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E Se? Usando Ficção Científica e Fantasia para ensinar Física

The New York Times

E se?

Livro ensina física por meio do absurdo

KENNETH CHANG
DO “NEW YORK TIMES”

Cinco anos atrás, quando estava dando uma palestra sobre física a estudantes do Ensino Médio no Massachusetts Institute of Technology, Randall Munroe percebeu que a plateia não estava muito interessada.

Ele estava tentando explicar o que são energia potencial e potência -conceitos que não são complexos, mas difíceis de entender.

Assim, no meio da palestra de três horas, Munroe, mais conhecido por ser o criador da HQ on-line xkcd, resolveu apelar para “Star Wars”.

“Pensei na cena de ‘O Império Contra-ataca’ em que Yoda tira a asa-X do pântano”, comentou.

“A ideia me ocorreu quando eu estava dando a aula.”

No lugar de definições abstratas (um objeto erguido ganha energia potencial porque vai se acelerar quando cair; a potência é o índice de mudança na energia), Munroe fez uma pergunta: quanta energia da Força seria Yoda capaz de produzir?

“Fiz uma versão aproximada do cálculo ali mesmo, na sala de aula, procurando as dimensões da nave na internet e medindo as coisas na cena no projetor, diante dos alunos”, contou. “Todos começaram a prestar atenção.”

Para a maioria das pessoas, a física não é interessante por si só. “As ferramentas só são divertidas quando a coisa com a qual você as utiliza é interessante.”

Os alunos começaram a fazer outras perguntas. “E o final de ‘O Senhor dos Anéis’, quando o olho de Sauron explode, quanta energia há nisso?”

A experiência inspirou Munroe a começar a pedir perguntas semelhantes dos leitores do xkcd.

Ele reuniu esse trabalho, incluindo uma versão dos cálculos que fez sobre Yoda e outros materiais novos, no livro “E se?”, lançado em setembro e que desde então está na lista dos livros de não ficção mais vendidos.

Como afirma sua capa, “E se?” é repleto de “respostas científicas sérias a perguntas hipotéticas absurdas”.

“O livro exercita a imaginação do leitor, e o humor espirituoso de Munroe é encantador”, comentou William Sanford Nye, mais conhecido como “Billy Nye, the Science Guy”. “Ele cria cenários que, por falta de um termo melhor, precisamos descrever como absurdos, mas que são muito instrutivos.”

O que aconteceria se você tentasse rebater uma bola de beisebol lançada a 90% da velocidade da luz? “A resposta é ‘muitas coisas’, e todas acontecem muito rapidamente. Não termina bem para o batedor (nem para o lançador).”

Se todo o mundo mirasse a Lua ao mesmo tempo com um ponteiro de laser, a Lua mudaria de cor? “Não se usássemos ponteiros de laser normais.”

Por quanto tempo um submarino nuclear poderia permanecer em órbita? “O submarino ficaria ótimo, mas seus tripulantes teriam problemas.”

As explicações são acompanhadas pelos mesmos desenhos e o mesmo humor nerd que garantiram a popularidade do xkcd. (O que significa xkcd? “É simplesmente uma palavra para a qual não existe pronúncia fonética”, explica o site do seriado on-line.)

Na época em que era estudante de física na Universidade Christopher Newport, na Virginia, Munroe começou a trabalhar como técnico independente em um projeto de robótica no Centro Langley de Pesquisas, da Nasa, e continuou depois de se formar.

Foi nessa época que ele começou a scanear seus desenhos rabiscados e colocá-los na web.

O contrato com a Nasa terminou em 2006, por decisão mútua das duas partes.

Munroe tornou-se cartunista em tempo integral e se mudou para a região de Boston porque, explicou, queria viver numa cidade maior, com mais coisas de geek para fazer. Em 2012 ele incluiu a parte de “E se?” no site.

Hoje ele recebe milhares de perguntas por semana. Muitas são evidentemente de estudantes à procura de ajuda com sua lição de casa. Outras podem ser respondidas com uma só palavra: “Não”.

“Uma das perguntas que recebi foi: ‘Existe algum equipamento comercial de mergulho que permita a sobrevivência debaixo de lava incandescente?'”, Munroe contou. “Não. Não existe.”

Munroe também gostava de fazer perguntas quando era criança. Na introdução do livro, ele conta que se perguntava se havia mais coisas duras ou moles no mundo. Essa conversa causou impressão tão forte à sua mãe que ela a anotou e guardou.

“Dizem que não existem perguntas estúpidas”, escreve Munroe, 30. “Isso não é verdade, obviamente. Acho que minha pergunta sobre as coisas duras e moles foi bastante estúpida. Mas tentar responder uma pergunta estúpida de modo completo pode levar você a alguns lugares muito interessantes.”

Como ser criativo na ciência?

