Trago à você, meus uni-versos, simples, pois estou mudo.

PS: OK, eu reconheço, a última versão é minha, porque a método de iteração do Google Tradutor não evita plágio…

O Paradoxo de Fermi refuta a Inteligência Artificial Forte

Eu tenho um monte de amigos que acham que trabalhar com o Paradoxo de Fermi  é ficcção científica, mas ficam submetendo projeto para a FAPESP e CNPq para estudar Inteligencia Artificial, Robôs etc…

Entretanto, o Paradoxo de Fermi é um forte argumento contra a possibilidade de se construir um robô autoreplicante pensante (sondas de Vonn Neuman). Se tais sondas fossem possíveis, tipo Monolitos Negros de 2001 e 2010, elas já teriam tempo de se espalhar por toda a Galaxia e já teriam chegado até nós. Como isso não ocorreu, é impossível construir Sondas de Von Neuman, ou seja, Inteligência Artificial Forte.

Fermi paradox

From Wikipedia, the free encyclopedia
This article is about the absence of evidence for extraterrestrial intelligence. For the type of estimation problem, see Fermi problem. For the music album, see Fermi Paradox (album).

A graphical representation of the Arecibo message – Humanity’s first attempt to use radio waves to actively communicate its existence to alien civilizations

The Fermi paradox (Fermi’s paradox or Fermi-paradox) is the apparent contradiction between high estimates of the probability of the existence ofextraterrestrial civilizations and the lack of evidence for, or contact with, such civilizations.

The age of the universe and its vast number of stars suggest that if the Earth is typical, extraterrestrial life should be common.[1] In an informal discussion in 1950, the physicist Enrico Fermi questioned why, if a multitude of advanced extraterrestrial civilizations exists in the Milky Way galaxy, evidence such as spacecraft or probes is not seen. A more detailed examination of the implications of the topic began with a paper by Michael H. Hartin 1975, and it is sometimes referred to as the Fermi–Hart paradox.[2] Other common names for the same phenomenon are Fermi’s question (“Where are they?”), the Fermi Problem, the Great Silence,[3][4][5][6][7] and silentium universi[7][8] (Latin for “the silence of the universe”; the misspellingsilencium universi is also common).

There have been attempts to resolve the Fermi paradox by locating evidence of extraterrestrial civilizations, along with proposals that such life could exist without human knowledge. Counterarguments suggest that intelligent extraterrestrial life does not exist or occurs so rarely or briefly that humans will never make contact with it.

Starting with Hart, a great deal of effort has gone into developing scientific theories about, and possible models of, extraterrestrial life, and the Fermi paradox has become a theoretical reference point in much of this work. The problem has spawned numerous scholarly works addressing it directly, while questions that relate to it have been addressed in fields as diverse as astronomy, biology, ecology, and philosophy. The emerging field ofastrobiology has brought an interdisciplinary approach to the Fermi paradox and the question of extraterrestrial life.

Contents

[hide]

[edit]Basis

The Fermi paradox is a conflict between an argument of scale and probability and a lack of evidence. A more complete definition could be stated thus:

The apparent size and age of the universe suggest that many technologically advanced extraterrestrial civilizations ought to exist.
However, this hypothesis seems inconsistent with the lack of observational evidence to support it.

The first aspect of the paradox, “the argument by scale”, is a function of the raw numbers involved: there are an estimated 200–400 billion[9] (2–4 ×1011) stars in the Milky Way and 70 sextillion (7×1022) in the visible universe.[10] Even if intelligent life occurs on only a minuscule percentage of planets around these stars, there might still be a great number of civilizations extant in the Milky Way galaxy alone. This argument also assumes the mediocrity principle, which states that Earth is not special, but merely a typical planet, subject to the same laws, effects, and likely outcomes as any other world.