FERNANDO TADEU MORAES
DE SÃO PAULO

A neurocientista Suzana Herculano-Houzel, 40, dedicou-se nos últimos anos a entender como o cérebro humano se tornou o que é. Seu trabalho a levou a ser a primeira brasileira convidada a falar no TED Global, famoso evento anual de conferências de curta duração que reúne convidados de várias áreas do conhecimento.

Herculano apresentará em sua fala de 15 minutos, nesta quarta, os resultados de suas pesquisas sobre como o cérebro humano chegou ao número incrivelmente alto de 86 bilhões de neurônios: o consumo de alimentos cozidos. “Entre os primatas, temos o maior cérebro sem sermos os maiores. Grandes primatas, com a sua dieta de comida crua, não possuem energia suficiente para sustentar um corpo enorme e um cérebro grande.”

Na entrevista, concedida por telefone, a professora do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) dispara críticas à cultura brasileira de pesquisa científica, “que não incentiva a originalidade e a diversidade de pensamento”, à pós graduação nacional, “muito fraca”, e ao programa de bolsas Ciência Sem Fronteiras, “do jeito que está, parece demagogia” e defende a profissionalização da carreira de cientista.

Luciana Whitaker/Folhapress
A neurocientista Suzana Herculano-Houzel, que irá falar no TED Global, em seu laboratório na UFRJ
A neurocientista Suzana Herculano-Houzel, que irá falar no TED Global, em seu laboratório na UFRJ

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Revisitando a geek syndrome

The Geek Syndrome and Autism: Revisited

The Geek Syndrome and Autism: Revisited

The “Geek Syndrome” is a theory for the rising number of autism diagnoses that doesn’t have anything to do with vaccines or environmental factors. About a decade ago, Wired magazine suggested that the notable increase in autism cases among the computer programmers and engineers in Silicon Valley was because those who inhabit those “geek warrens” have a “genetic predisposition” for autism. Now, under Rosa Hoekstra of the Open University in Milton Keynes in the UK, researchers have found that in Eindhoven, a city that is the heart of the Dutch information technology industry, autism is diagnosed in twice as many children as in cities of the same size.

In the Wired article, Cambridge University psychology professor Simon Baron-Cohen described the autistic mind as having a “proclivity for systematizing” while, due to the lack of a theory of mind, autistic persons are “mindblind” and lack empathy. Baron-Cohen would go on to write a book promoting a theory of autism as an example of the “extreme male brain,” saying that the male brain is “systematizing” while the female one is “empathizing.” These theories are well-known but controversial (and his most recent book on empathy and the problem of evil contains some troubling theorizing about autism)

Hoekstra’s study, which was published in the Journal of Autism and Developmental Disorders, looked at the autism prevalence in 62,000 children in three Dutch cities. Eindhoven, Haarlem and Utrecht all have populations of about a quarter of a million; only Eindhoven has a heavy concentration of IT workers. As noted in New Scientist:

In Eindhoven, where 30 per cent of all jobs are in IT and computing industries, there were 229 cases of autism-spectrum disorders per 10,000 school-age children. This was more than double the corresponding figure of 84 in Haarlem and four times the figure of 57 in Utrecht. Each city has half as many IT jobs as Eindhoven.

By contrast, all three cities had the same prevalence of two other childhood psychiatric conditions unrelated to autism, namely attention-deficit hyperactivity disorder (ADHD) and dyspraxia.

Hoekstra notes that other reasons for the higher prevalence rate in Eindhoven could be greater awareness and the availability of better services. It’s been almost ten years since the Wired article on “the Geek Syndrome” was published and autism has certainly gotten a lot of attention in the public eye.

Some of Baron-Cohen’s earlier research found that fathers and grandfathers of children with autism are more likely to be engineers and scientists, and that mathematicians are more likely to have siblings on the autism spectrum.  Other studies in the UK, Japan and the Netherlands have found a higher than usual rate of autistic traits among engineering, science and mathematics students.

In my own household, the gender aspects of Baron-Cohen’s “extreme male brain” theory are reversed. I count several engineers (including my mother’s father, a civil engineer who was a bridge inspector for the state of California), computer programmers and IT types. There’s nary an engineer (or any one in the science or medical fields) in my husband’s family. Indeed, Jim tends to be more of what Baron-Cohen would call “empathetic,” with an intuitive feel for people’s (certainly Charlie’s) moods and states of mind. I’m no scientist myself, but definitely have “systematizing” tendencies, which helped me learn the complex grammar of ancient languages and music like Bach’s fugues (whereas, if Jim hadn’t become a historian, he had thoughts of being a courtroom lawyer, a profession that everyone in my family shies away from). I’ve often thought that if things had turned out differently, and I hadn’t discovered Latin and Greek in middle school, I could have been a coder. Charlie himself is quite the systematizer.