The second cornerstone of the Fermi paradox is a rejoinder to the argument by scale: given intelligent life’s ability to overcome scarcity, and its tendency to colonize new habitats, it seems likely that at least some civilizations would be technologically advanced, seek out new resources in space and then colonize first their own star system and subsequently the surrounding star systems. Since there is no conclusive or certifiable evidence on Earth or elsewhere in the known universe of other intelligent life after 13.7 billion years of the universe’s history, we have the conflict requiring a resolution. Some examples of which may be that intelligent life is rarer than we think, or that our assumptions about the general behavior of intelligent species are flawed.

The Fermi paradox can be asked in two ways. The first is, “Why are no aliens or their artifacts physically here?” If interstellar travel is possible, even the “slow” kind nearly within the reach of Earth technology, then it would only take from 5 million to 50 million years to colonize the galaxy.[11] This is a relatively small amount of time on a geological scale, let alone acosmological one. Since there are many stars older than the Sun, or since intelligent life might have evolved earlier elsewhere, the question then becomes why the galaxy has not been colonized already. Even if colonization is impractical or undesirable to all alien civilizations, large-scale exploration of the galaxy is still possible; the means of exploration and theoretical probes involved are discussed extensively below. However, no signs of either colonization or exploration have been generally acknowledged.

The argument above may not hold for the universe as a whole, since travel times may well explain the lack of physical presence on Earth of alien inhabitants of far away galaxies. However, the question then becomes “Why do we see no signs of intelligent life?” since a sufficiently advanced civilization[Note 1] could potentially be observable over a significant fraction of the size of the observable universe.[12] Even if such civilizations are rare, the scale argument indicates they should exist somewhere at some point during the history of the universe, and since they could be detected from far away over a considerable period of time, many more potential sites for their origin are within range of our observation. However, no incontrovertible signs of such civilizations have been detected.

It is unclear which version of the paradox is stronger.[Note 2]

[edit]Name

In 1950, while working at Los Alamos National Laboratory, the physicist Enrico Fermi had a casual conversation while walking to lunch with colleagues Emil KonopinskiEdward Tellerand Herbert York. The men discussed a recent spate of UFO reports and an Alan Dunn cartoon[13] facetiously blaming the disappearance of municipal trashcans on marauding aliens. They then had a more serious discussion regarding the chances of humans observing faster-than-light travel by some material object within the next ten years, which Teller put at one in a million, but Fermi put closer to one in ten. The conversation shifted to other subjects, until during lunch Fermi suddenly exclaimed, “Where are they?” (alternatively, “Where is everybody?”)[14] One participant recollects that Fermi then made a series of rapid calculations using estimated figures (Fermi was known for his ability to make good estimates from first principles and minimal data, see Fermi problem.) According to this account, he then concluded that Earth should have been visited long ago and many times over.[14][15]

Um terço de estrelas tipo sol possuem planetas na zona habitável!

Acho que isso vai dar um upgrade para cima na Equação de Drake e deixar o Paradoxo de Fermi ainda mais premente…

the physics arXiv blog


One third Of Sun-Like Stars Have Earth-Like Planets In Habitable Zone

Posted: 26 Sep 2011 09:10 PM PDT

Astronomers have calculated the likelihood of finding Earth-like planets around other stars using the latest data from the Kepler mission

The Kepler orbiting observatory is specifically designed to find Earth-like planets around nearby stars.

Earlier this year, the Kepler team released the mission’s first 136 days of data and it has turned out to be a veritable jackpot. In that time Kepler looked at some 150,000 target stars and found evidence for 1235 potential exoplanets. That’s quite a haul.

Since then, most of the work on this database has been to identify the characteristics of all these exoplanets. But such a large dataset also allows for statistical analyses too, from which various projections can be made.

Today, Wesley Traub at the California Institute of Technology in Pasadena, reveals the results of just such a study. Traub has looked only at the stars that are most similar to the Sun, namely those with the classification F, G or K and worked out often various types of planets occur.

The results are straightforward to state. Traub says that mid-size planets are just as likely to be found around faint stars and bright ones. By contrast, far fewer small planets show up around faint stars. That’s almost certainly because small planets are more difficult for Kepler to see.

It’s also easier for Kepler to see planets that are closer to their stars because it looks for the tiny changes in brightness that these transits cause. That’s why almost a third of all Kepler’s detections orbit their star in less than 42 days. For the most part, these planets orbit too closely to be in the habitable zone.