I’ve also wrote a bit more extensively about Charlie himself and Baron-Cohen’s “extreme male brain” theory of autism here and his theory of autism and mind-blindness here, with the caveat that these are theories that many do not agree with. Still, I find them helpful as we continue to try to understand why Charlie does what he does: He doesn’t just make arrangements like the one below without a lot of thought and care.

headphone suite

Read more: http://www.care2.com/causes/the-geek-syndrome-revisited.html#ixzz2RO5G7aZW

Entrevista com Osame Kinouchi

1


CIÊNCIA

O que você investiga? Qual é o núcleo de sua investigação?
Física Computacional Interdisciplinar: Redes Complexas em Linguística e Psiquiatria, Transição Vítrea, Otimização de Estratégia Exploratória por Animais, Métodos de Aprendizagem em Redes Neurais Artificiais, Neurociência Teórica e Computacional (Modelos de Neurônios, Dentritos Excitáveis, Modelagem do Bulbo Olfatório, Psicofísica, Teoria de Sonhos e Sono REM), Criticalidade Auto-Organizada (Modelos de Terremotos, Avalanches Neuronais) , Modelos de Evolução Cultural (evolução da culinária), Astrobiologia (Modelos de Colonização Galática),  Cientometria e Divulgação Científica (Portal de Blogs Científicos em Língua Portuguesa).
Você tem algum link onde possamos ver algo sobre você, ou sobre o centro onde você trabalha?
Meus artigos no repositório livre ArXiv de Física: http://arxiv.org/a/kinouchi_o_1
Meu curriculo Lattes: http://tinyurl.com/3h28kr8
Qual é sua formação? Que experiência de trabalho tinha antes disto?
Bacharelado em Física, Mestrado em Física Básica, Doutorado em Física da Matéria Condensada, Pós-doutorado em Física Estatística e Computacional. Primeiro emprego na USP, aos 40 anos de idade!
Você era muito estudioso no colégio?
Não. Eu apenas lia compulsivamente enciclopédias…Tirar nota boa sempre foi fácil.
Que tipo de tecnologia você está usando para sua investigação?
Um bom notebook é suficiente para realizar minha pesquisa. Read more [+]

Historiadores da Ciência rejeitam a tese de conflito entre Ciência e Religião

Mais material para o meu livro sobre Ateísmo 3.0

Conflict thesis

From Wikipedia, the free encyclopedia
For a socio-historical theory with a similar name, see Conflict theory.

Conflict: Galileo before the Holy Office, byJoseph-Nicolas Robert-Fleury, a 19th century depiction of the Galileo Affair, religion suppressing heliocentric science.

The conflict thesis is the proposition that there is an intrinsic intellectual conflict between religion and science and that the relationship between religion and science inevitably leads to public hostility. The thesis, refined beyond its most simplistic original forms, remains generally popular. However, historians of science no longer support it.[1][2][3][4]

Contents

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Palestra no Instituto de Estudos Avançados (RP) sobre Ciência e Religião

 

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Ciência e Religião: quatro perspectivas

Escrito por 

Data e Horário: 26/11 às 14h30
Local: Salão de Eventos do Centro de Informática de Ribeirão Preto – CIRP/USP (localização)

O evento, que será apresentado por Osame Kinouchi, discutirá quatro diferentes visões sobre a interação entre Ciência e Religião: o conflito, a separação, o diálogo e a integração. Examinando as fontes de conflito recentes (Culture Wars), o professor sugere que elas têm origem no Romantismo Anticientífico, religioso ou laico.

Segundo Osame, a ideia de separação entre os campos Religioso e Científico já não parece ser viável devido aos avanços da Ciência em tópicos antes considerados metafísicos, tais como as origens do Universo (Cosmologia), da Vida (Astrobiologia), da Mente (Neurociências) e mesmo das Religiões (Neuroteologia, Psicologia Evolucionária e Ciências da Religião).
A palestra mostrará também que tentativas de integração forçada ou prematura entre Religião e Ciência correm o risco de derivar para a Pseudociência. Sendo assim, na visão do professor, uma posição mais acadêmica de diálogo de alto nível pode ser um antídoto para uma polarização cultural ingênua entre Ateísmo e Religiosidade.

Vídeo do evento

Existe uma hierarquia das ciências?

Do SBlogI:

Existe uma hierarquia das ciências?