What interests most astronomers is how many exoplanets orbit at a greater distance, inside the habitable zone. Most of these planets are too far away from their stars to have been picked up by Kepler yet. But Traub says his data analysis provides a way to work out how many their ought to be.

That’s because he’s found a power law that describes how the number of stars with a given orbital period. So all he has to do is assume a longer orbital period equivalent to being in the habitable zone to work out how many planets there ought to be at this distance.

Here’s the answer: “About one-third of FGK stars are predicted to have at least one terrestrial, habitable-zone planet,” he says.

So by this measure, there are plenty of other Earths out there.

Ref: arxiv.org/abs/1109.4682: Terrestrial, Habitable-Zone Exoplanet Frequency from Kepler

É possível um ecumenismo entre ateus e religiosos?

Bom, parece que Edward Wilson acredita que sim:

A CRIAÇÃO – Como salvar a vida na Terra

R$ 38,50 Comprar
  Indisponível
Indique Comente
É necessário estar logado para utilizar este recurso. Acompanhe

 

A Criação é um apelo para que deixemos o embate entre religião e ciência de lado para podermos salvar a vida no planeta, que nunca esteve tão ameaçada. Valendo-se de suas experiências como um dos biólogos mais destacados no cenário mundial, Edward O. Wilson prevê que, até o final do século, pelo menos a metade das espécies de plantas e animais da Terra poderá ter desaparecido, ou estará a caminho da extinção precoce.
Escrito em forma de carta a um pastor evangélico, A Criação demonstra que a ciência e a religião não precisam ser, necessariamente, antagonistas em guerra. Ao fornecer explicações a respeito dos motivos ambientais e espirituais para nos alarmarmos com a poluição, o aquecimento global e o rápido declínio da diversidade biológica do planeta, Wilson sugere que, se ciência e religião usarem de seu poder para forjar uma aliança fundamentada no respeito mútuo, relevando as diferenças metafísicas básicas e buscando alcançar objetivos práticos, alguns dos mais graves problemas do século XXI poderão ser resolvidos rapidamente.

“E. O. Wilson, talvez o maior biólogo da nossa geração, traz uma vida inteira de trabalho e de reflexão para esta obra. […] É um de seus livros mais perturbadores, mais comoventes e mais importantes.” – Oliver Sacks

Blogger Delicious Digg Facebook Google Myspace Netvibes StumbleUpon Technorati Twitter Wordpress

Enquanto isso, o Papa atual, mesmo sendo um conservador de direita e tradicionalista, abre a possibilidade de um diálogo com os Protestantes e os Islamicos. Ao mesmo tempo, Richard Dawkins ataca o astrônomo real Martin Rees por ele ter aceitado o prêmio Templeton (que é dado à personalidade mundial que mais contribuiu para o diálogo Ciência-Religião em cada ano.

 

FOLHA ONLINE         23/09/2011  09h36

Na Alemanha, Bento 16 defende diálogo com muçulmanos e protestantes

DA FRANCE PRESSE

O papa Bento 16 pediu nesta sexta-feira um melhor diálogo entre a cristandade e o Islã, no segundo dia de visita a seu país natal, onde também tem a intenção de enviar sinais de aproximação aos protestantes em favor do ecumenismo.

“Acho que uma colaboração fecunda entre cristãos e muçulmanos é possível”, afirmou o Papa ao receber, em Berlim, representantes do Islã na Alemanha. “Reconhecemos a necessidade (…) de progredir no diálogo e estima recíprocas”.

Na Alemanha, vivem entre 3,8 e 4,3 milhões de muçulmanos, que representam entre 4,6% e 5,2% de sua população.

Depois, Bento 16 partiu de Berlim para Erfurt, onde Martin Lutero estudou direito e teologia a partir de 1501, e foi ordenado sacerdote em 1507, depois de ter entrado na ordem dos monges agostinianos. Durante esses anos fundamentais, Lutero, que ainda era católico, refletiu sobre o que seria o começo da Reforma protestante.

O papa prestou homenagem a Lutero, ao enfatizar a paixão profunda pelas questões de Deus do promotor da Reforma Protestante, em um gesto simbólico em relação aos protestantes na cidade Erfurt (leste), onde surgiu este movimento.

“O que não dava paz (a Lutero) era o assunto de Deus, que era a paixão profunda e a força de suavida e seu total itinerario. (…) O pensamento de Lutero, sua espiritualidade inteira, estavam completamente centrados em Cristo”, declarou o Papa.

Depois de visitar a catedral desta pintoresca cidade medieval, Bento se reunirá a portas fechadas com 20 delegados da Igreja protestante alemã, e em seguida participará num serviço ecumênico no convento dos Agostinianos, ao lado de autoridades como a chanceler Angela Merkel, filha de um pastor protestante, e do presidente alemão, Christian Wulff, de religião católica.

Homem precisa se enganar, diz biólogo. Mas para enganar sua mulher, o desafio é bem maior!

Acho que não cheguei a reproduzir o texto de Ricardo Mioto sobre Robert Trivers neste blog. Virei fã do Trivers por que ele me parece o Richard Feynman da Biologia. Dado que sempre é bom uma reverberação tipo “bela adormecida”, aqui vai:

Homem precisa se enganar, diz biólogo

RICARDO MIOTO
DE SÃO PAULO

Platão, Kant e… Trivers?

Se essa lista parece estranha, Steven Pinker, talvez o mais importante psicólogo contemporâneo, discorda.

O biólogo Robert Trivers, diz, é um dos grandes pensadores da história do Ocidente -provavelmente o único deles que é defensor da maconha, apaixonado pela Jamaica e entusiasta do grupo de radicais negros Panteras Negras (ainda que branco).

Adriano Vizoni/Folhapress
O biologo americano Robert Trivers, durante palestra no auditorio do Instituto de Biociencias da USP
O biologo americano Robert Trivers, durante palestra no auditorio do Instituto de Biociencias da USP

A empolgação com o cientista se deve ao fato de que Trivers, quase sozinho, revolucionou a psicologia, ao propor, nos anos 1970, elos entre o comportamento humano e a teoria da evolução.

Trivers correlacionou, por exemplo, as diferenças entre o comportamento sexual masculino e o feminino ao fato de que homens investem menos em cada filho do que as mulheres (veja abaixo).

Seu tema de interesse atual é o autoengano. Ele defende que os humanos evoluíram para acreditar em mentiras que os façam se sentir melhor e que justifiquem suas atitudes.

O sujeito que, contra todas as evidências, acha que vai se recuperar de uma doença fatal, ou a mulher que se recusa a enxergar que o marido claramente a trai estão, então, apenas sendo humanos. Read more [+]

O efeito Placebo e o pensamento mágico foram selecionados pela evolução?

Lendo este paper reavivou aquela ideia de que o efeito Placebo tenha sido selecionado pela evolução humana via práticas de Xamanismo. POr efeito PLacebo se entende um processo de alívio sintomático e mesmo cura espontânea induzido pela crença (fé) do paciente de que está sendo tratado por uma terapia eficaz. A hipótese seria a seguinte:

1. Durante o Paleolítico não havia tratamento médico eficaz e padronizado (ervas, cirurgias etc.). Talvez nesse período (e certamente no Neolítico) surgiram os primeiros Xamãs e diversas práticas Xamânicas de cura como cantos curativos, ervas medicinais, uso de drogas alucinógenas e psicotrópicas, mediunidade etc.