A física está no topo da hierarquia científica, as ciências sociais na base e as ciências biológicas em posição intermediária. Esta idéia é “assumida” por muita gente, inclusive cientistas. Os físicos dizem que ela é “intuitiva” e está refletida em vários aspectos da vida acadêmica. Muitas vezes dita na forma que as ciências físicas são mais duras.
A “dureza” das ciências é assumida pelo grau com que os seus resultados são determinados por dados e teorias no lugar por fatores não cognitivos. Lembre que a idéia de medicina baseada em evidências não é muito antiga, ainda há quem faça medicina mais como arte.
Mas, qual o embasamento científico da afirmativa desta hierarquia científica. Os resultados e teorias da física são mesmo mais baseados em dados sólidos? Um artigo recente na PLoS ONE, provocativamente intitulado “Positive” Results Increase Down the Hierarchy of the Sciences, analisa esta questão. O estudo analisou 2.434 trabalhos de várias disciplinas que declaravam haver testado uma hipótese e determinaram quantos trabalhos haviam chegado a resultados “positivos” ou “negativos” para confirmação da hipótese. Eles assumiram que se a hierarquia científica estiver correta os pesquisadores de ciências menos “duras”, por terem menos restrições aos seus vieses conscientes ou inconscientes terão mais resultados positivos.
Os dados mostrados confirmaram a hipótese, para disciplinas, campos científicos e metodologias. Há vários elementos que foram considerados na análise, como as diferenças entre disciplinas puras e aplicadas, teste de mais de uma hipótese.
O quadro geral (Figura 1 do trabalho e reproduzida acima) por disciplina indica diferenças interessantes:
“the odds of reporting a positive result were around 5 times higher among papers in the disciplines of Psychology and Psychiatry and Economics and Business compared to Space Science …. In all comparisons, biological studies had intermediate values.”
Eles concluem que a natureza das hipóteses testadas e a lógica e o rigor empregado para testá-las variam de forma sistemática entre disciplinas e campos científicos e que há uma hierarquia sim.
O que acham da posição da imunologia?
Fanelli, D. (2010). “Positive” Results Increase Down the Hierarchy of the Sciences PLoS ONE, 5 (4) DOI: 10.1371/journal.pone.0010068

Ciência como Brincadeira

Pelo fim do ensino de ciências e pelo fim do PhD!

Freeman Dyson sugere em um dos seus livros que ensinar a força ciências para os estudantes do ensino médio é detrimental (é como força-los a ler Machado de Assis), produzindo ojeriza na maior parte dos estudantes. Ele propõe  usar a grade horária para que o estudante aprenda “linguagens” (Matemática, Lógica, Computação e a língua nativa, com ênfase em redação). 

As ciências naturais seriam aprendidas de forma espontânea por apenas os alunos interessados, na forma de clubes de ciência (astronomia, física, química, biologia etc.). Tais alunos, altamente motivados, poderiam ser treinados para participar de competições e olimpíadas, como as que temos atualmente no mundo todo e no Brasil. Ou seja, ciência é para quem quer aprender, como um esporte intelectual, gerando prazer pela própria atividade e pelas recompensas alcançadas.

Ele também acha que o PhD deveria ser extinto, a fim de que os recém graduados ingressassem direto em pesquisa (em colaboração com orientadores) mas sem prazos bem definidos. Prazos impõe que, no auge da capacidade mental dos estudantes, lhes propomos apenas problemas científicos medíocres, factíveis de serem realizados em 2 ou 4 anos. Um desperdício de tempo e energia mental.

Brasil vence Olimpíada Iberoamericana de Física 2012 Read more [+]

A importância dos agradecimentos no paper

27/09/2012 – 08h00

Pesquisador prestativo melhora produção científica dos colegas

RICARDO BONALUME NETO
DE SÃO PAULO

O cientista discreto, mas que ajuda os colegas com conselhos e dicas, pode estar fazendo mais pela ciência do que aquele pouco colaborativo mas que é uma estrela na profissão. Um comentário baseado em um estudo curto publicado na revista “Nature” nesta quinta, 27 de setembro, deixa claro o motivo.

O pesquisador Alexander Oettl, do Instituto de Tecnologia da Geórgia (EUA), estudou os “agradecimentos” a cientistas que não eram coautores em artigos científicos na área de imunologia desde 1950. E descobriu que, quando esses cientistas, todos líderes e “pesquisadores principais” (ou seja, chefes de sua equipe de pesquisa), morriam de repente, os artigos dos seus colegas mais jovens perdiam qualidade — medida pelo “impacto”, isto é, o número de citações que geravam em artigos de outros pesquisadores.

Já os cientistas cujos colegas seniores eram pouco colaborativos não chegavam a perder qualidade, ou “impacto”, na sua produção científica.

“Tradicionalmente, a ciência tem sido uma busca individual, em que as pessoas têm sido avaliadas pela sua produção pessoal e realizações. Mas a descoberta depende cada vez mais do trabalho em equipe, e ainda assim os cientistas estão sendo julgados apenas pelo que eles mesmos realizam”, escreveu Oettl em artigo na “Nature”.

Graças às modernas ferramentas de computação, ele conseguiu garimpar dados de qualidade. Checou em detalhes os arquivos de uma revista científica da área de imunologia, o “Journal of Immunology”, entre 1950 e 2007; ou seja, mais de 50 mil artigos. E, para saber quais pesquisadores teriam morrido no período, extraiu dados de mais de 400 mil notas na “newsletter” da Associação Americana de Imunologistas.