2. As práticas Xamânicas de cura possuem todos os ingredientes para um efeito Placebo eficaz, ainda usados na medicina atua, por exemplo:

  • Distanciamento entre paciente e o Xamã (Médico) que possui uma aura de grande autoridade e conhecimento e se veste diferentemente dos seres humanos comuns. Isso reforça a crença do paciente de que o Xamã (Médico) tem poder eficaz de curá-lo (acima de sua verdadeira capacidade curativa).
  • Uso de diversos tratamentos onde o efeito Placebo sempre está presente: por exemplo, como as crianças associam pilulas brancas com remédios (que lhes fazem bem após o uso) e pilulas vermelhas ou coloridas com balas e docinhos (que não têm efeito medicinal), em geral as pílulas são brancas, de modo que a eficácia medicamentosa se una ao efeito Placebo no processo de alívio e cura. É por isso que não existem pílulas coloridas na Homeopatia, por que daí elas fariam bem menos efeito.

3. Então, dado que os tratamento eficazes mesmo sem crença (drogas medicinais e cirurgias) eram de uso restrito, apareceu evolucionariamente a cura baseada no Efeito Placebo: as pessoas mais suscetíveis à fé na autoridade do Xamã (e fé no mundo espiritual do qual o Xamã é o mediador) experimentariam alívio e cura por efeito Placebo. As pessoas incapazes de ter essa fé não experimentavam este tipo de cura e demoravam mais para se restabelecer.

4. Ou seja, a fé no processo de cura (mesmo na medicina científica) adiciona ao tratamento, qualquer que seja ele, pelo menos o alívio da ansiedade gerada pela doença. Como os hormônios de stress (Cortisol etc.) são prejudiciais ao processo de recuperação da saúde, as pessoas com predisposição genética para a fé e pensamento mágico foram selecionadas pela evolução. (Obs: Entretanto neste paper se revela que os placebos funcionam mesmo se os pacientes estão conscientes de que estão tomando substâncias inócuas).

No paper abaixo se revela uma possível ligação entre a suscetibilidade ao efeito Pacebo e certas variações em genes ligados ao transporte e síntese de Serotonina. A minha hipótese sobre seleção da suscetibilidade do efeito Placebo gera as seguintes previsões experimentalmente testáveis:

  1. As pessoas com a predisposição genética ao efeito Placebo são maioria mesmo na população tratada por medicina científica, dada que esta surgiu a pouco tempo na história da humanidade.
  2. As variações genéticas que predispõe ao efeito Placebo observadas pelos autores devem estar bem mais presentes em todas as sociedades onde o Xamanismo é o principal meio de cura (culturas indígenas etc.)
  3. Deverá existir uma correlação positiva entre susceptibilidade genética ao efeito placebo e religiosidade e uma correlação negativa entre resposta a efeito placebo e ceticismo/ateísmo. Neste blog já foi discutida a relação entre TDAH e ceticismo, mas agora temos uma hipótese complementar de que religiosos portaria os alelos longos do gene 5-HTTLPR ou a variação G do polimorfismo TPH2 G-703T, enquanto que céticos e ateus carregariam as versões curtas desses alelos. Se alguém fizer essa experiência, por favor, me cite, OK?
  4. Os alelos longos estarão mais presentes nas mulheres pelo fato de que, possivelmente, eram as mais tratadas (e suscetíveis) pelos Xamãs (especialmente nas complicações de parto). Isso explicaria a eficácia de certas práticas mais disseminadas entre as mulheres como simpatias (não existe receitas de simpatias na Playboy) e religiosidade/espiritualidade: possivelmente temos quatro mulheres para cada homem nas religiões, e quatro  homens para cada mulheres nos círculos céticos.

A Link between Serotonin-Related Gene Polymorphisms, Amygdala Activity, and Placebo-Induced Relief from Social Anxiety

  1. Tomas Furmark 1 ,
  2. Lieuwe Appel 2 ,
  3. Susanne Henningsson 3 ,
  4. Fredrik Åhs 1 ,
  5. Vanda Faria 1 ,
  6. Clas Linnman 1 ,
  7. Anna Pissiota 1 ,
  8. Örjan Frans 1 ,
  9. Massimo Bani 4 ,
  10. Paolo Bettica 4 ,
  11. Emilio Merlo Pich 4 ,
  12. Eva Jacobsson 5 ,
  13. Kurt Wahlstedt 5 ,
  14. Lars Oreland 6 ,
  15. Bengt Långström 2 , 7 ,
  16. Elias Eriksson 3 , and
  17. Mats Fredrikson 1