Ele achou 149 “pesquisadores principais” que morreram no meio da carreira. E 63 deles estavam entre os 20% que mais recebiam agradecimentos. Eram os que mais ajudavam seus colegas mais jovens.

“Meus resultados sugerem que os cientistas que são prestativos têm um impacto importante sobre as carreiras dos seus colegas – e têm sido subestimados por um empreendimento científico que premia o desempenho individual acima de tudo. É hora de olhar mais de perto quais qualidades que mais valorizamos nos cientistas. Os pesquisadores que geram inúmeros trabalhos de alto impacto podem ter pouco tempo para discutir os problemas, criticar manuscritos ou serem mentores de estudantes. Aqueles que produzem um fluxo de artigos medianos podem ter um impacto muito mais positivo sobre as carreiras das pessoas ao seu redor. Pesquisadores que procuram colaboradores podem, por vezes, optar por um colega prestativo que não é uma grande força em seu campo em vez de um cientista estrela de rock que raramente responde a e-mails”, escreveu o pesquisador.

Cientificismo

Seis Sinais de Cientificismo – Introdução

Autora: Susan Haack*

Tradução de Eli Vieira, para as atividades de mídia da Liga Humanista Secular do Brasil.

Peter Paul Rubens – A queda de Ícaro (1636)

Um homem deve ser definitivamente maluco para negar que a ciência fez muitas descobertas verdadeiras.  – C. S. Peirce (1903)

O cientificismo… emprega o prestígio da ciência para o disfarce e a proteção. – A. H. Hobbs (1953)

A ciência é uma coisa boa. Como Francis Bacon previu séculos atrás, quando o que agora chamamos de “ciência moderna” estava em sua infância, o trabalho das ciências trouxe tanto luz, um corpo de conhecimento em permanente crescimento sobre o mundo e como ele funciona, quanto frutos, a capacidade de predizer e controlar o mundo de formas que tanto estenderam quanto melhoraram nossas vidas. Mas, como William Harvey reclamou, Bacon realmente escreveu sobre ciência “como um Lorde Chanceler” – ou, como poderíamos dizer hoje, “como um publicitário”, ou “como um marqueteiro”. Certamente ele parece ter sido muito mais ciente das virtudes da ciência do que de suas limitações e perigos em potencial.

Mas a ciência não é de modo algum algo perfeitamente bom. Ao contrário, como todos os empreendimentos humanos, a ciência é inexoravelmente falível e imperfeita. No máximo, seu progresso é irregular, desproporcional e imprevisível; além disso, muitos trabalhos científicos são pouco criativos ou banais, alguns são fracos ou sem cuidado, e alguns são completamente corruptos; e as descobertas científicas muitas vezes têm potencial para ferir tanto quanto para fazer o bem – pois conhecimento é poder, como viu Bacon, e o poder é passível de abuso. E, obviamente, a ciência não é de modo algum a única coisa boa, nem mesmo – apenas um pouco menos obviamente – a única forma boa de investigação. Há muitos outros tipos valiosos de atividade humana além da investigação – música, dança, arte, contar histórias, culinária, jardinagem, arquitetura, para mencionar algumas; e muitos outros tipos valiosos de investigação – histórica, legal, literária, filosófica etc. Read more [+]

A batalha dos cientistas

Para participar dca votação, ver aqui. Tem algum defeito nas votações do Hawking, pois eu votei várias vezes nele mas continua com zero vitórias…

CLASSIFICAÇÃO

Albert Einstein (1879 – 1955)
12473 duelos vencidos
1

Isaac Newton (1643 – 1727)
11642 duelos vencidos
2

Louis Pasteur (1822 – 1895)
8804 duelos vencidos
3

Charles Darwin (1809 – 1882)
8705 duelos vencidos
4

James Clerk Maxwell (1831 – 1879)
7884 duelos vencidos
5

Marie Curie (1867 – 1934)
7500 duelos vencidos
6

Dmitri Ivanovich Mendeleev (1834 – 1907)
7153 duelos vencidos
7

Ernest Rutherford (1871 – 1937)
7136 duelos vencidos
8

Linus Pauling (1901 – 1994)
7096 duelos vencidos
9

Max Planck (1858 – 1947)
6558 duelos vencidos
10

Paul Dirac (1902 – 1984)
5894 duelos vencidos
11

Werner Heisenberg (1901 – 1976)
5801 duelos vencidos
12

Peter Higgs (1929)
5674 duelos vencidos
13

Henry Cavendish (1731 – 1810)
5259 duelos vencidos
14

Antonie van Leeuwenhoek (1632 – 1723)
4998 duelos vencidos
15

Erwin Schrodinger (1887 – 1961)
4936 duelos vencidos
16

Ivan Pavlov (1849 – 1936)
4510 duelos vencidos
17

Luc Montagnier (1932)
4347 duelos vencidos
18

Stephen Hawking (1942)
0 duelos vencidos
19

 

Sobre a validação de blogs científicos

Quais são os critérios usados para selecionar os blogs do ABC?

Por Osame Kinouchi

Por definição, a blogosfera científica é uma comunidade, e o objetivo do portal não é “patrulhar” a mesma, mas sim dar um acesso aos leitores, de forma concentrada em listas de links, para blogs científicos, quer sejam populares quer sejam pouco conhecidos. Entretanto,  é claro que a questão da qualidade dos blogs permanece pois ser incluído no portal implica pelo menos um aval do Laboratório de Divulgação Científica e Cientometria (LDCC-FFCLRP-USP).

Por outro lado, como poderíamos definir se um blog é científico, se não é possível definir ou demarcar (rigorosamente) o que é Ciência? Read more [+]

Por que os estudantes se desanimam com a Universidade?

Acho que quadros similares poderiam ser feitos para outras disciplinas…

Parceria BioMed Central e USP

A lembrar quando submeter artigos:

Prezados (as)  Senhores (as),

Informamos que a Universidade de São Paulo tornou-se parceira da BioMed Central – casa publicadora que mantém um conjunto de periódicos de alto fator de impacto. É uma iniciativa da British Library com o BioMed Central Group, parte da Springer Science+Business Media, que oferece 243 periódicos de acesso aberto.
Tal parceria beneficiará a USP de duas maneiras:
(1) Os autores da USP terão 25% de desconto para a publicação de seus artigos em qualquer revista da Biomed Central; o preço do artigo varia de revista para revista.
(2) O SIBiUSP receberá a transferência do texto completo publicado por todo e qualquer pesquisador da casa e respectivos metadados, para a Biblioteca Digital de Produção Intelectual, no prazo de 24 horas da publicação – isto será feito sempre que um artigo novo da USP é publicado.
O endereço para acesso ao BioMed Central é http://www.BioMedCentral.com onde está disponível um tutorial para submissão de artigos. O período de assinatura é de julho de 2012 a junho de 2013.
Os autores USP serão reconhecidos pelo IP da Instituição (incluindo o acesso por VPN) ou, pelo e-mail institucional (@usp.br ).
Comunicamos, ainda, que esclarecimentos de dúvidas podem ser solicitados à Sra. Natalia Timiraos ([email protected])
Atenciosamente,
Profa. Titular Sueli Mara Soares Pinto Ferreira
Chefe Técnica de Departamento
DT/SIBiUSP

Físicos apostadores

Acho que estou devendo uma pizza para o Jorge Stolfi. Como disse Giovani Amelino-Camelia, a chance dos neutrinos superluminais realmente existirem era de uma para dez mil, mas apostar nessa possibilidade era por demais tentador, pois participar de uma revolução científica com essa chance é bem melhor do que apenas fazer trabalhos tecnicamente corretos e mesmo elegantes,  mas de significância marginal. 

Phenomenology of Philosophy of Science: OPERA data

Giovanni Amelino-Camelia
(Submitted on 15 Jun 2012)

I observe that, as the physics side of the OPERA-anomaly story is apparently unfolding, there can still be motivation for philosophy of science to analyze the six months of madness physicists spent chasing the dream of a new fundamental-physics revolution. I here mainly report data on studies of the OPERA anomaly that could be relevant for analyses from the perspective of phenomenology of philosophy of science. Most of what I report is an insider’s perspective on the debate that evolved from the original announcement by the OPERA collaboration of evidence of superluminal neutrinos. I also sketch out, from a broader perspective, some of the objectives I view as achievable for the phenomenology of philosophy of science.

Comments: 13 pages, LaTex
Subjects: History and Philosophy of Physics (physics.hist-ph); High Energy Physics – Experiment (hep-ex); High Energy Physics – Phenomenology (hep-ph)
Cite as: arXiv:1206.3554v1 [physics.hist-ph]

After Particle Search, Some Wallets May Lose Mass

By 

When physicists at CERN reported on July 4 that they had discovered a new particle resembling the long-sought Higgs boson, it prompted a worldwide celebration of pride and mystification.

It also prompted a worldwide settling of scores as physicists — inveterate gamblers — examine the data to decide whether it is time to pay up on longstanding bets about the existence of the boson, which has been the object of a 40-year manhunt.

As described by the Standard Model, the theory that now rules physics, the Higgs boson would be tangible evidence of a hypothesized cosmic molasses known as the Higgs field. That field endows some elementary particles with mass, breaking a logjam of mathematical symmetry in the laws of the early universe and thus adding diversity and the possibility of life to the cosmos. Physicists say it will take them at least the rest of the year and maybe longer to ascertain whether the new particle fits the theoretical prediction — in particular that it has no spin, the first known subatomic knuckle ball.