+Author Affiliations


  1. 1Department of Psychology, Uppsala University, SE-751 42 Uppsala, Sweden,

  2. 2Uppsala Imanet, GE Healthcare, SE-751 09 Uppsala, Sweden,

  3. 3Department of Pharmacology, Göteborg University, SE-405 30 Göteborg, Sweden,

  4. 4GlaxoSmithKline, Medicine Research Centre, 37135 Verona, Italy,

  5. 5Quintiles AB Phase I Services, SE-753 23 Uppsala, Sweden,

  6. 6Department of Neuroscience, Pharmacology, Uppsala University, SE-751 24 Uppsala, Sweden, and

  7. 7Department of Biochemistry and Organic Chemistry, Uppsala University, SE-751 23 Uppsala, Sweden

Abstract

Placebo may yield beneficial effects that are indistinguishable from those of active medication, but the factors underlying proneness to respond to placebo are widely unknown. Here, we used functional neuroimaging to examine neural correlates of anxiety reduction resulting from sustained placebo treatment under randomized double-blind conditions, in patients with social anxiety disorder. Brain activity was assessed during a stressful public speaking task by means of positron emission tomography before and after an 8 week treatment period. Patients were genotyped with respect to the serotonin transporter-linked polymorphic region (5-HTTLPR) and the G-703T polymorphism in the tryptophan hydroxylase-2 (TPH2) gene promoter. Results showed that placebo response was accompanied by reduced stress-related activity in the amygdala, a brain region crucial for emotional processing. However, attenuated amygdala activity was demonstrable only in subjects who were homozygous for the long allele of the 5-HTTLPR or the G variant of the TPH2 G-703T polymorphism, and not in carriers of short or T alleles. Moreover, the TPH2 polymorphism was a significant predictor of clinical placebo response, homozygosity for the G allele being associated with greater improvement in anxiety symptoms. Path analysis supported that the genetic effect on symptomatic improvement with placebo is mediated by its effect on amygdala activity. Hence, our study shows, for the first time, evidence of a link between genetically controlled serotonergic modulation of amygdala activity and placebo-induced anxiety relief.

Placebo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Este artigo se refere ao efeito placebo; para a banda de mesmo nome, veja Placebo (banda).

Placebo (do latim placere, significando “agradarei”) é como se denomina um fármaco ou procedimento inerte, e que apresenta efeitos terapêuticos devido aos efeitos fisiológicos dacrença do paciente de que está a ser tratado.

Muitos médicos também podem atribuir efeito placebo a medicamentos com princípios activos, mas que apresentam efeitos terapêuticos diferentes do esperado. Por exemplo, um comprimido de vitamina C pode aliviar a dor de cabeça de quem acredite estar ingerindo um analgésico, sendo um exemplo clássico de que o que cura é não apenas o conteúdo do que ingerimos mas também a forma. Seguindo esta corrente de pensamento, o dicionário médico Hooper cita o placebo como “o nome dado a qualquer medicamento administrado mais para agradar do que beneficiar o paciente”.

O placebo pode ser eficaz porque pode reduzir a ansiedade do paciente, revertendo assim uma série de respostas orgânicas que dificultam a cura espontânea:

  • Aumento da frequência cardíaca e respiratória
  • Produção e liberação de adrenalina na circulação sanguínea
  • Contracção dos vasos sanguíneos

Essas respostas orgânicas são vantajosas para reacções de fugir ou lutar contra agressores externos. Mas também prejudicam a cicatrização e o fluxo de leucócitos, e são, portanto, prejudiciais para o processo de cura, sendo aqui o efeito placebo bastante útil.

O efeito placebo pode ainda ser usado para testar a validade de medicamentos ou técnicas verdadeiras. Consiste, por exemplo, no uso de cápsulas desprovidas de substâncias terapêuticas ou contendo produtos conhecidamente inertes e inócuos, que são administrados a grupos de cobaias humanas ou animais para comparar o efeito da sugestão no tratamento de doenças, evitando-se atribuir possíveis resultados terapêuticos a tratamentos sem valor. Na comparação com placebo estabelece-se a validade de um medicamento ao compará-lo com os processos de cura espontânea ou por sugestão. O princípio subjacente é o de que num ensaio com placebo, parte do sucesso da substância activa é devido não a esta mas sim ao efeito placebo da mesma.