Nevertheless, the British cosmologist Stephen Hawking, who 10 years ago bet the University of Michigan theorist Gordon Kane $100 that the particle didn’t exist, has already told reporters he is conceding defeat. Dr. Kane is awaiting his windfall. “I haven’t heard directly from him,” Dr. Kane said in an e-mail, “but I assume I will soon, in some interesting way.” Read more [+]

Como colocar papers no ArXiv?

Siga o seguinte algoritmo:

1. Faça um paper (ou pelo menos assine um).

2. No dia em que estiver submetendo o paper para a revista, entre no site do Arxiv ( a menos que você ache que seu paper é muito revolucionário – ou mal escrito – para alguma revista publicar).

3. Leia as instruções de como colocar um paper no ArXiv que estão aqui.

4. Siga as instruções e coloque seu paper ao ArXiv.

From: [email protected]
To: [email protected]****
Sent: Monday, January 16, 2012 2:10:11 AM
Subject: arXiv Replacement -> 1109.2036 in q-bio.NC from [email protected]****

Your replacement of 1109.2036 by submission submit/******* has
been published and is available at:

http://arxiv.org/abs/1109.2036

The paper password for this article is: *****
Please share this with your co-authors. They may use it to claim ownership.

Abstract will appear in today’s mailing as:

arXiv:1109.2036
From: Leonardo L. Gollo <[email protected]>
Date: Fri, 9 Sep 2011 15:03:09 GMT   (77kb)
Date (revised v2): Fri, 13 Jan 2012 20:10:34 GMT   (668kb)

Title: Statistical Physics approach to dendritic computation: The
excitable-wave mean-field approximation
Authors: Leonardo L. Gollo, Osame Kinouchi and Mauro Copelli
Categories: q-bio.NC
Comments: 30 pages, 8 figures
Journal-ref: Phys. Rev. E, 85, 011911 (2012)
DOI: 10.1103/PhysRevE.85.011911

We analytically study the input-output properties of a neuron whose active
dendritic tree, modeled as a Cayley tree of excitable elements, is subjected to
Poisson stimulus. Both single-site and two-site mean-field approximations
incorrectly predict a non-equilibrium phase transition which is not allowed in
the model. We propose an excitable-wave mean-field approximation which shows
good agreement with previously published simulation results [Gollo et al., PLoS
Comput. Biol. 5(6) e1000402 (2009)] and accounts for finite-size effects. We
also discuss the relevance of our results to experiments in neuroscience,
emphasizing the role of active dendrites in the enhancement of dynamic range
and in gain control modulation.

Phys. Rev. E 85, 011911 (2012) [13 pages]

Statistical physics approach to dendritic computation: The excitable-wave mean-field approximation

Abstract
References
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 Leonardo L. Gollo*
IFISC (CSIC – UIB), Instituto de Física Interdisciplinar y Sistemas Complejos, Campus Universitat Illes Balears, E-07122 Palma de Mallorca, Spain

Osame Kinouchi
Laboratório de Física Estatística e Biologia Computacional, Departamento de Física, FFCLRP, Universidade de São Paulo, Avenida dos Bandeirantes 3900, 14040-901 Ribeirão Preto, São Paulo, Brazil

Mauro Copelli
Departamento de Física, Universidade Federal de Pernambuco, 50670-901 Recife, Pernambuco, Brazil

Received 12 September 2011; revised 23 November 2011; published 12 January 2012

We analytically study the input-output properties of a neuron whose active dendritic tree, modeled as a Cayley tree of excitable elements, is subjected to Poisson stimulus. Both single-site and two-site mean-field approximations incorrectly predict a nonequilibrium phase transition which is not allowed in the model. We propose an excitable-wave mean-field approximation which shows good agreement with previously published simulation results [ Gollo et al. PLoS Comput. Biol. 5 e1000402 (2009)] and accounts for finite-size effects. We also discuss the relevance of our results to experiments in neuroscience, emphasizing the role of active dendrites in the enhancement of dynamic range and in gain control modulation.

©2012 American Physical Society

URL:
http://link.aps.org/doi/10.1103/PhysRevE.85.011911
DOI:
10.1103/PhysRevE.85.011911

PACS:

87.19.ll, 05.10.-a, 87.19.lq, 87.19.ls

Skype com cerveja! Bebê sobre dendritos ativos saindo do forno no PRE

De: Leonardo Lyra
Para: Mauro Copelli, Osame Kinouchi Filho
Data: quarta-feira, 21 de dezembro de 2011 12:35:39
Assunto: skype com cerveja!

Oi pessoal,

Vocês lembram que havíamos combinado que faríamos uma reuniao de “skype com cerveja” para discutir sobre diversos projetos e sobretudo coisas da vida? Havia entretanto a ressalva que esta reuniao só deveria acontecer depois do PRE ser aceito. Pois bem, comunico que já podemos fazer nossa reuniao! Entao, qual é o melhor dia pra vocês para o skype com cerveja?

Um abraço,

leo

——– Original Message ——–

Subject: Acceptance EJ10756 Gollo
Date: Wed, 21 Dec 2011 09:28:39 -0500

Re: EJ10756 Statistical physics approach to dendritic computation: The excitable-wave mean-field approximation by Leonardo L. Gollo, Osame Kinouchi, and Mauro Copelli Dear Dr. Gollo, We are pleased to inform you that your manuscript has been accepted for publication as a Regular Article in Physical Review E. We would also like to bring the appended referee comments to your attention. Your manuscript will now be prepared for the production process. If any issues arise we will contact you, otherwise your manuscript will be forwarded directly to our production department. Please do not send a revised manuscript or figures at this time unless requested. Yours sincerely, Margaret Foster Senior Assistant Editor Physical Review E Read more [+]

Blogosfera como meio excitável

Oi Osame,

Você viu este paper?

http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0378437111004390

Pelo jeito alguém teve a mesma ideia que você…

[]s,
Mauro


doi:10.1016/j.physa.2011.05.033 | How to Cite or Link Using DOI

Permissions & Reprints

The blogosphere as an excitable social medium: Richter’s and Omori’s Law in media coverage

Peter KlimekabWerner BayeraStefan ThurnerbcaCorresponding Author Contact InformationE-mail The Corresponding AuthorE-mail The Corresponding Author

a IIASA, Schlossplatz 1, A 2361 Laxenburg, Austria
b Section for Science of Complex Systems, Medical University of Vienna, Spitalgasse 23, A 1090 Vienna, Austria
c Santa Fe Institute, 1399 Hyde Park Road, Santa Fe, NM 87501, USA

Received 10 February 2011; revised 15 April 2011; Available online 15 June 2011.

Abstract

We study the dynamics of public media attention by monitoring the content of online blogs. Social and media events can be traced by the propagation of word frequencies of related keywords. Media events are classified as exogenous–where blogging activity is triggered by an external news item–or endogenous where word frequencies build up within a blogging community without external influences. We show that word occurrences exhibit statistical similarities to earthquakes. Moreover the size distribution of events scales with a similar exponent as found in the Gutenberg–Richter law. The dynamics of media events before and after the main event can be satisfactorily modeled as a type of process which has been used to understand fore–and aftershock rate distributions in earthquakes–the Omori law. We present empirical evidence that for media events of endogenous origin the overall public reception of the event is correlated with the behavior of word frequencies at the beginning of the event, and is to a certain degree predictable. These results imply that the process of opinion formation in a human society might be related to effects known from excitable media.

Highlights

► Dynamics of public media attention measured by online blogs. ► Society as an excitable social medium. ► Media events have statistical characteristics of earthquakes. ► Public media reception to a certain degree predictable.

Keywords: Excitable social system; Statistical human dynamics; Empirical power laws

Homenagem ao Radialista e Professor Curió (Herbis Gonçalves)

Morte de radialista tem repercussão em redes sociais

Sepultamento será nesta sexta-feira, às 16h, no cemitério Bom Pastor

16/12/2011 – 09:18

Da redação

A morte do radialista e professor Herbis Gonçalves, conhecido como Curió, está sendo repercutida em redes sociais como Twitter e Facebook. Amigos, autoridades e ex-alunos registram mensagem de apoio à família e agradecimentos. Curió morreu na tarde de quinta-feira (15), em Ribeirão Preto, após sofrer uma parada cardiorrespiratória.
Entre as homenagens feitas ao radialista, a prefeita Dárcy Vera publicou em seu twitter que a morte de Curió foi “uma grande perda para Ribeirão. Curió foi um grande comunicador e professor”. O promotor de Justiça Carlos Cezar Barbosa também lamentou o fato. “Estou comovido com o falecimento do radialista Curió. Hora difícil para a família”. Várias homenagens também foram registradas no Facebook.Durante a sessão da Câmara, na quinta-feira (15), os vereadores fizeram um minuto de silêncio em homenagem ao radialista.Segundo a filha de Curió, Gabriela Gonçalves, o radialista teve aneurisma pela segunda vez há três meses e estava afastado de suas funções, além disso, vinha sentindo falta de ar com frequência. “Minha madrasta o levou ao médico duas vezes e diagnosticaram que era crise de ansiedade. Ele ia ao médico no final da tarde, mas por volta das 14h, ligou para ela dizendo que estava morrendo. O Samu foi chamado, mas ele morreu a caminho do hospital”, afirma.SepultamentoCurió está sendo velado no velório da Paz, ao lado do cemitério Bom Pastor, em Ribeirão Preto, onde será sepultado, às 16h.