Ligações externas

Neuroimageando Memes

Can we measure memes?

Adam McNamara*
  • Department of Psychology, University of Surrey, Surrey, UK

Memes are the fundamental unit of cultural evolution and have been left upon the periphery of cognitive neuroscience due to their inexact definition and the consequent presumption that they are impossible to measure. Here it is argued that although a precise definition of memes is rather difficult it does not preclude highly controlled experiments studying the neural substrates of their initiation and replication. In this paper, memes are termed as either internally or externally represented (i-memes/e-memes) in relation to whether they are represented as a neural substrate within the central nervous system or in some other form within our environment. It is argued that neuroimaging technology is now sufficiently advanced to image the connectivity profiles of i-memes and critically, to measure changes to i-memes over time, i.e., as they evolve. It is argued that it is wrong to simply pass off memes as an alternative term for “stimulus” and “learnt associations” as it does not accurately account for the way in which natural stimuli may dynamically “evolve” as clearly observed in our cultural lives.

 

A sobrevivência das espécies vira-latas sortudas

Suponha que o número total de espécies seja razoavelmente constante de uns 100 milhões de anos para cá, ou seja, que em número de espécies a biosfera esteja em um estado estácionário. Isso significa que, em média, uma espécie-mãe dá lugar a apenas uma espécie filha. Note que isso ocorrem em média, ou seja, um monte de ramos da “árvore da vida” foram podados (extintos) e muitas espécies atuais são descendentes de umas poucas espécies presentes.

Ou seja, a árvore da vida seria similar a um processo de ramificação crítico (ver figura). Acho que ainda falta um estudo mais matemático das consequências para o processo evolucionário do fato da árvore da vida ser crítica e fractal.

Ora, sabemos que em um processo assim, o papel das flutuações aleatórias se torna decisivo. Ou seja, em um processo crítico, haverá um monte de gargalos onde pequenos eventos podem determinar todo o futuro da árvore. Todo um ramo cheio de espécies poderia ter sido varrido do mapa se uma seca, inundação, peste ou asteróide (os “eventos extremais”) dizimasse uma população. As espécies sobreviventes não seriam as mais aptas mas as mais sortudas. A menos, é claro, que se defina espécie mais apta como aquela mais robusta frente a variações do ambiente (e não mais apta no sentido de adaptada a um dado ambiente).

Nesse sentido, uma espécie menos especializada a dado ambiente, mais generalista, embora pode perder na competição com espécies mais especialistas num dado ambiente, seria mais robusta por estar espalhada em uma área geográfica maior, ter uma variada fonte de alimentos, etc.

Assim, parece que uma pressão forte para seleção natural promove a especialização e portanto o aumento de vulnerabilidade de uma espécie para a extinção. A seleção natural, assim como a seleção artificial, produz variedades menos robustas (no sentido que um poodle é menos robusto que um vira-lata).

Chamando as espécies generalistas de “vira-latas”, em comparação com espécies e raças “puras” (especialistas), parece óbvio que o processo evolucionário é dominado pelos vira-latas. Ou melhor, dos vira-latas sortudos que não são atropelados pelos eventos extremais.

Asteroid Impact Early Warning System Unveiled

Astronomer reveals plans for a network of telescopes that could give up to three weeks’ warning of a city-destroying impact.

At about 3am on 8 October last year, an asteroid the size of a small house smashed into the Earth’s atmosphere over an isolated part of Indonesia. The asteroid disintegrated in the atmosphere causing a 50 kiloton explosion, about four times the size of the atomic bomb used to destroy Hiroshima. The blast was picked up by several infrasound stations used by the Comprehensive Nuclear-Test-Ban Treaty Organization to monitor nuclear tests. Read more [+]